sábado, 7 de fevereiro de 2026

Rememorando


Sobre fazer o Ironman com pouca ou muita experiência em Triathlon.
Sobre fazer em determinado tempo.
Sobre fazer apenas um e depois desistir do Triathlon.
 
Bom...
Acho que o post já está feito. kkk
 
Na real, depois de ter parado de fazer Triathlon desde a pandemia, minha cabeça cabeçuda ainda fica fazendo (Triathlon) em sonhos e pensamentos.
 
Muitas vezes, me pego despertando no meio da madrugada, achando que tenho que acordar cedo para ir treinar.
 
Mas, o que eu quero novamente enfatizar é o seguinte:
 
Sou contra quem quer fazer seu primeiro (ou segundo) Triathlon, já começando pelo IronMan?
 
Resposta: - “SIMMMMMMMMMM”.
 
Porém, ah, porém... (como diria Paulinho da Viola, que vocês devem ser muito novos para saber disso...), cada um é dono do seu cada um.
 
Cada um tem seu objetivo, seja de prova, seja de experiências, seja de vida,  seja disso ou daquilo.
 
Portanto, quem sou eu para criticar quem quer fazer isso.
 
Só acho que não vai adquirir amor pelo Triathlon e vai se afastar desse esporte rapidamente. Ou não...
 
Sou contra quem critica o tempo em que cada um acaba sua prova?
 
Resposta: “SIMMMMMMMMMMMM”
 
Sou totalmente contra aqueles que criticam quem completa a prova em tempos próximos das 17 horas (tempo de corte oficial).
 
Se alguém completou a prova dentro do tempo limite, é, sim, um Ironman.
Ponto final.
 
Sei exatamente, por 7 vezes, o que é conseguir treinar para isso.
É contar com o apoio da família (principalmente) e de todos os que estão à nossa volta.
É precisar de muita convicção de que vai conseguir.
Serão treinos diários de natação, bike, corrida e outros, como musculação etc.
 
Conciliar ainda isso tudo com a atividade profissional, a dedicação à família e por aí vai.
 
Se alguém fizer um Ironman para 16h59m, essa pessoa é “menos” Iron do que quem fizer em 08:00 horas?
 
Se essa pessoa não quiser mais fazer Triathlon, ela deixará de ser Ironman?
 
Resposta: - “NÃOOOOOOOOO.
 
Em minha humilde opinião, ela será sempre Ironman.
O que ela vai fazer com isso já não é problema meu.”
 
Só sei que para se tornar um Ironman, seja por uma, duas, três, quatro, cinco, seis e sete vezes, o atleta precisa de tudo isso que mencionei e principalmente de apoios.
 
 
Relatando apenas um pouco da minha experiência:
 
Início dos treinos
 
Acordar por volta da 07:00hs para ir trabalhar.
Ao sair do trampo, ir nadar na academia, ou correr na esteira, ou pedalar num spinning também na academia.
Sussa... rsrsrs
 
Normalmente 2 treininhos por dia, depois de um dia de trabalho.
E ainda tendo que cuidar das coisas de casa.
Beleza.
 
Continuidade dos treinos
 
Continuar acordando por volta das 07:00h, para ir trabalhar.
 
Ao sair do trampo, ir nadar na academia ou correr na esteira, ou na rua.
Ou, pedal num spinning também na academia.
Continua sussa...rsrsrs
 
Progressão dos treinos (abreviando)
 
Os volumes vão aumentando...
 
Natação
O que eram 1.500m vão se tornando 1.800m, 2000m, 2.300m, 2500m, 3.000m, 3.300m, 3.500m, 3.800m e, finalmente, 4.000m por duas vezes.
 
Bike
O que eram uma ou duas aulas de spinning vão se tornando treinos longos na estrada.
 
Aquelas duas aulas de spinning se tornam, aos sábados, 70km, 80km 90km e por aí vai... até chegar aos 180km, 190km ou 200km.
 
Corrida
As distâncias também vão aumentando.
 
Aquelas que eram, nas esteiras, tipo 10km, vão se tornando 12km, 15km, até que começamos a fazê-las na rua.
 
