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sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Olimpíadas 2024 - Desempenho histórico de Miguel Hidalgo

 
Imagem © 2024 - Vecteezy.com
 
Miguel Hidalgo fez história para o Brasil, No Triathlon individual dos Jogos Olímpicos de Paris 2024.
 
Estreante em Olimpíadas, Hidalgo destacou-se com uma boa performance na natação e um ciclismo excepcional, o que lhe permitiu posicionar-se entre os melhores atletas da competição, terminando em 10º lugar, marcando assim o melhor resultado da história do Triathlon brasileiro em Jogos Olímpicos.
 
A competição foi marcada por desafios significativos, incluindo a qualidade da água do Rio Sena, que forçou o adiamento da prova masculina, e a forte correnteza do rio.
 
Apesar dessas adversidades, Hidalgo mostrou grande habilidade e resistência, consolidando seu lugar entre os atletas de elite do Triathlon mundial.
 
Veja neste link a matéria completa da CBTri, incluindo imagens, mais detalhes e comentários sobre os demais Triathletas:
 
 
3AV
Marco Cyrino
 
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sábado, 2 de abril de 2022

Percursos x Percursos



Vendo postagens sobre os percursos da prova que houve aqui, na Base Aérea da Baixada Santista:

Um monte de gente reclamando sobre o percurso de bike.
Que era travado
Que tinha muitos cotovelos.
Que a pista era ruim.

Também vi comentários sobre a prova, por diversos motivos, ter sido, digamos, lenta... e que, por isso, não seria uma boa prova. 

Isto porque alguns atletas queriam melhorar seus tempos na distância e não conseguiram.

Li também que a natação do TB, no Olímpico, deveria ser feita em uma única volta, porque melhoraria os tempos de natação.
E que, no mesmo TB, o pedal poderia ser feito na Anchieta.
E que a corrida, lá na Base Aérea, não tem o mesmo visual das praias de Santos.

Bom... 
Vou falar pra todos vocês um bagulho.

Cada prova é uma prova.
Comparar uma prova com outra é nocivo.

Apenas para fundamentar...

Já fiz provas de Long Distance, Meio-Ironman, Challenge, enfim, provas com as mesmas distâncias (1,9 km de natação, 90 km de pedal e 21,1 km de corrida) em vários locais e circuitos.

Não dá para comparar o tempo que fiz em uma com o tempo que fiz em outra.

Os tempos em Pirassununga foram bem melhores do que os tempos em Jurerê, no Challenge.

Embora a natação em Pira seja mais desafiadora (água doce, pesada) do que a do Challenge em Jurerê, ela não tem correnteza, ou ventos de 70 km/h como uma das que fiz em Jurerê.

Embora em Pira o ciclismo seja melhor para obter tempos (4 voltas com subidas bem suaves)... as duas voltas de 45 km cada, em Floripa, são mais desafiadoras com as subidas das serrinhas.

Embora a corrida em Jurerê seja toda no plano, em 3 voltas de 7 km cada, a corrida de Pira é bem punk, com 2 voltas, com um sol pra cada um, sem sombras, e com um trecho de areião em cada volta.

Se quiséssemos apenas competir com nossos melhores tempos, teríamos que escolher uma prova em que cada modalidade fosse feita em nosso melhor ambiente. Tipo assim...

Os melhores nadadores de piscina fariam essa modalidade numa piscina olímpica. 

Os melhores nadadores de águas abertas fariam no seu melhor cenário, tipo Canal 6 aqui em Santos.

Os melhores ciclistas iriam pedalar apenas na Anchieta, com o trânsito totalmente parado para eles.

E os melhores corredores iriam correr pelas belas paisagens da nossa avenida da praia.


Fui para o Mundial de Challenge, na Eslováquia, achando que o percurso seria ótimo, uma expectativa que considerava a natação no Rio Danúbio, o pedal direto e reto, com pouquíssimas curvas, em asfalto de Fórmula 1, a corrida dentro do X-Bionic, um lugar muito legal.

Ao chegar lá, vi que a natação no Rio Danúbio ia ser punk. 
E assim foi. Correnteza (rio corre, né? e se corre tem correnteza, né?), muito vento contra. Marolas na cara, enfim...

