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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Calendário 2026 - NA Sports

Por: NA Sports - Núbio de Almeida
 
Monte o seu planejamento para o próximo ano!
 
34º Triathlon Internacional de Santos
 
08 de março
                                                                                            
 
35º Troféu Brasil de Triathlon
 
www.trofeubrasil.com.br                                                                          
1ª Etapa: 26 de Abril
2ª Etapa: 21 de Junho
3ª Etapa: 27 de Setembro
4ª Etapa (Final): 13 de Dezembro
 
 
Mais informações: http://nasports.com.br/web/
 
 
3AV
Marco Cyrino
 
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sexta-feira, 3 de maio de 2024

Troféu Brasil de Triathlon 2024 - Resultados Etapa 1

 
Embora há tempos não tenha feito publicações a respeito, volto a fazê-las.
 
Caso eu participasse, tanto no Short quanto no Olímpico, não tenho a menor idéia de qual seria a minha classificação, na categoria 65+.
 
Enormes parabéns a todos os que participaram dessa Etapa Inicial do TB, quer tenham conquistado pódio, seus melhores tempos, ou apenas concluído com sucesso.
 
Vejam aqui os resultados:
 
 
 
3AV
Marco Cyrino
 
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sábado, 2 de abril de 2022

Percursos x Percursos



Vendo postagens sobre os percursos da prova que houve aqui, na Base Aérea da Baixada Santista:

Um monte de gente reclamando sobre o percurso de bike.
Que era travado
Que tinha muitos cotovelos.
Que a pista era ruim.

Também vi comentários sobre a prova, por diversos motivos, ter sido, digamos, lenta... e que, por isso, não seria uma boa prova. 

Isto porque alguns atletas queriam melhorar seus tempos na distância e não conseguiram.

Li também que a natação do TB, no Olímpico, deveria ser feita em uma única volta, porque melhoraria os tempos de natação.
E que, no mesmo TB, o pedal poderia ser feito na Anchieta.
E que a corrida, lá na Base Aérea, não tem o mesmo visual das praias de Santos.

Bom... 
Vou falar pra todos vocês um bagulho.

Cada prova é uma prova.
Comparar uma prova com outra é nocivo.

Apenas para fundamentar...

• Já fiz provas de Long Distance, Meio-Ironman, Challenge, enfim, provas com as mesmas distâncias (1,9 km de natação, 90 km de pedal e 21,1 km de corrida) em vários locais e circuitos.

• Não dá para comparar o tempo que fiz em uma com o tempo que fiz em outra.

• Os tempos em Pirassununga foram bem melhores do que os tempos em Jurerê, no Challenge.

• Embora a natação em Pira seja mais desafiadora (água doce, pesada) do que a do Challenge em Jurerê, ela não tem correnteza, ou ventos de 70 km/h como uma das que fiz em Jurerê.

• Embora em Pira o ciclismo seja melhor para obter tempos (4 voltas com subidas bem suaves)... as duas voltas de 45 km cada, em Floripa, são mais desafiadoras com as subidas das serrinhas.

• Embora a corrida em Jurerê seja toda no plano, em 3 voltas de 7 km cada, a corrida de Pira é bem punk, com 2 voltas, com um sol pra cada um, sem sombras, e com um trecho de areião em cada volta.

Se quiséssemos apenas competir com nossos melhores tempos, teríamos que escolher uma prova em que cada modalidade fosse feita em nosso melhor ambiente. Tipo assim...

• Os melhores nadadores de piscina fariam essa modalidade numa piscina olímpica. 

• Os melhores nadadores de águas abertas fariam no seu melhor cenário, tipo Canal 6 aqui em Santos.

• Os melhores ciclistas iriam pedalar apenas na Anchieta, com o trânsito totalmente parado para eles.

• E os melhores corredores iriam correr pelas belas paisagens da nossa avenida da praia.


Fui para o Mundial de Challenge, na Eslováquia, achando que o percurso seria ótimo, uma expectativa que considerava a natação no Rio Danúbio, o pedal direto e reto, com pouquíssimas curvas, em asfalto de Fórmula 1, a corrida dentro do X-Bionic, um lugar muito legal.

