terça-feira, 14 de outubro de 2025
Calendário 2026 - NA Sports
sexta-feira, 3 de maio de 2024
Troféu Brasil de Triathlon 2024 - Resultados Etapa 1
sábado, 2 de abril de 2022
Percursos x Percursos
Um monte de gente reclamando sobre o percurso de bike.Que era travadoQue tinha muitos cotovelos.Que a pista era ruim.
Isto porque alguns atletas queriam melhorar seus tempos na distância e não conseguiram.
• Já fiz provas de Long Distance, Meio-Ironman, Challenge, enfim, provas com as mesmas distâncias (1,9 km de natação, 90 km de pedal e 21,1 km de corrida) em vários locais e circuitos.• Não dá para comparar o tempo que fiz em uma com o tempo que fiz em outra.• Os tempos em Pirassununga foram bem melhores do que os tempos em Jurerê, no Challenge.• Embora a natação em Pira seja mais desafiadora (água doce, pesada) do que a do Challenge em Jurerê, ela não tem correnteza, ou ventos de 70 km/h como uma das que fiz em Jurerê.• Embora em Pira o ciclismo seja melhor para obter tempos (4 voltas com subidas bem suaves)... as duas voltas de 45 km cada, em Floripa, são mais desafiadoras com as subidas das serrinhas.• Embora a corrida em Jurerê seja toda no plano, em 3 voltas de 7 km cada, a corrida de Pira é bem punk, com 2 voltas, com um sol pra cada um, sem sombras, e com um trecho de areião em cada volta.
• Os melhores nadadores de piscina fariam essa modalidade numa piscina olímpica.• Os melhores nadadores de águas abertas fariam no seu melhor cenário, tipo Canal 6 aqui em Santos.• Os melhores ciclistas iriam pedalar apenas na Anchieta, com o trânsito totalmente parado para eles.• E os melhores corredores iriam correr pelas belas paisagens da nossa avenida da praia.
Ao chegar lá, vi que a natação no Rio Danúbio ia ser punk.E assim foi. Correnteza (rio corre, né? e se corre tem correnteza, né?), muito vento contra. Marolas na cara, enfim...Pedal direto e reto.Só não sabia que lá é uma região de ventos.Pra todo lado se olhasse havia uma usina eólica.Foram 45 km com vento a favor, pedalando pra 40 km/h ou mais e, na volta, fazendo uma puta força para manter uns 25 km/h.Resultado, acabei com minha corrida, que também achava que seria fácil.Corremos num circuito de corrida de cavalos.Parte no plano, parte em pequenas subidas, parte em grama baixa, parte em grama alta, parte em areia batida, parte em areia fofa.
Links sobre o Challenge Championship Samorin 2018
Ganhei nas duas vezes.Mas, me preparei para isso.Treinei que nem um doido as subidas de corrida, aqui em Santos, em Balneário Camburiú. Enfim, treinei pra caramba.
Links sobre o Insano - Guaratuba
A prova mais fácil que fiz (em termos de tempo no Olímpico) foi o Internacional de Santos, com o ciclismo na Anchieta.É ótimo.Permite nos sentirmos o melhor Triathleta de todos os tempos da última semana.Natação com apenas uma volta de 1.500 m, direto e reto.Pedal no melhor circuito possível, em minha opinião.E corrida também no melhor circuito.Como posso comparar o tempo que fiz nessa prova com outras Olímpicas?Por exemplo, TB na USP.Natação em água doce, pesada e gelada, em duas voltas (porém sem sair da raia olímpica).Ciclismo com 2 voltas travadas e com subidas.Corrida também com 2 voltas e com subidas.BH, RJ, cada uma com suas facilidades e dificuldades.
