domingo, 6 de junho de 2021

Treinamento - Evitando ser atropelado



Bom dia, boa tarde, boa noite, galera (galera???)

A postagem de hoje tem como inspiração meu último treino (treino???) de corrida, pelas calçadas da orla de Santos.

Mas, vou estendê-la para as outras modalidades do Triathlon.
Já aviso que o relato sobre a minha inspiração vai ficar por último.
Portanto, leiam até o final... rsrsrs

Natação
Alguém já foi atropelado na piscina, treinando?
Acho que muitos. 
Eu já.... e muitas vezes.

Como evitar?
Vendo quem está na sua raia e o ritmo deles em comparação com o seu.
Óbvio!

Ainda assim, pode ocorrer de, numa série longa, digamos uns 400 m, você ser atropelado por quem saiu primeiro, sendo que você saiu por último.

Então, nade como se estivesse em águas abertas, procurando sempre dar uma espiada ao seu redor e atrás, para saber se não está correndo o risco de ser atropelado, ou de atrapalhar a natação de quem vem querendo ultrapassar você.

Neste último caso, vá o máximo possível para a direita de sua raia para, dar espaço para a ultrapassagem.
Cuidado com os atletas que vêm em sentido contrário, na raia ao lado, para não dar e nem levar uma porrada no braço, ou até mesmo se enroscar com um deles.
Recomendo que, nessas situações, evite aquelas braçadas abertas. Nade com os braços o mais alto possível.

Em águas abertas não dá para fazer isso. 
Na largada, procure estar em posição que não atrapalhe ninguém que nade bem melhor que você e, com relação aos piores nadadores, largue pela borda do pelotão. 
Talvez você nade um pouco mais. Só que não vai ser atropelado e nem atropelar ninguém.
Ainda, em águas abertas, recomendo o inverso do que recomendei na piscina. Nade com os braços um pouco mais abertos, para procurar manter uma distância dos nadadores ao seu lado.

Ciclismo
Muito importante, porque um atropelamento aí vai causar muitos danos materiais e físicos.
Em uma prova de Triathlon, ou mesmo em treinos, pedale sempre pela direita e, se possível, sinalize a respeito dos obstáculos à frente.
Existe um "código" de sinais para isso. 
Depois escrevo a respeito.

Em treinos, até vale pegar o vácuo do colega ou do pelotão.
Na maior parte das provas, isto é proibido.
Portanto não se acostume a pedalar em pelotões. 
Se assim fizer, nunca fique "clipado". 
Esteja sempre atento e com as mãos no guidão e nos freios, para qualquer emergência.

Também tome muito cuidado com as faixas de rolamento que estiver utilizando. 
Nunca use fones de ouvido. Poder ouvir o trânsito ao seu redor é muito útil.
Ainda, não use celular ou qualquer outro aparelho que possa desviar a sua atenção.

Corrida
Chegamos aos finalmentes.... kkk
A corrida parece ser a modalidade de menor risco para atropelamentos.
É verdade.
Porém, como diria Paulinho da Viola, "ah, porém.... há um caso diferente..."

    • Já fui atropelado por "multidões" caminhando em sentido contrário ao da minha corrida, sem poder sair para a rua, para o jardim, para a ciclovia.  Simplesmente fui atropelado.
    • Já fui atropelado por ciclistas que, do nada, saíram da ciclovia e vieram para cima de mim pela calçada.
    • Já fui atropelado por um incauto que abriu a porta do carro quando eu estava passando correndo, pela calçada.

E, em meu último treino de corrida pelas calçadas da orla de Santos, fui literalmente atropelado por um cão.

Adoro cães e detesto seus donos irresponsáveis.

Pois bem, estava eu na fase de "tiros", quando, do nada, surgiu um dog bem pequeno, mas daqueles que latem bagarayo e querem pular em você. 

Pensei:
- Se vier pra cima de mim, dou uma bica e ele vai parar no meio da rua.

Só que não tenho coragem de fazer isso.

E não é que ele veio com os dentinhos arreganhados querendo me atacar?
Só porque eu estava correndo!