Ao chegar lá, vi que a natação no Rio Danúbio ia ser punk. 
E assim foi. Correnteza (rio corre, né? e se corre tem correnteza, né?), muito vento contra. Marolas na cara, enfim...

Pedal direto e reto.
Só não sabia que lá é uma região de ventos. 
Pra todo lado se olhasse havia uma usina eólica.
Foram 45 km com vento a favor, pedalando pra 40 km/h ou mais e, na volta, fazendo uma puta força para manter uns 25 km/h. 

Resultado, acabei com minha corrida, que também achava que seria fácil. 
Corremos num circuito de corrida de cavalos.
Parte no plano, parte em pequenas subidas, parte em grama baixa, parte em grama alta, parte em areia batida, parte em areia fofa.

Links sobre o Challenge Championship Samorin 2018

·         Relato de Pré-Prova
·         Relato de Prova
·         Relato de Viagem 


Também, já fiz duas vezes o Insano, cujo mote derivou das subidas na corrida, em Guaratuba.

Ganhei nas duas vezes. 
Mas, me preparei para isso.
Treinei que nem um doido as subidas de corrida, aqui em Santos, em Balneário Camburiú. Enfim, treinei pra caramba.
 
 Links sobre o Insano - Guaratuba
 
 
 
O que quero dizer com isto?
Quero dizer que existem provas desafiadoras pra todos.

A prova mais fácil que fiz (em termos de tempo no Olímpico) foi o Internacional de Santos, com o ciclismo na Anchieta. 
É ótimo.
Permite nos sentirmos o melhor Triathleta de todos os tempos da última semana.
Natação com apenas uma volta de 1.500 m, direto e reto.
Pedal no melhor circuito possível, em minha opinião. 
E corrida também no melhor circuito.

Como posso comparar o tempo que fiz nessa prova com outras Olímpicas?
Por exemplo, TB na USP.
Natação em água doce, pesada e gelada, em duas voltas (porém sem sair da raia olímpica).
Ciclismo com 2 voltas travadas e com subidas.
Corrida também com 2 voltas e com subidas.

BH, RJ, cada uma com suas facilidades e dificuldades.


Esta publicação vale principalmente como estímulo para que não fiquem tentando obter o melhor tempo de sua vida.

Tentem, ou melhor, tentemos, melhorar nossa performance a cada treino, a cada prova, seja ela onde for e sob quais condições forem.

Muitos acham que é fácil organizar e realizar uma prova no melhor circuito possível.
Não é fácil, viu? 

Imaginem, numa cidade como Santos, fazer 5 provas (4 TB e 1 Internacional), fechando a Via Anchieta, principal estrada de chegada ao maior porto da América Latina. 

Facinho, né?
Bora lá, parar a cidade inteira, etc.
Ain.......mas a inscrição está cara.
Ain.......mas o circuito é travado.
Ain.......mas a corrida não tem um visual legal.
Ain.......mas a natação é difícil.


Queremos ser Triathletas, ou apenas realizar a melhor prova de nossas vidas da última semana?

Na real, a competição de cada um deve ser principalmente consigo mesmo, pois, ainda que pudéssemos comparar nossos tempos na mesma prova e no mesmo circuito, as condições (sob todos os aspectos) jamais serão exatamente as mesmas, nem mesmo para cada um de nós... 

Então, que possamos treinar especificamente para fazer a nossa prova alvo e nos alegrar com os resultados, sabendo que fizemos o nosso melhor.


3AV
Marco Cyrino
 
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2021

Troféu Brasil de Triathlon 2021 - 2ª Etapa - Relato de Prova



Renê Pascoali Junior, via Publique!

(O dia em que nadei 25.750 metros pelas ruas de Santos)

Sábado pré-prova

Acordei cedo e fui nadar no mesmo local da prova, em um "esquenta" promovido por um dos patrocinadores da prova. 
Coloquei a roupa de borracha e fui. 
Nadei tranqüilo todo o percurso e, quando saí da água, para minha surpresa, tinha nadado pouco mais de 1000 metros. 