Daí vamos pra 18km, 20km, 22km, 25km... enfim... até os 32, 33km.
 
Ainda tem um “treininho” simples, de 100km de pedal, mais 21km de corrida.
Só pra dar um grau... rsrsrs
 
( Para quem tem boa memória e ficou com a sensação de já haver lido algo similar aqui, lembro que publiquei conceitos e opiniões sobre este tema, neste post de 2017: O tempo de corte do Ironman )
 
Finalizando, quando a gente vê, quando estivermos realmente preparados para um Ironman, estaremos destruídos. kkk
Brincadeira.
 
Quando conseguimos treinar tudo isso, é porque estamos preparados e a prova será apenas a “cereja do bolo”.
 
Não é fácil, não.
Não é fácil, não.
Não é fácil, não.
Não é fácil, não.
Não é fácil, não.
Não é fácil, não.
Não é fácil, não.
 
Escrivinhei isso 7 vezes, para me lembrar dos 7 Irons que fiz.
 
3AV
Marco Cyrino
 
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Mal amadas!


Vocês nunca foram benquistas por aqui.
Até hoje, consegui evitá-las ao máximo.
Mas vocês são insistentes.
E eu sou mais ainda.
 
Já tive o desprazer de recebê-las algumas vezes.
Sei que ainda terei esse mesmo desprazer novamente.
Mas, que suas visitas sejam rápidas, como até hoje foram.
 
Quero que vocês esqueçam de mim e deixem as visitas amadas continuarem vindo.
 
Porque é com elas que fiz um pacto, para que os momentos de vocês, suas mal amadas, embora dolorosos, sempre sejam menos importantes do que os momentos de SAÚDE, AMOR, CARIDADE E FELICIDADE.
 
Não importa a duração de cada uma de vocês.
Os momentos de SAÚDE, AMOR, CARIDADE E FELICIDADE, mesmo que efêmeros, sempre terão valor imensamente maior do que vocês.
 
É de vocês mesmo que estou falando!
Em letras minúsculas:
 
dor, perda, melancolia, tristeza, enfim, todas vocês.
 
Sei que me desafiarão novamente.
Mas estarei preparado, se Deus me permitir, para continuar expulsando vocês daqui, suas mal amadas.
 
Vão pra outro lugar!
 
E QUE AS BEM AMADAS SEJAM SEMPRE BEM VINDAS EM MEU LAR.
 
3AV
Marco Cyrino
 
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Mensagem de Natal e Ano novo

 
 Para quem ainda treina e compete, 
e para quem já pendurou o número de peito, 
o espírito do Triathlon continua vivo.
 
Mesmo fora das competições, 
o Triathlon não sai da gente.
Ele vira história, conversa, referência 
e, principalmente, um jeito de encarar desafios.
 
É com este espírito que podemos encarar o Natal 
como a grande celebração com as nossas famílias, 
mas também como um tempo de descanso sem culpa.
Porque disciplina também é saber parar, 
desfrutar dos convívios e recarregar as baterias.
 
Da mesma forma, encaremos o ano que termina, 
como aquela prova longa e extenuante: 
olhando para trás e sorrindo pelo que deu certo, 
aprendendo com o que foi duro 
e seguindo em frente com mais leveza.
 
Assim, o Ano Novo haverá de chegar como uma nova largada, 
para buscarmos fazer tudo o melhor que pudermos, 
o melhor que já fizemos, 
quer estejamos perseguindo novos pódios, 
ou apenas trabalhando para manter o corpo em movimento 
e a mente em equilíbrio.
 
Que venha um ano com saúde, 
motivação e histórias para contar.
 
Boas festas a todos os Amigos e Leitores !
 
3AV
Marco Cyrino
 
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sábado, 25 de outubro de 2025

Circunstâncias e Livramentos

Pode parecer que não tem a ver com Triathlon.
Mas tem muito, sim.
 
Relembrando aqui os muitos treinos que, por vários motivos, tive que cancelar.
 
Também relembrando muitos outros que, mesmo parecendo que iria dar tudo errado, deu bom.
 