A dona veio correndo atrás dele e o pegou.
Desculpou-se e... vida que segue... só que com a adrenalina subindo.

Mais 1 km à frente, me surge um urso... quer dizer, outro dog, só que com o tamanho de um urso.

Deu tempo nem de pensar.
Ele veio em minha direção e pulou em mim.... graças a Deus brincando. 
Mas fui literalmente atropelado.

O dono (?) dele veio me ajudar (?), colocá-lo na coleira e dizer que ele só queria brincar.
Tá! Mas, e daí?

Não sei o que sugerir para evitar esse tipo de atropelamento.
Alguém aí já passou por isso ?


Abraços caninos. 

3AV

Marco Cyrino 

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segunda-feira, 24 de maio de 2021

Introspectivos.... até a página 2.


Nos últimos dias, tenho pensado muito sobre a volta aos treinos.

Sobre estar tentando voltar a um ritmo de treinos que me permita retornar às provas.

Já me perguntaram um milhão de vezes sobre o que fico pensando durante meus treinos.
Sempre respondo que não penso em nada.
MENTIRA das grossas.

A gente fica pensando sobre tudo.

Eu, particularmente, fico raciocinando sobre tempos, distâncias, paces, etc.
Milhares de contas a respeito do treino que estou fazendo, seja ele curto, médio ou longo.
Seja ele de natação, pedal ou corrida.
E me vejo, de vez em quando, confrontando minhas contas com os tempos do Garmin.
Via de regra, acabo acertando.

Dependendo do tempo e da distância do treino, acabo pensando em muitas outras coisas, para passar o tempo.

Treinando, já encontrei amigos e colegas que queriam conversar.
E eu, meio desligado deles, continuava apenas com os meus pensamentos.

Num treino longo de natação, tipo 4.000m numa piscina de 25 m, são "apenas" 80 voltas completas (ida e volta).

Imaginem contar simultaneamente braçadas, meia volta, volta inteira, tempo de cada pequena etapa (meia volta ou volta inteira) e ir acumulando isso no HDD da cabeça.

Num treino longo de pedal, tipo 180km, numa estradinha (a E.V.) com 8km de percurso, são "apenas" 12 voltas completas (ida e volta).

Imaginem contar simultaneamente ritmo de pedaladas (cadência), meia volta, volta inteira, programando hidratação e alimentação a cada trecho, e ir comparando isso tudo com o Garmin ou outro medidor de performance.

Num treino longo de corrida, tipo 35km, pelas avenidas e areias das praias de Santos, São Vicente, enfim... tentando também manter uma frequência de hidratação e suplementação.

O que vocês acham que passa na nossa cabeça?

Já me peguei fazendo minhas orações, resolvendo problemas de todos os tipos, imaginando como seria o meu Ironman. 

Resumindo, mesmo que não sejamos, ficamos introspectivos.

Daí, depois de algum treino desses, chego em casa e minha amada Neuzita vem me perguntar como foi, como estou, se quero algo.

Continuo introspectivo.
Só quero tomar um belo banho, me alimentar e dormir.

Dia seguinte, acordo.... e a introspectividade passou.

Quero contar tudo.... quero conversar muito.... quero traçar planos para os próximos treinos.... quero agradecer e continuar pedindo ajuda.... quero tudo.

E assim vai até o dia da prova.
Ah! Esse é o dia de ficar realmente introspectivo.

Nem vou falar sobre os dias anteriores, de viagem, arrumação de tudo, de pegar o kit, preparar para a prova, de me alimentar, hidratar, tentar descansar, etc.

A cada um desses passos, vou ficando mais introspectivo.
Só quero conversar comigo mesmo.

Acordar introspectivo, tomar café introspectivo, até mesmo ir ao banheiro introspectivo. 

Pegar as coisas, ir para o local da prova, arrumar o que ainda falta ser arrumado na transição, vestir para a natação.... tudo introspectivo.

Daí, ir para o local da largada.... mais e mais introspectivo...

Afastar-me de tudo e de todos e fazer uma bela oração, introspectivamente, pedindo apenas proteção para mim e para todos que irão fazer a prova.