Água na temperatura boa, um sol forte das 10:00 da manhã, e bora pra casa descansar.

À tarde, logo após o almoço, fui buscar o kit da prova.
Para minha sorte, foi do lado de casa. 
Kit na mão, preparar a tralha, colocar o número na bike, separar tênis, capacete, óculos de natação, óculos de sol, e tudo o que seria necessário na prova.

Domingo, dia de prova

Acordei às 5:00, tomei café, e comecei a arrumar a mochila. 

Coloquei os números de identificação nos braços (é quase tomar um banho para aquela tranqueira ficar direito), peguei meu relógio, esse que seria protagonista mais uma vez e, depois de atender alguns chamados do nosso ser interior, tô pronto. 

Saí de casa pedalando às 6:10.

Cheguei à área de transição, identificado e liberado, fui procurar meu canto e, quando encontrei minha fileira correta, de cara já vi que tinha algo errado. 
A placa dizia do 877 até o 902, ou seja, 25 bikes, mas, o ultimo espaço seria para a 892.  E as outras 10 bikes? Onde ficariam?

Deu-se o tumulto. Atletas chegando e não encontrando o seu lugar. 
O problema foi rapidamente resolvido pela organização, que providenciou novos lugares. 
Por um momento pensei que estaria presenciando o primeiro overbooking no Triathlon. 

Tudo arrumado, bora aquecer. De leve, aquela nadada marota, que na verdade é só pra fazer aquele xixi mesmo.

Natação

Com mais atletas desta vez, em comparação com a etapa anterior, a largada foi dada, e sim, consegui ligar meu relógio desta vez. 

Só que a primeira besteira que fiz foi sair correndo junto com a galera, coisa que não posso fazer. Depois de 100 metros nadando, começou a me dar falta de ar, e até a metade da natação era dar algumas braçadas e parar para me recuperar. Só consegui nadar bem após a segunda bóia. 

Saí da água (puto) e vi que os 15 min. que normalmente faço tinham virado 18 min.

Transição 1

Fiquei surpreso em ver a quantidade de gente que estava na praia e ao longo da transição. Fazia muito tempo que não via um corredor de gente tão grande. 

Na corrida pela areia, lembrei de encerrar a natação e iniciar a T1 no relógio, e aí que fiz a segunda besteira: em vez de apertar o split, apertei o stop (sem perceber), e vida que segue. 

Peguei a bike, coloquei o capacete, e bora fazer força. 
E de novo apertei o start para o relógio recomeçar a marcar (para ele eu ainda estava nadando)

Ciclismo

Já longe das referências de amigos que haviam saído da água bem antes, fiz o meu pedalzinho de sempre, aqueles 30 km/h de média. 

Na Portuária sempre tem vento contra e, às vezes, ele faz sacanagem e espera você fazer o retorno e muda de direção. 
Este é o vento sempre do contra.  

Fiquei preocupado de fazer força além do que tinha treinado e prejudicar minha corrida; então cozinhei o galo os 20 km.

Transição 2

Desci da bike, e insistindo nessa brincadeira apertei o stop novamente, parando o relógio. 
Achei fácil a minha baia, pois era uma que só tinha um lugar sobrando para pôr a bike. 
Coloquei o tênis e fui correr atrás do prejuízo. 
Apertei o botão start e voltei a nadar, digo correr. 

Corrida

Estava quente, o sol já estava alto, mas, como a corrida eu tinha treinado direitinho, passei muita gente, o que deu uma animada. 
Cheguei no Ricardinho e fomos juntos até o final. 
Cruzei a linha, peguei minha medalha, e fui pra resenha com os amigos.

No fim, fiquei com um RP de natação, por nadar 25.750 metros em 1:29:00. 
Nem Ana Marcela chegaria perto. 


Meus tempos
• Natação: 0:18:24
• T1 0:03:00
• Bike: 0:39:23
• T2 0:01:54
• Corrida: 0:27:03

Classificação 
• 17 de 30, na categoria 50-54


 
Agradecimentos ao Renê, por contribuir com este relato de prova!
 