Quanto aos que hesitei em fazer, mas fiz e deram certo, agradeço pela minha perseverança e também pela proteção espiritual que tive.
 
Quanto aos que não consegui fazer, mesmo sendo importantes para os meus objetivos, considero que recebi livramentos.
 
Em minha convicção espiritual, sempre penso que, se eu fiz tudo aquilo que poderia fazer e, ainda assim, deu ruim, era realmente para não fazer.
 
Já me preparei para um treino de pedal na estrada, mesmo com muita dor, e mesmo assim me desafiei.
 
Num sabadão, indo para um treino longuíssimo de pedal, 140 km, não era pra ir.
Mas fui, contra as circunstâncias e contra a minha percepção de que daria ruim.
 
Resultado...
Tomei um capote, não por minha culpa, mas por conta de um carro que me derrubou.
Não respeitei minha intuição...
Já relatei isso no Blog.
Vejam neste link:  Chão!
 
Já tive, também relatei aqui no Blog, uma largada de natação em Pira, em que tudo me dizia para não fazer aquilo, mas fiz.
 
E deu ruim.
 
Também já tive experiências boas desse tipo.
Aquelas em que segui minha intuição.
 
Depois de tudo isso, passei a não ficar bravo com os perrengues que acontecem para atrasar as nossas idas a qualquer lugar.
 
Antes, ficava puto com aqueles maus "profissionais" do volante, que ficam parando em qualquer lugar, atrapalhando o trânsito.
Hoje, não mais.
 
Ficava puto também com coisas simples, que acabavam me atrasando em nossa casa.  Coisas simples mesmo, como, ao sair de casa, perceber que tínhamos esquecido algo.
Hoje, prefiro pensar que são apenas livramentos.
 
Até hoje agradeço os enormes machucados nos joelhos.
Deveria ter seguido minha intuição.
 
O livramento?
Poderia ter morrido.
E hoje vocês estariam recebendo um texto psicografado... kkkk
 

3AV
Marco Cyrino
 
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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Calendário 2026 - NA Sports

Por: NA Sports - Núbio de Almeida
 
Monte o seu planejamento para o próximo ano!
 
34º Triathlon Internacional de Santos
 
08 de março
                                                                                            
 
35º Troféu Brasil de Triathlon
 
www.trofeubrasil.com.br                                                                          
1ª Etapa: 26 de Abril
2ª Etapa: 21 de Junho
3ª Etapa: 27 de Setembro
4ª Etapa (Final): 13 de Dezembro
 
 
Mais informações: http://nasports.com.br/web/
 
 
3AV
Marco Cyrino
 
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sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Quem faz e quem é...

 
Texto de Silvio Luiz Marques
Publicado sob autorização
 
A caminhada na hora que antecede a largada de um Ironman determina o sucesso ou o fracasso da jornada.
 
Sozinho, é o momento em que você irá se revestir de coragem ou medos.
Virão à mente as lembranças de tantas boas sessões de treinamentos, tantos momentos de abdicação de outros prazeres que não apenas o treinamento.
De tantas pessoas que estiveram ao seu lado e que colaboraram em sua preparação.
Todas as horas e o comprometimento de seu treinador com você.
Provavelmente seus pais estarão ali te enviando boas vibrações.
 
Se você conseguir se desligar temporariamente de números e percentuais e se conectar espiritualmente com o Universo e entender que aquele dia será "apenas" um dia mais longo fazendo algo que te dá um enorme prazer, provavelmente as coisas ficarão mais fáceis ao longo do dia.
 
Porque, DE FATO, se você não tiver plena confiança em si, de que terá valido tantos esforços e restrições?
 
Quem espera o dia de uma prova de Ironman para ao final afirmar que aquilo mudou a sua vida comete um tremendo equívoco.
 
O aprendizado deve ser diário e durante toda a preparação.
 
Essa talvez seja a principal diferença entre quem FAZ um Ironman e quem É um Ironman.
É isso.
 

3AV
Marco Cyrino
 
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sábado, 6 de setembro de 2025

Quem é você?


Prefácio do Editor
 
As respostas às perguntas deste texto podem revelar "quem a pessoa é", não apenas na prática esportiva...
 