Imaginem, numa cidade como Santos, fazer 5 provas (4 TB e 1 Internacional), fechando a Via Anchieta, principal estrada de chegada ao maior porto da América Latina.Facinho, né?Bora lá, parar a cidade inteira, etc.Ain.......mas a inscrição está cara.Ain.......mas o circuito é travado.Ain.......mas a corrida não tem um visual legal.Ain.......mas a natação é difícil.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2021
Troféu Brasil de Triathlon 2021 - 2ª Etapa - Relato de Prova
Acordei cedo e fui nadar no mesmo local da prova, em um "esquenta" promovido por um dos patrocinadores da prova.Coloquei a roupa de borracha e fui.Nadei tranqüilo todo o percurso e, quando saí da água, para minha surpresa, tinha nadado pouco mais de 1000 metros.Água na temperatura boa, um sol forte das 10:00 da manhã, e bora pra casa descansar.À tarde, logo após o almoço, fui buscar o kit da prova.Para minha sorte, foi do lado de casa.Kit na mão, preparar a tralha, colocar o número na bike, separar tênis, capacete, óculos de natação, óculos de sol, e tudo o que seria necessário na prova.
Acordei às 5:00, tomei café, e comecei a arrumar a mochila.Coloquei os números de identificação nos braços (é quase tomar um banho para aquela tranqueira ficar direito), peguei meu relógio, esse que seria protagonista mais uma vez e, depois de atender alguns chamados do nosso ser interior, tô pronto.Saí de casa pedalando às 6:10.Cheguei à área de transição, identificado e liberado, fui procurar meu canto e, quando encontrei minha fileira correta, de cara já vi que tinha algo errado.A placa dizia do 877 até o 902, ou seja, 25 bikes, mas, o ultimo espaço seria para a 892. E as outras 10 bikes? Onde ficariam?Deu-se o tumulto. Atletas chegando e não encontrando o seu lugar.O problema foi rapidamente resolvido pela organização, que providenciou novos lugares.Por um momento pensei que estaria presenciando o primeiro overbooking no Triathlon.Tudo arrumado, bora aquecer. De leve, aquela nadada marota, que na verdade é só pra fazer aquele xixi mesmo.
Com mais atletas desta vez, em comparação com a etapa anterior, a largada foi dada, e sim, consegui ligar meu relógio desta vez.Só que a primeira besteira que fiz foi sair correndo junto com a galera, coisa que não posso fazer. Depois de 100 metros nadando, começou a me dar falta de ar, e até a metade da natação era dar algumas braçadas e parar para me recuperar. Só consegui nadar bem após a segunda bóia.Saí da água (puto) e vi que os 15 min. que normalmente faço tinham virado 18 min.
Fiquei surpreso em ver a quantidade de gente que estava na praia e ao longo da transição. Fazia muito tempo que não via um corredor de gente tão grande.Na corrida pela areia, lembrei de encerrar a natação e iniciar a T1 no relógio, e aí que fiz a segunda besteira: em vez de apertar o split, apertei o stop (sem perceber), e vida que segue.Peguei a bike, coloquei o capacete, e bora fazer força.E de novo apertei o start para o relógio recomeçar a marcar (para ele eu ainda estava nadando)
Já longe das referências de amigos que haviam saído da água bem antes, fiz o meu pedalzinho de sempre, aqueles 30 km/h de média.Na Portuária sempre tem vento contra e, às vezes, ele faz sacanagem e espera você fazer o retorno e muda de direção.Este é o vento sempre do contra.Fiquei preocupado de fazer força além do que tinha treinado e prejudicar minha corrida; então cozinhei o galo os 20 km.
Desci da bike, e insistindo nessa brincadeira apertei o stop novamente, parando o relógio.Achei fácil a minha baia, pois era uma que só tinha um lugar sobrando para pôr a bike.Coloquei o tênis e fui correr atrás do prejuízo.Apertei o botão start e voltei a nadar, digo correr.
Estava quente, o sol já estava alto, mas, como a corrida eu tinha treinado direitinho, passei muita gente, o que deu uma animada.Cheguei no Ricardinho e fomos juntos até o final.Cruzei a linha, peguei minha medalha, e fui pra resenha com os amigos.No fim, fiquei com um RP de natação, por nadar 25.750 metros em 1:29:00.Nem Ana Marcela chegaria perto.