Pedal direto e reto.
Só não sabia que lá é uma região de ventos. 
Pra todo lado se olhasse havia uma usina eólica.
Foram 45 km com vento a favor, pedalando pra 40 km/h ou mais e, na volta, fazendo uma puta força para manter uns 25 km/h. 

Resultado, acabei com minha corrida, que também achava que seria fácil. 
Corremos num circuito de corrida de cavalos.
Parte no plano, parte em pequenas subidas, parte em grama baixa, parte em grama alta, parte em areia batida, parte em areia fofa.

Links sobre o Challenge Championship Samorin 2018

·         Relato de Pré-Prova
·         Relato de Prova
·         Relato de Viagem 


Também, já fiz duas vezes o Insano, cujo mote derivou das subidas na corrida, em Guaratuba.

Ganhei nas duas vezes. 
Mas, me preparei para isso.
Treinei que nem um doido as subidas de corrida, aqui em Santos, em Balneário Camburiú. Enfim, treinei pra caramba.
 
 Links sobre o Insano - Guaratuba
 
 
 
O que quero dizer com isto?
Quero dizer que existem provas desafiadoras pra todos.

A prova mais fácil que fiz (em termos de tempo no Olímpico) foi o Internacional de Santos, com o ciclismo na Anchieta. 
É ótimo.
Permite nos sentirmos o melhor Triathleta de todos os tempos da última semana.
Natação com apenas uma volta de 1.500 m, direto e reto.
Pedal no melhor circuito possível, em minha opinião. 
E corrida também no melhor circuito.

Como posso comparar o tempo que fiz nessa prova com outras Olímpicas?
Por exemplo, TB na USP.
Natação em água doce, pesada e gelada, em duas voltas (porém sem sair da raia olímpica).
Ciclismo com 2 voltas travadas e com subidas.
Corrida também com 2 voltas e com subidas.

BH, RJ, cada uma com suas facilidades e dificuldades.


Esta publicação vale principalmente como estímulo para que não fiquem tentando obter o melhor tempo de sua vida.

Tentem, ou melhor, tentemos, melhorar nossa performance a cada treino, a cada prova, seja ela onde for e sob quais condições forem.

Muitos acham que é fácil organizar e realizar uma prova no melhor circuito possível.
Não é fácil, viu? 

Imaginem, numa cidade como Santos, fazer 5 provas (4 TB e 1 Internacional), fechando a Via Anchieta, principal estrada de chegada ao maior porto da América Latina. 

Facinho, né?
Bora lá, parar a cidade inteira, etc.
Ain.......mas a inscrição está cara.
Ain.......mas o circuito é travado.
Ain.......mas a corrida não tem um visual legal.
Ain.......mas a natação é difícil.


Queremos ser Triathletas, ou apenas realizar a melhor prova de nossas vidas da última semana?

Na real, a competição de cada um deve ser principalmente consigo mesmo, pois, ainda que pudéssemos comparar nossos tempos na mesma prova e no mesmo circuito, as condições (sob todos os aspectos) jamais serão exatamente as mesmas, nem mesmo para cada um de nós... 

Então, que possamos treinar especificamente para fazer a nossa prova alvo e nos alegrar com os resultados, sabendo que fizemos o nosso melhor.


3AV
Marco Cyrino
 
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domingo, 11 de abril de 2021

Pequena análise sobre provas

Pequena análise sobre provas

 

M E M Ó R I A S

 

Hoje, conversando em um grupo de Triathletas, numa rede social, terminei revivendo algumas das muitas provas que já fiz, falando sobre alguns percursos, dificuldades e facilidades.

 

Daí, resolvi escrever sobre isso.

 

 

Provas de Triathlon Short, daquelas que são pancadaria.

 

Santa Cecília, do meu amigo Paulinho, da YPS:

Daquelas em que participei, lembro muito bem, realizadas ao pé da Ilha Porchat, aqui pertinho, em São Vicente.

Natação saindo e voltando da Praia dos Milionários.