3AV
Marco Cyrino

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quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Troféu Brasil de Triathlon 2021 - Relato de Prova

Imagery ©2021 Google

 
Renê Pascoali Junior, via Publique!

Feliz “qui nem pinto no lixo”.
Depois de 2 anos sem participar de uma prova de Triathlon, neste domingo 03/10, pude sentir o prazer de cruzar aquela linha de chagada mais uma vez.
 
A preparação
 
Destes 2 anos, foram praticamente 6 meses no ócio.
Muito preocupado com a pandemia, me isolei completamente do mundo fora da minha casa.
Tentei no início as aulas on-line, mas para mim não rolou.
Já cansado do tédio, e vendo minha pressão chegar a 16/09, resolvi que já era hora de me mexer.

Comecei com a corrida.
Sempre às 21:00h, aqui pelas ruas do meu bairro, e de máscara.
A primeira corrida com a máscara foi horrível, 3 km que pareceram 30 km, mas, aos poucos, fui acostumando e aumentando a quilometragem.

Comprei um rolo smart, que levou uns 3 meses para chegar, e pude voltar a pedalar.

Quando achei que já estava bem (minha pressão havia retornado aos 12/08), pedi ao meu técnico que me mandasse as planilhas de treino, que eu já estava pronto para fazer força.(nem tanta força assim).

Com as liberações acontecendo aos poucos, comecei a correr na praia (sempre à noite), também aumentando os treinos no rolo (não fui para a rua nenhuma vez com a bike).

Comecei a nadar no clube onde sou sócio, em horários que sabia que a piscina estaria vazia. E assim foi minha preparação.


Sábado - véspera de prova
 
Como não usava minha roupa de borracha ha muito tempo, para não ter nenhum imprevisto, fui até o local da prova, aproveitar a estrutura que montaram para a natação, com as boias na mesma distância da prova (muito bom pra quem vem de fora, e não tem contato com o mar, aproveitar para fazer amizade com Netuno).

Cheguei cedo e, assim que liberaram, caí na água e nadei o percurso da prova sem stress (mentira, parecia prova... kkk).
Fiz os 750 metros em 15 minutos e fui embora. (guardem este tempo).

À tarde, fui pegar o kit da prova e lá a gente já começa a sentir aquele friozinho na barriga.

 
Domingo - dia de prova

Acordei cedo, tomei café da manhã, terminei de arrumar as tralhas e... Partiu!

Cheguei à área de transição e, de cara, muitas caras conhecidas.
Que saudade que eu tava daquela vibe de uma transição.

Muitos amigos que o esporte me deu.
Muita gente ali pela primeira vez, fazendo perguntas que, para quem tem mais de 30 anos de Triathlon, poderiam parecer óbvias. Mas, já tendo passado por isso antes, ajudamos com o maior prazer.

Coloquei a bike no caixote, arrumei capacete, tênis, óculos, coloquei a roupa de borracha, fiz o último checklist e fui pro mar aquecer.
(Tudo isso de máscara).

Fiz um rápido aquecimento, nadei até quase a bóia, parei pra ver se tinha correnteza: nada, uma piscina.

De volta pra areia, aguardar a largada.


Natação

Entramos na área de largada, máscaras descartadas, posicionados com distanciamento uns dos outros e, enfim, chegou a hora.
Enfim vou ouvir aquela buzina de novo.

Póóóóóóóóóóóóóóó!!!
Tome adrenalina e vamo que vamo.

Comecei na boa, em velocidade de cruzeiro, tentando acompanhar um amigo.

Quando estava quase na primeira bóia, senti meu relógio vibrar, tentando me avisar "Ae burrão... não iniciou o cronômetro, tô indo pro modo relógio". Eu sabia, mas me fiz de desentendido e segui em frente.

Passei a primeira bóia, a segunda e, como sempre faço, apertei o ritmo na última perna.

Saí da água, olhei para o relógio que mostrava 8:00 horas.... respirei, e parece que eu ouvia um “eu te avisei”, mas resolvi contar a partir daquele momento. Startei o relógio, pulei a natação e entramos na T1.