Já meio "desintrospectivizado", dou um beijo na Neuzita, fazemos uma selfie, e já vem a buzina da largada.

A introspectividade vai embora...

Vem a natação.
Vem o ciclismo.
Já converso com muita gente...

E vem a corrida...
Daí, já confraternizo com tudo e com todos, principalmente com os staffs. Agradeço a atenção de todos.

Lógico que, principalmente durante a natação e o ciclismo, acabo ficando às vezes introspectivo. Mas nada comparado aos treinos.

Daí, quase na chegada...

Uns 3 km antes dela, já sou o cara menos introspectivo que se possa imaginar.

Interajo com todos os atletas que ultrapasso, com todos os que me ultrapassam, com todas as pessoas que estão ao redor aplaudindo e dando muita força a mim e aos demais.

E na chegada... 

Ah! Ela, a chegada!

Não há nada mais maravilhoso do que ela, para nos tirar da introspectividade.

Quero e consigo falar pelos cotovelos, mesmo com dores até no cabelo.

Entro nas tendas de alimentação, de hidratação, de massagens, de atendimento médico.... e quero e falo com todos.

Após uma breve reposição de calorias, saio e encontro novamente a Neuzita e quem mais estiver com ela.

Aí é que a coisa fica boa.
Não consigo mais parar de falar...
Falo pelos cotovelos, pelos calcanhares, pelos joelhos.
Falo muito e não quero parar de falar.

Voltamos para o refúgio, seja pousada, apartamento, ou hotel.

E tomo um banho falando, como algo falando, deito e durmo falando.


Enfim, somos introspectivos, até a página 2.

Agradecimentos a todos que entendem a minha introspectividade e a todos que, depois, entendem a minha tagarelice.
Principalmente a ti, Neuzita.

3AV

Marco Cyrino

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sábado, 1 de maio de 2021

O retorno não é fácil

Depois de ter dado um tempo no Triathlon em 2019, por problemas pessoais...

Depois de ter tentado voltar a treinar em 2020 e...  
Ah! Vocês sabem, veio a pandemia.

Depois de praticamente dois anos só fazendo uns biro-biros, tipo pedalar meia hora no rolo, correr pelas escadarias do meu prédio, nadar... 

Nadar? Onde?
Ah... Pra nadar, tenho o mar praticamente na minha porta. 
Bom, não tem desculpinhas.

Perdi 99% do meu condicionamento físico.

Recomecei a treinar no início deste ano de 2021.
E veio o tsunami... TSUNAMI mesmo, porque não foi 2ª onda.

Parou tudo de novo. 
Só que desta vez parou tudo mesmo.

Agora, caindo novamente o número de contaminados e de mortes, com mais vagas de UTIs, aumentando o número de vacinados (incluindo eu, na faixa etária de 63+), estou me dispondo a voltar aos treinos.

Orando muito para que não venha a 3ª onda dessa desgraça.

Daqui pra frente, é pura ficção combinada com o que sei que vai acontecer.

As academias ainda não estão com horários disponíveis para musculação e natação nos horários que posso ir.
Bora nadar no mar.

Saio de casa cedo, visto a minha roupa de borracha para natação (porque sem ela acho que não conseguiria nadar no mar), entro no reino sagrado do mar (depois de orar pedindo proteção) e consigo finalmente nadar 1.000m.
E saio do mar como quem nadou 10.000m.

No outro dia, faço um treino de bike no rolo.
Trinta minutos e estou exausto como quem fez 180km.

Vamos correr no outro dia.

Faço 1 hora de corre, caminha, trota, pára, senta, espera baixar a FC, volta a trotar...
E deu 7km em 1 hora. 
Pace de mais ou menos 8:20 min/km.

Vamos insistir na corrida, que é o que está mais fácil pra realizar.

Deu 8:10 min/km de pace.
Depois 8:00 min/km...
Depois 7:40 min/km...
Depois 7:30 min/km. 
Depois 7:20 min/km...
Depois 7:10 min/km...
Ontem 7:14 min/km...

Nosso corpo tem memória. Tem mesmo!
Mas acho que o meu está com problemas....... kkkk.

Só sei que tenho resiliência e estou voltando.