• Natação: 0:18:24• T1 0:03:00• Bike: 0:39:23• T2 0:01:54• Corrida: 0:27:03
• 17 de 30, na categoria 50-54
quarta-feira, 6 de outubro de 2021
Troféu Brasil de Triathlon 2021 - Relato de Prova
Feliz “qui nem pinto no lixo”.
Depois de 2 anos sem participar de uma prova de Triathlon, neste domingo 03/10, pude sentir o prazer de cruzar aquela linha de chagada mais uma vez.
Muito preocupado com a pandemia, me isolei completamente do mundo fora da minha casa.
Tentei no início as aulas on-line, mas para mim não rolou.
Já cansado do tédio, e vendo minha pressão chegar a 16/09, resolvi que já era hora de me mexer.
Comecei com a corrida.
Sempre às 21:00h, aqui pelas ruas do meu bairro, e de máscara.
A primeira corrida com a máscara foi horrível, 3 km que pareceram 30 km, mas, aos poucos, fui acostumando e aumentando a quilometragem.
Comprei um rolo smart, que levou uns 3 meses para chegar, e pude voltar a pedalar.
Quando achei que já estava bem (minha pressão havia retornado aos 12/08), pedi ao meu técnico que me mandasse as planilhas de treino, que eu já estava pronto para fazer força.(nem tanta força assim).
Com as liberações acontecendo aos poucos, comecei a correr na praia (sempre à noite), também aumentando os treinos no rolo (não fui para a rua nenhuma vez com a bike).
Comecei a nadar no clube onde sou sócio, em horários que sabia que a piscina estaria vazia. E assim foi minha preparação.
Sábado - véspera de prova
Cheguei cedo e, assim que liberaram, caí na água e nadei o percurso da prova sem stress (mentira, parecia prova... kkk).
Fiz os 750 metros em 15 minutos e fui embora. (guardem este tempo).
À tarde, fui pegar o kit da prova e lá a gente já começa a sentir aquele friozinho na barriga.
Cheguei à área de transição e, de cara, muitas caras conhecidas.
Que saudade que eu tava daquela vibe de uma transição.
Muitos amigos que o esporte me deu.
Muita gente ali pela primeira vez, fazendo perguntas que, para quem tem mais de 30 anos de Triathlon, poderiam parecer óbvias. Mas, já tendo passado por isso antes, ajudamos com o maior prazer.
Coloquei a bike no caixote, arrumei capacete, tênis, óculos, coloquei a roupa de borracha, fiz o último checklist e fui pro mar aquecer.
(Tudo isso de máscara).
Fiz um rápido aquecimento, nadei até quase a bóia, parei pra ver se tinha correnteza: nada, uma piscina.
De volta pra areia, aguardar a largada.
Natação
Enfim vou ouvir aquela buzina de novo.
Tome adrenalina e vamo que vamo.
Quando estava quase na primeira bóia, senti meu relógio vibrar, tentando me avisar "Ae burrão... não iniciou o cronômetro, tô indo pro modo relógio". Eu sabia, mas me fiz de desentendido e segui em frente.
Passei a primeira bóia, a segunda e, como sempre faço, apertei o ritmo na última perna.
Saí da água, olhei para o relógio que mostrava 8:00 horas.... respirei, e parece que eu ouvia um “eu te avisei”, mas resolvi contar a partir daquele momento. Startei o relógio, pulei a natação e entramos na T1.
Rota corrigida, coloquei capacete, óculos, bike e bora pedalar.
Mantive um ritmo constante, dentro do que eu podia fazer, pensando que o meu melhor seria a corrida, então não queria travar as pernas.
Quando entrei na Avenida Portuária, lembrei que meu relógio ainda marcava a T1.
Pra quem já ficou sem o tempo da natação... dane-se.
Asfalto novo, o ciclismo foi top.
Coloquei a bike no caixote, coloquei o tênis, boné, o tradicional beijinho na esposa, minha staff de ouro.
Minhas pernas me perguntavam: - Já não deu por hoje?
Saí travado e demorei pra soltar, mas consegui fazer uma corrida progressiva e soltando aos poucos.