Transição 1

Entrei com aquela corridinha marota, procurando a referência de onde estava a bike, mas não adianta ter uma referência se o indivíduo entra duas baias antes.
Rota corrigida, coloquei capacete, óculos, bike e bora pedalar.


Ciclismo

Saí girando, sentindo a bike, afinal era a primeira vez com ela nas ruas.
Mantive um ritmo constante, dentro do que eu podia fazer, pensando que o meu melhor seria a corrida, então não queria travar as pernas.

Quando entrei na Avenida Portuária, lembrei que meu relógio ainda marcava a T1.
Pra quem já ficou sem o tempo da natação... dane-se.
Asfalto novo, o ciclismo foi top.

 
Transição 2

Desci da bike, e já fui apertando o relógio (achei até que ele riu de mim), corri até a referência que eu tinha, e tive a certeza de que era péssima. Entrei antes de novo!

Coloquei a bike no caixote, coloquei o tênis, boné, o tradicional beijinho na esposa, minha staff de ouro.
E fui !
 
Corrida

Relógio acionado, passei para a corrida.
Minhas pernas me perguntavam: - Já não deu por hoje?

Saí travado e demorei pra soltar, mas consegui fazer uma corrida progressiva e soltando aos poucos.

Ainda consegui buscar dois amigos da mesma categoria, e cruzar novamente aquela linha de chegada.

Tempos
•    Natação.......16:26  (lembra do tempo da rodagem do sábado?)
•    T1.................2:38  
•    Ciclismo.......39:55
•    T2.................2:01
•    Corrida........26:46
•    Total........1:27:46

Classificação
•    Categoria....11/17
•    Geral.............149
 
Medalha no peito, máscara novinha na cara, e muito feliz de poder voltar a fazer o que a gente ama, o que nos dá prazer.
 


Agradecimentos ao Renê, por contribuir com este relato de prova!


3AV 
Marco Cyrino 
 
 

Retorno do Triathlon em Santos - II

Imagery ©2021 Google
 

Feliz, muito feliz, com o retorno do Triathlon em Santos.

Pouco pude acompanhar, mas soube que deu tudo certo.

É muito legal ver a felicidade dos 700 participantes que, depois de mais de um ano e alguns meses, puderam voltar a fazer uma prova.
Seja Short, seja Olímpico.
Protocolos cumpridos, provas cumpridas, pessoal feliz, eu felizaço.

Vendo nas redes sociais (aquelas mesmas que caíram ontem...kkkk) as fotos da prova, da premiação, do pós-prova, das confraternizações, juro que bateu uma invejinha.
Mas daquelas invejinhas de boa.

Sei que já estavam acontecendo alguns eventos pelo Brasil, de provas de Duathlon, Aquathlon, Triathlon.
Parabéns aos organizadores!
Enormes parabéns aos atletas que conseguiram fazer essas provas.

Os tempos e resultados?
Isso é o que menos importa agora.
O que importa é irmos voltando ao normal.
Não ao "novo normal", mas sim ao normal mesmo.

Ainda, quero deixar registrado os maiores e melhores parabéns ao Núbio que, durante todo esse período, nunca esmoreceu para que esse retorno ocorresse com saúde, segurança e proteção a todos os envolvidos.

Um "Salve!" ao Troféu Brasil de Triathlon, a prova mais longeva do mundo, com 30 anos ininterruptos (exceto durante a pandemia que, se Deus quiser, está chegando ao fim).

Um "Salve!" às próximas que virão.


3AV 
Marco Cyrino

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sexta-feira, 1 de outubro de 2021

Retorno do Triathlon em Santos

Imagery ©2021 Google



















Depois de muito tempo, eis que, no próximo domingo, acontecerá a tão sonhada retomada do Triathlon em Santos.

Dia 03/10/2021.
Guardem essa data.
Porque será a retomada.
E será com o percurso antigo de ciclismo, na Av. Portuária, totalmente asfaltada.


Expectativas 

Penso que todos os Triathletas estavam aguardando essa prova. 
E creio que vai dar tudo certo. 
Infelizmente, ainda não estou preparado fisicamente para fazê-la. 
Mas, minhas orações estarão com todos.