 
Este post é direcionado principalmente aos Triathletas Amadores que constantemente ficam no meio do "bolo", ou seja, nas faixas intermediárias de suas categorias.
 
Na transição
 
  • Você chega cedo e procura mentalizar o que pretende fazer na prova, arrumando cuidadosamente as suas coisas na baia?
 
    • Ou... Você chega cedo e fica pra lá e pra cá, azarando as meninas que estão olhando/acompanhando os atletas?
 
  • Você repara em alguns atletas, mesmo que da sua categoria, que esqueceram ou precisam de algo, e se dispõe a ajudá-los no que for preciso (já fui ajudado em pelo menos duas vezes)?
 
    • Ou... Você repara em alguns atletas, principalmente de sua categoria, que esqueceram ou precisam de algo, e torce para que ninguém os ajude, assim a concorrência será menor?
 
  • Você veste a roupa de borracha (quando permitido), usando saco plástico para facilitar a colocação, e passando um creme específico no pescoço, axilas e outros locais, para não assar, e os oferece a atletas que estão apanhando para se vestir?
 
    • Ou... Veste rapidamente sua roupa, usando da "bagagem" acumulada (esquecendo que um dia foi você aquele que não sabia nada), se divertindo com os atletas que parecem "siri na lata" para se vestirem?
 
No aquecimento
 
  • Você se preocupa em dar uma entrada no mar (ou na lagoa) para sentir a temperatura, dar um tirinho para elevar a freqüência cardíaca, ver se há correnteza e para onde está levando, etc.?
 
    • Ou... Você entra no mar e dá logo um tirão até a primeira bóia, só pra mostrar quem manda no pedaço?
 
  • Você dá um leve trote e uma breve alongada?
 
    • Ou... Você dá um tiro de corrida a 20 km/h e uma alongada colocando a perna quase na nuca, assim todos verão quem é o fuderoso?
 
Na largada
 
  • Você procura se concentrar mais uma vez, desta feita no que tem que fazer na natação, faz uma breve oração (ou mentalização, para quem não CRÊ), pedindo apenas proteção para você e os demais?
 
    • Ou... Você fica no meio de todo mundo, falando alto e botando pilha: - "Vamos lá! Isto aqui é pra macho! Sangue nozóio!"
 
  • Você procura o local mais adequado para a entrada na água, em decorrência do que sentiu (correnteza, por exemplo) e de sua capacidade de natação?
 
    • Ou... Você se coloca logo na primeira fila, não importando se vai atrapalhar alguém que nade melhor (melhor atrapalhar do que ser atrapalhado)?
 
Na natação
 
  • Você prefere fazer um percurso um pouco maior, porém limpo, para não bater em ninguém e nem levar porrada?
 
    • Ou... Você sai na frente e no bolo, não importando se vai dar ou levar porrada de alguém à sua frente ou ao seu lado?
 
  • Você dá um toque quando (quase que invariavelmente) algum nadador totalmente fora de rota se atravessa na sua frente?
 
    • Ou... Você se aproveita quando um nadador se atravessa na sua frente, e passa por cima dele, aproveitando para lhe dar um pequeno caldo, pois "aqui não é lugar de prego".
 
  • Na "muvuca" da primeira bóia, onde inevitavelmente se juntam muitos atletas para contorná-la, você evita dar "pernada de nado de peito", para evitar machucar alguém que esteja atrás, ao mesmo tempo em que procura alertar os atletas que estão com a cabeça enfiada na água, pedindo calma?
 
    • Ou... A hora da “muvuca” é uma chance de tirar mais alguns concorrentes de combate, dando pernadas nos que vêm atrás e porradas nos que estão na frente, até mesmo puxando alguns pelas pernas.
 
Na T1
 
  • Você sai do mar pelo funil correto, mesmo que tenha de nadar pelo raso um pouco mais?
 
    • Ou... Você sai pelo lado do funil, afinal é mais rápido correr pela beira, para entrar no funil, do que sair pelo lugar correto?
 
  • Você chega à transição procurando retirar a roupa de borracha o mais rápido possível e, na hipótese de algum staff da prova o auxiliar, agradece?
 