Ciclismo em várias voltas, com vácuo, entre a Ilha Porchat e a Divisa com Santos. Eram 6 voltas.

Corrida, caso eu não esteja enganado, eram 2 voltas, até o Posto do Petrobrás.

 

Também lembro que, na minha categoria, havia um "atleta" que trapaceava.

Fazia uma volta a menos de ciclismo.

E, ainda assim, só me passava na chegada da corrida.

Esse #^$$%* pegou alguns pódios na minha frente, inclusive no TB, até que foi desmascarado pelo Cabral.....kkkkkkk.

Nunca mais o vi em nenhuma prova.

Nunca vou dizer o nome dele, até porque, não merece.

 

Nessas provas, a natação era ótima.

O pedal, perigoso, devido à pista estreita e à permissão para vácuo.

A corrida, normal.

 

Não posso falar sobre as que ocorreram e ainda irão ocorrer no Guarujá, porque não participei. Mas, estão na mira.

 

 

Provas de Triathlon Short, no Troféu Brasil. Pancadaria também.

 

Foi quando tudo começou, depois de eu não poder mais jogar futebol por conta de... Ah! Isso é papo pra outra postagem, além daquelas que já fiz a respeito.

 

Então, comecei fazendo o Short, com bike sem marchas, daquelas de rua mesmo... E depois... Ah! O depois também é papo pra outra hora...

 

O assunto aqui não sou eu. São as provas.

 

Esses shorts no TB eram (e, se Deus quiser, continuarão sendo) maravilhosos.

 

Antes, as largadas e chegadas eram no Gonzaga, aqui em Santos.

E ainda havia as provas em MG, RJ, São Paulo (Capital)...

 

Só vou falar das provas de que participei.

 

Santos

 

Excelente, sempre.

Além de ser aqui, na porta de casa, os percursos de natação, ciclismo e corrida sempre foram ótimos.

Sem nenhuma ressalva.

 

Rio de Janeiro

 

Adorei fazer essa prova lá.

Copacabana, Aterro do Flamengo, Ipanema. 

Pourra! Tirando os vândalos que tentaram assaltar a gente, o resto foi de boa. kkk

 

Sampa - USP

 

Êita prova dura, viu?

Mas não vou mencionar agora, porque só participei delas na distância Olímpica.

 

 

Provas de Triathlon Olímpico, no Troféu Brasil.

 

Provas duríssimas. E também na base da pancadaria.

 

Participei da 1ª prova Olímpica que não fosse para atletas com índice, tipo quase profissionais ("tipo" é phoda.... tô falando quase como os aborrecentes....... kkk).

 

Mas havia índices para completar cada etapa, tipo (kkk) natação até "x" minutos, pedal para "y" minutos, e a corrida que se dane.

 

Bom, não vou falar que ganhei, mas ganhei na minha categoria.

Menos por mérito e mais por ter caído no meu colo.

Acho que esse foi o start para eu levar o Triathlon a sério mesmo.

 

Santos

 

O percurso e a estrutura da prova são sempre TOP.

 

Antigamente, com largada e chegada no Gonzaga, a natação era um pouco mais difícil, porque ali existe uma arrebentação maior, dependendo das condições do mar.

 

Hoje em dia, na Ponta da Praia, em frente ao Escolástica Rosa, a natação é, digamos, mais light.

 

O ciclismo é de boa. Meio travado, mas de boa, tirando a Avenida Portuária, que antes era ótima para pedalar e hoje está arruinada.

 

E a corrida pelas praias de Santos. Ah! Show de bola.

 

USP – Sampa

 

Ô prova dura, viu?

Clima frio!

Natação... água pesada e gelada.

Pedal... circuito travado, com subidas e asfalto muitas vezes ruim. Corrida.... também com algumas subidas.

Mas é duro pra todos.

 

Internacional de Santos

 

Ótimo em todos os sentidos e detalhes.

 

Transição ótima.

 

Natação ótima, uma volta de 1.500m, normalmente em mar calmo. Houve apenas uma vez em que o mar estava terrível.

 

Ciclismo... Esse é o ponto principal.

Pedalar na Via Anchieta... tudo de bom.