Ainda consegui buscar dois amigos da mesma categoria, e cruzar novamente aquela linha de chegada.
• T1.................2:38
• Ciclismo.......39:55
• T2.................2:01
• Corrida........26:46
• Total........1:27:46
Classificação
• Geral.............149
Medalha no peito, máscara novinha na cara, e muito feliz de poder voltar a fazer o que a gente ama, o que nos dá prazer.
Retorno do Triathlon em Santos - II
Pouco pude acompanhar, mas soube que deu tudo certo.
É muito legal ver a felicidade dos 700 participantes que, depois de mais de um ano e alguns meses, puderam voltar a fazer uma prova.
Seja Short, seja Olímpico.
Protocolos cumpridos, provas cumpridas, pessoal feliz, eu felizaço.
Vendo nas redes sociais (aquelas mesmas que caíram ontem...kkkk) as fotos da prova, da premiação, do pós-prova, das confraternizações, juro que bateu uma invejinha.
Mas daquelas invejinhas de boa.
Sei que já estavam acontecendo alguns eventos pelo Brasil, de provas de Duathlon, Aquathlon, Triathlon.
Parabéns aos organizadores!
Enormes parabéns aos atletas que conseguiram fazer essas provas.
Os tempos e resultados?
O que importa é irmos voltando ao normal.
Não ao "novo normal", mas sim ao normal mesmo.
Ainda, quero deixar registrado os maiores e melhores parabéns ao Núbio que, durante todo esse período, nunca esmoreceu para que esse retorno ocorresse com saúde, segurança e proteção a todos os envolvidos.
Um "Salve!" ao Troféu Brasil de Triathlon, a prova mais longeva do mundo, com 30 anos ininterruptos (exceto durante a pandemia que, se Deus quiser, está chegando ao fim).
Um "Salve!" às próximas que virão.
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
Retorno do Triathlon em Santos
| Imagery ©2021 Google |
Dia 03/10/2021.Guardem essa data.Porque será a retomada.E será com o percurso antigo de ciclismo, na Av. Portuária, totalmente asfaltada.
Penso que todos os Triathletas estavam aguardando essa prova.E creio que vai dar tudo certo.Infelizmente, ainda não estou preparado fisicamente para fazê-la.Mas, minhas orações estarão com todos.Toda a sorte do mundo aos organizadores e aos atletas que treinaram para poder competir.
Eu nem sabia que hoje é meu dia.Dia do Idoso..........Acima de 60 anos já é considerado idoso.Idoso, porra nenhuma.Vejo adolescentes, jovens, marmanjos e marmanjas, muito mais idosos do que eu.Completarei 64 primaveras no dia 10/10 (sim, em plena primavera).Óbvio que o tempo vai cobrando seu preço.Algumas partes do corpo já não funcionam tão bem como quando eu tinha 15, 25, 35, 45, 55 anos.Mas ainda funcionam.E muitas dessas partes funcionam bemmmmm, viu?Por exemplo, o cérebro.Pensaram o que? kkkkNão me furto aos prazeres da vida, mas tampouco me excedo neles.Não deixo de cuidar da minha saúde física, mas principalmente da minha saúde espiritual.O dia do Idoso deve ser comemorado sim.Com muito entusiasmo, muita vontade, muito vigor físico e mental.Um enorme "Salve!" ao Dia do Idoso, aos nossos irmãos sexagenários, que ainda estão na labuta.
domingo, 11 de abril de 2021
Pequena análise sobre provas
M E M
Ó R I A S
Hoje, conversando em um grupo de
Triathletas, numa rede social, terminei revivendo algumas das muitas provas que
já fiz, falando sobre alguns percursos, dificuldades e facilidades.
Daí, resolvi escrever sobre
isso.
Provas de Triathlon Short, daquelas que
são só pancadaria.
Santa
Cecília, do meu amigo Paulinho, da YPS:
Daquelas em que
participei, lembro muito bem, realizadas ao pé da Ilha Porchat, aqui
pertinho, em São Vicente.
Natação
saindo e voltando da Praia dos Milionários.