    • Ou... Você já chega à transição gritando por um staff para ajudá-lo a tirar a roupa rapidamente, como se houvesse um staff só seu (afinal você pagou)?
 
No ciclismo
 
  • Você procura "encaixar" seu ritmo de pedal, sem se importar muito com os atletas que o ultrapassam no início?
 
    • Ou... Você sai a milhão, tentando alcançar um pelotão que está bem à sua frente?
 
  • Você, ao alcançar um pelotão ou ser alcançado por um, procura ultrapassá-lo logo ou deixá-lo ir?
 
    • Ou... Você se "esconde" logo dentro do pelotão, para não fazer muita força?
 
  • Você, ao ser ultrapassado por um atleta mais forte no ciclismo, o cumprimenta e o deixa ir?
 
    • Ou... Você se encaixa atrás dele, aproveitando sua roda, enquanto o "fera do ciclismo" se ferra com a cara no vento?
 
  • Você, principalmente em provas longas, ao passar por um atleta que evidentemente falhou na hidratação ou nutrição, pergunta se ele está precisando de algo?
 
    • Ou... Você abaixa a cabeça no clip e pensa: - "Mais um fora de combate"?
 
Na T2
 
  • Você chega do ciclismo pensando nos próximos passos a serem dados (não esquecer nutrição para corrida, fazer as tarefas corretamente, etc.)?
 
    • Ou... Você chega novamente gritando por um staff para ajudá-lo a colocar a bike na sua baia, enquanto se prepara para a corrida?
 
Na corrida
 
  • Você começa procurando se adaptar à nova modalidade, avaliando seu estado físico e psicológico, de olho na próxima hidratação e/ou alimentação?
 
    • Ou... Você começa num pace alucinado, pouco importando se vai ou não quebrar mais à frente.
 
  • Você, novamente, principalmente em provas longas, ao ultrapassar um atleta "quebrado", pergunta se ele precisa de algo e, se for o caso, lhe oferece (afinal, você acaba sempre levando um pouco mais do que precisa)?
 
    • Ou... Ao avistar um atleta "quebrado", você, mesmo já não estando muito bem, empola o peito e passa por ele dando um tiro, mostrando que você realmente é o fuderoso?
 
  • Você, ao se aproximar da chegada, mesmo não tendo feito sua melhor prova, ainda continua dando seu melhor, pois sua principal competição é consigo mesmo?
 
    • Ou... Você, ao se aproximar da chegada, por não ter feito uma boa prova, bota a mão na coxa, faz cara de dor (tipo Romário), e chega correndo mancando, mesmo sem ter nenhuma lesão?
 
Após a prova
 
  • Você checa os resultados e, vendo alguns atletas de sua categoria (e outros de outras categorias) que chegaram à sua frente, os parabeniza?
 
    • Ou... Você checa os resultados, e começa a falar um monte sobre quem chegou à sua frente?
 
  • Você admira os seus "adversários" mais competentes?
 
    • Ou... Você inveja seus "adversários" mais competentes?
 
  • Você conclui que existem Triatletas melhores do que você, ou que você ainda precisa lapidar e melhorar seus treinos?
 
    • Ou... Você conclui que os Triatletas melhores do que você usam doping, vivem somente para aquilo, têm melhor estrutura, etc.?
 
  • Você se despede dos seus amigos, elogiando sinceramente suas performances e equipamentos?
 
    • Ou... Você não se despede dos seus adversários e sai comentando: - "Com esses equipamentos, até eu" ?
 
  • Você vai para sua casa contente por mais uma dádiva (sim... como é algo para poucos, considero uma dádiva) e com um sentimento de dever cumprido?
 
    • Ou... Vai para casa puto da vida?
 
  • Você chega em casa, cansado, exausto, mas feliz e com aquele sentimento de "até a próxima"?
 
    • Ou... Você chega em casa, cansado, exausto, inconformado, com aquele sentimento de "na próxima, vocês vão ver"?
 
Então...
Eu sei quem eu sou.
Quem é você?
 
3AV
Marco Cyrino
 
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