Pra quem, há 3 anos, corria 10km para 50min... está longe. 
Mas, aos poucos vamos voltando.

Não estranhem caso eu volte no TB deste ano e faça mais de 3 horas na distância Olímpica.
Vai ser apenas um retorno. 
Sem preocupação com o tempo e sim com minha saúde.

Espero encontrar muitos amigos lá.

3AV

Marco Cyrino

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terça-feira, 20 de abril de 2021

O caminho é o caminho


Sei que vou parecer piegas.

Muitos já falaram a respeito, sobre outros aspectos, principalmente sobre a VIDA.

Ainda assim me arrisco.

Por que sou extremamente feliz praticando Triathlon?

Porque aprendi, desde que decidi praticar esse esporte, que o caminho é longo, muito longo, para que possamos ser felizes....

•    Desde pequenas provas só de natação (50m, 100m, 200m, 400m), pequenas provas só de corridas (3km, 5 km), pequenas provas só de ciclismo (dessas não participei).

•    Desde pequenas provas de Biathlon (500m + 3km) e de Short Triathlon (750m + 20km + 5km).

•    Depois de um certo tempo, desde as provas na distância Olímpica (1.500m + 40km + 10km).

•    Depois de muito tempo, desde as provas de Long Distance, 70.3, Meio-Ironman... Enfim, independente da nomenclatura, a distância é a mesma (1.900m + 90km + 21km).

•    Até finalmente chegar às provas de Ironman (3.800m + 180km + 42km).

(Em Triathlon, as distâncias mencionadas se referem sempre a natação + ciclismo + corrida, respectivamente.)


Quando penso em cada trecho dessa longa caminhada, vejo que a felicidade realmente está relacionada muito mais ao percurso para chegar lá, do que a cada chegada.

A chegada é só a “cereja do bolo”.
(Fico imaginando essa expressão para quem não gosta de cereja.... kkk)

Penso eu, alguns Triathletas, que iniciam logo de cara pelo Ironman, não conseguirão ficar tão felizes quanto poderiam caso houvessem trilhado todo o caminho.

Para eles, terá sido um caminho curto, dolorido, sofrido (aliás, como todos são), porém sem a curtição de todo o percurso.

No caminho sempre haverá treinos que nos deixarão muito exaustos, pensando em desistir, etc. E outros em que nos sentiremos fortes, competentes para vencer uma guerra sozinhos.
Os mais difíceis sempre serão em maior quantidade do que aqueles ótimos.

Fazendo uma comparação bem forte:

Nossa vida é uma caminhada.
Vamos passar por muito mais perrengues do que por situações fáceis, tranqüilas, felizes.

Ainda assim não abrimos mão dela.
Fazemos questão de cumpri-la como bebês, crianças, adolescentes, jovens, maduros, velhos, anciões... E levaremos daqui aquilo que vivermos.

Em relação ao Triathlon, sair do nada e ir direto para um Ironman (ou coisa pior... kkk), é o mesmo que sair das fraldas e ir direto para a fase de “velhos” ou “anciões”.

Cadê o prazer de fazer toda caminhada?

Que fique claro, estou falando apenas e tão somente sobre Triathlon.
A comparação não significa que a pessoa (atleta) estaria fazendo isso com a sua vida. Estaria fazendo apenas com relação ao Triathlon.

Entendo muito que, provavelmente, essas pessoas têm um desafio e querem realizá-lo. E, via de regra, conseguem.
Só que a maioria não vai curtir continuar nesse caminho.

Bom... era isso... por enquanto....

3AV

Marco Cyrino

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domingo, 11 de abril de 2021

Pequena análise sobre provas

Pequena análise sobre provas

 

M E M Ó R I A S

 

Hoje, conversando em um grupo de Triathletas, numa rede social, terminei revivendo algumas das muitas provas que já fiz, falando sobre alguns percursos, dificuldades e facilidades.

 

Daí, resolvi escrever sobre isso.

 

 

Provas de Triathlon Short, daquelas que são pancadaria.

 

Santa Cecília, do meu amigo Paulinho, da YPS:

Daquelas em que participei, lembro muito bem, realizadas ao pé da Ilha Porchat, aqui pertinho, em São Vicente.