Ciclismo em
várias voltas, com vácuo, entre a Ilha Porchat e a Divisa com
Santos. Eram 6 voltas.
Corrida, caso eu
não esteja enganado, eram 2 voltas, até o Posto do
Petrobrás.
Também
lembro que, na minha categoria, havia um "atleta" que trapaceava.
Fazia uma volta a
menos de ciclismo.
E, ainda assim,
só me passava na chegada da corrida.
Esse #^$$%* pegou
alguns pódios na minha frente, inclusive no TB, até que foi
desmascarado pelo Cabral.....kkkkkkk.
Nunca mais o vi
em nenhuma prova.
Nunca vou dizer o
nome dele, até porque, não merece.
Nessas provas, a
natação era ótima.
O pedal,
perigoso, devido à pista estreita e à permissão para
vácuo.
A corrida,
normal.
Não posso
falar sobre as que ocorreram e ainda irão ocorrer no Guarujá,
porque não participei. Mas, estão na mira.
Provas de Triathlon Short, no Troféu
Brasil. Pancadaria também.
Foi quando tudo
começou, depois de eu não poder mais jogar futebol por conta
de... Ah! Isso é papo pra outra postagem, além daquelas que
já fiz a respeito.
Então,
comecei fazendo o Short, com bike sem marchas, daquelas de rua mesmo... E
depois... Ah! O depois também é papo pra outra hora...
O assunto aqui
não sou eu. São as provas.
Esses shorts no
TB eram (e, se Deus quiser, continuarão sendo) maravilhosos.
Antes, as
largadas e chegadas eram no Gonzaga, aqui em Santos.
E ainda havia as
provas em MG, RJ, São Paulo (Capital)...
Só vou
falar das provas de que participei.
Santos
Excelente,
sempre.
Além de
ser aqui, na porta de casa, os percursos de natação, ciclismo e
corrida sempre foram ótimos.
Sem nenhuma
ressalva.
Rio de Janeiro
Adorei fazer essa
prova lá.
Copacabana,
Aterro do Flamengo, Ipanema.
Pourra! Tirando os vândalos que
tentaram assaltar a gente, o resto foi de boa. kkk
Sampa - USP
Êita prova dura, viu?
Mas não
vou mencionar agora, porque só participei delas na distância
Olímpica.
Provas de Triathlon Olímpico, no
Troféu Brasil.
Provas
duríssimas. E também na base da pancadaria.
Participei da
1ª prova Olímpica que não fosse para atletas com
índice, tipo quase profissionais
("tipo" é phoda.... tô falando
quase como os aborrecentes....... kkk).
Mas havia
índices para completar cada etapa, tipo (kkk) natação
até "x" minutos, pedal para "y" minutos, e a corrida
que se dane.
Bom, não
vou falar que ganhei, mas ganhei na minha categoria.
Menos por
mérito e mais por ter caído no meu colo.
Acho que esse foi
o start para eu levar o Triathlon a sério mesmo.
Santos
O percurso e a
estrutura da prova são sempre TOP.
Antigamente, com
largada e chegada no Gonzaga, a natação era um pouco mais
difícil, porque ali existe uma arrebentação maior,
dependendo das condições do mar.
Hoje em dia, na
Ponta da Praia, em frente ao Escolástica Rosa,
a natação é, digamos, mais light.
O ciclismo
é de boa. Meio travado, mas de boa, tirando a Avenida Portuária,
que antes era ótima para pedalar e hoje está arruinada.
E a corrida pelas
praias de Santos. Ah! Show de bola.
USP – Sampa
Ô prova
dura, viu?
Clima frio!
Natação...
água pesada e gelada.
Pedal... circuito travado, com subidas e asfalto muitas vezes ruim.
Corrida.... também com algumas subidas.
Mas é duro
pra todos.
Internacional de Santos
Ótimo em
todos os sentidos e detalhes.
Transição
ótima.
Natação
ótima, uma volta de 1.500m, normalmente em mar calmo. Houve apenas uma
vez em que o mar estava terrível.
Ciclismo... Esse
é o ponto principal.