Percurso excelente, rápido e seguro.

Saía da Av. Conselheiro Nébias, indo até a R. João Pessoa; virava à direita até o cais de Santos, voltava e ia até a saída da cidade. Depois, só alegria... rodovia ida e volta.

 

Corrida... ótima. Simples assim.

Toda em apenas uma volta por toda a orla de Santos, saindo do Boqueirão, indo até a Divisa com São Vicente, voltando até a Ponta da Praia e finalizando com o retorno até o Boqueirão novamente.

 

Desconheço outra prova tão legal.

 

 

Provas de Triathlon Long Distance

 

Aí o bicho pega.

 

Primeiro, em Pira

 

Também não vou falar sobre os meus perrengues.

O circuito é ótimo.

Quer dizer, a natação é phoda.

A bike também.

E a corrida é para os fortes... kkk

 

Natação... água pesada na lagoa.

Pedal com várias subidas pequenas (ou não).

Corrida sempre acima de 40ºC, e sem sombra nenhuma.

Reze pra chover. rsrsrs

 

Floripa - Jurerê... TriDash como antecipação do Challenge 

 

Acho que foi uma prova-teste para o Challenge.

Muito boa. No mesmo percurso do Iron (do qual falarei a seguir).

 

Depois, vieram os Challenge.

Percursos ótimos.

Mas, dependendo das condições climáticas, podemos passar por perrengues.

 

A natação é em Jurerê Internacional. Tranqüilo (até a página 2).

O pedal é pelas estradas locais.

E a corrida também.

 

Tivemos "poucos" perrengues.

Como no dia da diminuição da natação, porque ventos de 60 km/h estavam rolando por ali.

 

Depois, em outra prova, tivemos um cancelamento de prova, porque um ciclone derrubou tudo e todos.

Mas, normal..... kkkk

 

Bratislava, Eslováquia - Mundial de Challenge

 

Obtive a vaga por ter vencido o Challenge de 2017, na minha categoria, em Floripa.

 

Pourra, falar o que sobre essa prova?

 

Nadar no Rio Danúbio.

 

Pedalar com asfalto ótimo por 90 km, sendo 45 km com vento a favor e os outros 45 km com vento contra, nessa ordem.

 

Correr dentro do Centro Olímpico de natação da República Eslovaca.

 

Conseguir ser o 12º colocado em minha categoria, em que havia 36 atletas classificados, a maioria de europeus.

 

Ali é que a gente vê o quanto precisamos evoluir.

Não só em nossa preparação, até porque o cara que venceu na minha categoria botou quase 1 hora a menos que eu.

Mas, sobre a infraestrutura. Simplesmente excelente, como realmente deveria ser num campeonato mundial.

Bom, já falei demais.

 

 

Provas de Ironman

 

Meus 7 Irons completados foram todos lá, em Floripa.

 

Natação... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas elas.

 

Ciclismo... bom ruim, péssimo, ótimo. Passei por todos eles.

 

Corrida... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas elas.

 

Atualmente, a corrida sofreu muitas modificações.

As 7 provas que fiz, ainda eram com as subidas de Canavieiras.

A 1ª volta era a longa, de 21 km.

Hoje, pelo que vejo, são 4 voltas de 10 km, e pouco dentro de Jurerê.

 

Não sei dizer se ficou melhor ou pior.

Talvez tenha ficado mais rápida, porque já não existem as grandes subidas.

 

A natação depende muito das condições do mar.

 

O ciclismo depende muito das condições do asfalto e das demarcações e segurança no trânsito.

Já vi de tudo lá. Inclusive, "baladeiros" invadirem a pista e colocarem obstáculos, como galhos, para derrubarem os atletas.

 

E, na corrida, é muito bom a gente receber o apoio dos moradores, ou mesmo de quem está lá temporariamente, torcendo para que possamos ao menos completar a prova.

 

 

Falei muito e não disse metade do que queria dizer.

 

3AV

Marco Cyrino

 

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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Coisas que não entendo


Sim, estou ficando cada vez mais chato, mais rabugento.

Com certeza é efeito da umidade (uma idade avançada).