Natação saindo e voltando da Praia dos Milionários.

Ciclismo em várias voltas, com vácuo, entre a Ilha Porchat e a Divisa com Santos. Eram 6 voltas.

Corrida, caso eu não esteja enganado, eram 2 voltas, até o Posto do Petrobrás.

 

Também lembro que, na minha categoria, havia um "atleta" que trapaceava.

Fazia uma volta a menos de ciclismo.

E, ainda assim, só me passava na chegada da corrida.

Esse #^$$%* pegou alguns pódios na minha frente, inclusive no TB, até que foi desmascarado pelo Cabral.....kkkkkkk.

Nunca mais o vi em nenhuma prova.

Nunca vou dizer o nome dele, até porque, não merece.

 

Nessas provas, a natação era ótima.

O pedal, perigoso, devido à pista estreita e à permissão para vácuo.

A corrida, normal.

 

Não posso falar sobre as que ocorreram e ainda irão ocorrer no Guarujá, porque não participei. Mas, estão na mira.

 

 

Provas de Triathlon Short, no Troféu Brasil. Pancadaria também.

 

Foi quando tudo começou, depois de eu não poder mais jogar futebol por conta de... Ah! Isso é papo pra outra postagem, além daquelas que já fiz a respeito.

 

Então, comecei fazendo o Short, com bike sem marchas, daquelas de rua mesmo... E depois... Ah! O depois também é papo pra outra hora...

 

O assunto aqui não sou eu. São as provas.

 

Esses shorts no TB eram (e, se Deus quiser, continuarão sendo) maravilhosos.

 

Antes, as largadas e chegadas eram no Gonzaga, aqui em Santos.

E ainda havia as provas em MG, RJ, São Paulo (Capital)...

 

Só vou falar das provas de que participei.

 

Santos

 

Excelente, sempre.

Além de ser aqui, na porta de casa, os percursos de natação, ciclismo e corrida sempre foram ótimos.

Sem nenhuma ressalva.

 

Rio de Janeiro

 

Adorei fazer essa prova lá.

Copacabana, Aterro do Flamengo, Ipanema. 

Pourra! Tirando os vândalos que tentaram assaltar a gente, o resto foi de boa. kkk

 

Sampa - USP

 

Êita prova dura, viu?

Mas não vou mencionar agora, porque só participei delas na distância Olímpica.

 

 

Provas de Triathlon Olímpico, no Troféu Brasil.

 

Provas duríssimas. E também na base da pancadaria.

 

Participei da 1ª prova Olímpica que não fosse para atletas com índice, tipo quase profissionais ("tipo" é phoda.... tô falando quase como os aborrecentes....... kkk).

 

Mas havia índices para completar cada etapa, tipo (kkk) natação até "x" minutos, pedal para "y" minutos, e a corrida que se dane.

 

Bom, não vou falar que ganhei, mas ganhei na minha categoria.

Menos por mérito e mais por ter caído no meu colo.

Acho que esse foi o start para eu levar o Triathlon a sério mesmo.

 

Santos

 

O percurso e a estrutura da prova são sempre TOP.

 

Antigamente, com largada e chegada no Gonzaga, a natação era um pouco mais difícil, porque ali existe uma arrebentação maior, dependendo das condições do mar.

 

Hoje em dia, na Ponta da Praia, em frente ao Escolástica Rosa, a natação é, digamos, mais light.

 

O ciclismo é de boa. Meio travado, mas de boa, tirando a Avenida Portuária, que antes era ótima para pedalar e hoje está arruinada.

 

E a corrida pelas praias de Santos. Ah! Show de bola.

 

USP – Sampa

 

Ô prova dura, viu?

Clima frio!

Natação... água pesada e gelada.

Pedal... circuito travado, com subidas e asfalto muitas vezes ruim. Corrida.... também com algumas subidas.

Mas é duro pra todos.

 

Internacional de Santos

 

Ótimo em todos os sentidos e detalhes.

 

Transição ótima.

 

Natação ótima, uma volta de 1.500m, normalmente em mar calmo. Houve apenas uma vez em que o mar estava terrível.