Pedalar na Via
Anchieta... tudo de bom.
Percurso
excelente, rápido e seguro.
Saía da Av.
Conselheiro Nébias, indo até a R. João Pessoa; virava à direita até o
cais de Santos, voltava e ia até a saída da cidade. Depois,
só alegria... rodovia ida e volta.
Corrida... ótima. Simples assim.
Toda em apenas uma
volta por toda a orla de Santos, saindo do Boqueirão, indo até a
Divisa com São Vicente, voltando até a Ponta da Praia e
finalizando com o retorno até o Boqueirão
novamente.
Desconheço
outra prova tão legal.
Provas de Triathlon Long Distance
Aí o bicho
pega.
Primeiro, em Pira
Também
não vou falar sobre os meus perrengues.
O circuito
é ótimo.
Quer dizer, a
natação é phoda.
A bike
também.
E a corrida
é para os fortes... kkk
Natação...
água pesada na lagoa.
Pedal com
várias subidas pequenas (ou não).
Corrida sempre
acima de 40ºC, e sem sombra nenhuma.
Reze pra chover. rsrsrs
Floripa - Jurerê... TriDash como antecipação do
Challenge
Acho que foi uma prova-teste para o Challenge.
Muito boa. No
mesmo percurso do Iron (do qual falarei a seguir).
Depois, vieram os
Challenge.
Percursos
ótimos.
Mas, dependendo
das condições climáticas, podemos passar por perrengues.
A
natação é em Jurerê Internacional. Tranqüilo
(até a página 2).
O pedal é
pelas estradas locais.
E a corrida
também.
Tivemos
"poucos" perrengues.
Como no dia da
diminuição da natação, porque ventos de 60 km/h
estavam rolando por ali.
Depois, em outra
prova, tivemos um cancelamento de prova, porque um ciclone derrubou tudo e
todos.
Mas, normal..... kkkk
Bratislava, Eslováquia - Mundial de
Challenge
Obtive a vaga por
ter vencido o Challenge de 2017, na minha categoria, em Floripa.
Pourra, falar o que sobre essa prova?
Nadar no Rio
Danúbio.
Pedalar com
asfalto ótimo por 90 km, sendo 45 km com vento a favor e os outros 45 km
com vento contra, nessa ordem.
Correr dentro do Centro
Olímpico de natação da República Eslovaca.
Conseguir ser o
12º colocado em minha categoria, em que havia 36 atletas classificados, a
maioria de europeus.
Ali é que
a gente vê o quanto precisamos evoluir.
Não
só em nossa preparação, até porque o cara que
venceu na minha categoria botou quase 1 hora a menos que eu.
Mas, sobre a
infraestrutura. Simplesmente excelente, como realmente deveria ser num
campeonato mundial.
Bom, já
falei demais.
Provas de Ironman
Meus 7 Irons
completados foram todos lá, em Floripa.
Natação...
boa, ruim, péssima, ótima. Passei por
todas elas.
Ciclismo... bom ruim, péssimo, ótimo. Passei por todos
eles.
Corrida... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas
elas.
Atualmente, a
corrida sofreu muitas modificações.
As 7 provas que
fiz, ainda eram com as subidas de Canavieiras.
A 1ª volta
era a longa, de 21 km.
Hoje, pelo que
vejo, são 4 voltas de 10 km, e pouco dentro de Jurerê.
Não sei
dizer se ficou melhor ou pior.
Talvez tenha
ficado mais rápida, porque já não existem as grandes
subidas.
A
natação depende muito das condições do mar.
O ciclismo
depende muito das condições do asfalto e das
demarcações e segurança no trânsito.
Já vi de
tudo lá. Inclusive, "baladeiros"
invadirem a pista e colocarem obstáculos, como galhos, para derrubarem
os atletas.
E, na corrida,
é muito bom a gente receber o apoio dos moradores, ou mesmo de quem
está lá temporariamente, torcendo para que possamos ao menos
completar a prova.
Falei muito e não disse
metade do que queria dizer.
3AV
Marco Cyrino