Ou, mais provavelmente, um problema de DNA (Data de Nascimento Antiga).

Também pode ser de RG (daqueles sem dígito), o qual renovei recentemente, recebendo finalmente o tal dígito.

Ando rabugento a ponto de publicar estas piadinhas tão antigas quanto eu. rsrsrs.

Após me tornar ainda mais sexy (sexyssagenário), nem eu estou me suportando.
Tem dias que acordo, olho no espelho e digo:

- Caraca, véio ? Tu de novo aqui?


Mas, mantenho certa dose de bom humor.

Portanto, peço encarecidamente (palavreado antigo faz parte do vocabulário) que, em hipótese alguma, levem a sério o que "vem abaixo" (duplo sentido à escolha do leitor).


Coisas (de Triathletas) que não entendo


Indumentária

Por que diabos, em vésperas de competições, numa Pousada ou Hotel, o sujeito acorda, se paramenta como se fosse para a prova e fica o dia inteiro assim?

Vai para o café da manhã com viseira, macaquinho de competição, meias de compressão, tênis de prova zero bala, óculos de prova Oakley (escuros, chovendo ou não)...

Vou almoçar em algum restaurante e encontro outra turma...
Homens e mulheres, todos a milhão... e paramentados.

Vou jantar e... adivinhem!
Mas... Até à noite!?!?!?


Estas observações são um tanto de zoeira, mas, não totalmente.
Explico.
Eu mesmo, ao abrir minha gaveta de camisetas, graças a Deus, só vejo camisetas de provas.
Acho que não tenho mais camisetas convencionais.
Logo, eu as uso em todos os lugares.
Mas, são aquelas camisetas de inscrição e de Finisher e não de competição.


Treinos em vésperas de provas longas

Nos espaços de tempo entre café da manhã, almoço e jantar, vamos (Neuza e eu) providenciar as coisas necessárias para a prova e...

Atletas pra tudo que é lado.
Uns pedalando, outros correndo, alguns (no caso do Ironman em Jurerê - Floripa) saindo de uma natação.

Não vou contestar a questão de manter o corpo em movimento, mas, já ouvi atletas se gabando de terem feito um treino no sábado (pré - Iron) de 60 km de pedal + 15 km de corrida.

Depois, não sabem porque foram mal na prova...


Já caí nessa pilha de treinar às vésperas de uma prova longa, seja Iron ou Long.
Desisti.
Já bastam o cansaço e o stress de viagem, de arrumar tudo.
Atualmente, o máximo que faço é um trotezinho para soltar as pernas, depois de horas dirigindo.
E isso no máximo na quinta-feira.


Knesio decoration

Nesta última competição, o Challenge - Floripa, vi muitos atletas de ambos os sexos (devo estar errado, uma vez que devem existir uns trocentos sexos), usando knesio tapes* pelo corpo todo.

* Para quem não sabe, são aquelas faixas que os bons fisioterapeutas utilizam como complemento de um tratamento complexo, para inibir ou estimular determinado grupo muscular, depois de aplicar determinado tratamento emergencial, com o objetivo de deixar o atleta em condições de participar de uma prova.

Sou adepto dessa terapia, desde que pelas mãos de um bom profissional.

Mas, já vi atletas fazerem cursos de knesio pela Internet e se auto aplicarem, seja lá por que motivo for.

Vai que, de repente, faz parte dos paramentos. (Só acho!)

Ah... Vi uma atleta com essas fitas nos dois braços e nas duas pernas.
Quando foi vestir sua roupa de natação, notei que tinha também nas costas... 
Pensei:

- Tadinha...


Mas, ficam todos bonitos na foto, não há de se negar.


Agora uma dica...

Meus pais me ensinaram... ao entrar num local para se alimentar e sentarem à mesa, as pessoas devem, por respeito, tirar chapéus, bonés, viseiras, etc.

De resto, se quiserem ficar de roupa de borracha, de sapatilhas de pedal etc. (menos de capacete... rsrsrs), não tenho nada a ver com isso.


Só isso.

Não me queiram mal.


3AV
Marco Cyrino