 

Ciclismo... Esse é o ponto principal.

Pedalar na Via Anchieta... tudo de bom.

Percurso excelente, rápido e seguro.

Saía da Av. Conselheiro Nébias, indo até a R. João Pessoa; virava à direita até o cais de Santos, voltava e ia até a saída da cidade. Depois, só alegria... rodovia ida e volta.

 

Corrida... ótima. Simples assim.

Toda em apenas uma volta por toda a orla de Santos, saindo do Boqueirão, indo até a Divisa com São Vicente, voltando até a Ponta da Praia e finalizando com o retorno até o Boqueirão novamente.

 

Desconheço outra prova tão legal.

 

 

Provas de Triathlon Long Distance

 

Aí o bicho pega.

 

Primeiro, em Pira

 

Também não vou falar sobre os meus perrengues.

O circuito é ótimo.

Quer dizer, a natação é phoda.

A bike também.

E a corrida é para os fortes... kkk

 

Natação... água pesada na lagoa.

Pedal com várias subidas pequenas (ou não).

Corrida sempre acima de 40ºC, e sem sombra nenhuma.

Reze pra chover. rsrsrs

 

Floripa - Jurerê... TriDash como antecipação do Challenge 

 

Acho que foi uma prova-teste para o Challenge.

Muito boa. No mesmo percurso do Iron (do qual falarei a seguir).

 

Depois, vieram os Challenge.

Percursos ótimos.

Mas, dependendo das condições climáticas, podemos passar por perrengues.

 

A natação é em Jurerê Internacional. Tranqüilo (até a página 2).

O pedal é pelas estradas locais.

E a corrida também.

 

Tivemos "poucos" perrengues.

Como no dia da diminuição da natação, porque ventos de 60 km/h estavam rolando por ali.

 

Depois, em outra prova, tivemos um cancelamento de prova, porque um ciclone derrubou tudo e todos.

Mas, normal..... kkkk

 

Bratislava, Eslováquia - Mundial de Challenge

 

Obtive a vaga por ter vencido o Challenge de 2017, na minha categoria, em Floripa.

 

Pourra, falar o que sobre essa prova?

 

Nadar no Rio Danúbio.

 

Pedalar com asfalto ótimo por 90 km, sendo 45 km com vento a favor e os outros 45 km com vento contra, nessa ordem.

 

Correr dentro do Centro Olímpico de natação da República Eslovaca.

 

Conseguir ser o 12º colocado em minha categoria, em que havia 36 atletas classificados, a maioria de europeus.

 

Ali é que a gente vê o quanto precisamos evoluir.

Não só em nossa preparação, até porque o cara que venceu na minha categoria botou quase 1 hora a menos que eu.

Mas, sobre a infraestrutura. Simplesmente excelente, como realmente deveria ser num campeonato mundial.

Bom, já falei demais.

 

 

Provas de Ironman

 

Meus 7 Irons completados foram todos lá, em Floripa.

 

Natação... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas elas.

 

Ciclismo... bom ruim, péssimo, ótimo. Passei por todos eles.

 

Corrida... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas elas.

 

Atualmente, a corrida sofreu muitas modificações.

As 7 provas que fiz, ainda eram com as subidas de Canavieiras.

A 1ª volta era a longa, de 21 km.

Hoje, pelo que vejo, são 4 voltas de 10 km, e pouco dentro de Jurerê.

 

Não sei dizer se ficou melhor ou pior.

Talvez tenha ficado mais rápida, porque já não existem as grandes subidas.

 

A natação depende muito das condições do mar.

 

O ciclismo depende muito das condições do asfalto e das demarcações e segurança no trânsito.

Já vi de tudo lá. Inclusive, "baladeiros" invadirem a pista e colocarem obstáculos, como galhos, para derrubarem os atletas.

 

E, na corrida, é muito bom a gente receber o apoio dos moradores, ou mesmo de quem está lá temporariamente, torcendo para que possamos ao menos completar a prova.

 

 

Falei muito e não disse metade do que queria dizer.

 

3AV

Marco Cyrino

 

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