Toda a sorte do mundo aos organizadores e aos atletas que treinaram para poder competir.


A propósito...

Eu nem sabia que hoje é meu dia.
Dia do Idoso..........
Acima de 60 anos já é considerado idoso.

Idoso, porra nenhuma.
Vejo adolescentes, jovens, marmanjos e marmanjas, muito mais idosos do que eu.

Completarei 64 primaveras no dia 10/10 (sim, em plena primavera).
Óbvio que o tempo vai cobrando seu preço.
Algumas partes do corpo já não funcionam tão bem como quando eu tinha 15, 25, 35, 45, 55 anos.
Mas ainda funcionam.
E muitas dessas partes funcionam bemmmmm, viu?
Por exemplo, o cérebro.
Pensaram o que?  kkkk

Não me furto aos prazeres da vida, mas tampouco me excedo neles.
Não deixo de cuidar da minha saúde física, mas principalmente da minha saúde espiritual.

O dia do Idoso deve ser comemorado sim.
Com muito entusiasmo, muita vontade, muito vigor físico e mental.

Um enorme "Salve!" ao Dia do Idoso, aos nossos irmãos sexagenários, que ainda estão na labuta.


E outro "Salve!" aos "Triathletas idosos" que,  no próximo domingo, participarão novamente da competição, aqui em Santos --- a retomada do Troféu Brasil de Triathlon.

Voltarei.
Podem ter certeza!
 
3AV
Marco Cyrino


domingo, 11 de abril de 2021

Pequena análise sobre provas

Pequena análise sobre provas

 

M E M Ó R I A S

 

Hoje, conversando em um grupo de Triathletas, numa rede social, terminei revivendo algumas das muitas provas que já fiz, falando sobre alguns percursos, dificuldades e facilidades.

 

Daí, resolvi escrever sobre isso.

 

 

Provas de Triathlon Short, daquelas que são só pancadaria.

 

Santa Cecília, do meu amigo Paulinho, da YPS:

Daquelas em que participei, lembro muito bem, realizadas ao pé da Ilha Porchat, aqui pertinho, em São Vicente.

Natação saindo e voltando da Praia dos Milionários.

Ciclismo em várias voltas, com vácuo, entre a Ilha Porchat e a Divisa com Santos. Eram 6 voltas.

Corrida, caso eu não esteja enganado, eram 2 voltas, até o Posto do Petrobrás.

 

Também lembro que, na minha categoria, havia um "atleta" que trapaceava.

Fazia uma volta a menos de ciclismo.

E, ainda assim, só me passava na chegada da corrida.

Esse #^$$%* pegou alguns pódios na minha frente, inclusive no TB, até que foi desmascarado pelo Cabral.....kkkkkkk.

Nunca mais o vi em nenhuma prova.

Nunca vou dizer o nome dele, até porque, não merece.

 

Nessas provas, a natação era ótima.

O pedal, perigoso, devido à pista estreita e à permissão para vácuo.

A corrida, normal.

 

Não posso falar sobre as que ocorreram e ainda irão ocorrer no Guarujá, porque não participei. Mas, estão na mira.

 

 

Provas de Triathlon Short, no Troféu Brasil. Pancadaria também.

 

Foi quando tudo começou, depois de eu não poder mais jogar futebol por conta de... Ah! Isso é papo pra outra postagem, além daquelas que já fiz a respeito.

 

Então, comecei fazendo o Short, com bike sem marchas, daquelas de rua mesmo... E depois... Ah! O depois também é papo pra outra hora...

 

O assunto aqui não sou eu. São as provas.

 

Esses shorts no TB eram (e, se Deus quiser, continuarão sendo) maravilhosos.

 

Antes, as largadas e chegadas eram no Gonzaga, aqui em Santos.

E ainda havia as provas em MG, RJ, São Paulo (Capital)...

 

Só vou falar das provas de que participei.

 

Santos

 

Excelente, sempre.

Além de ser aqui, na porta de casa, os percursos de natação, ciclismo e corrida sempre foram ótimos.

Sem nenhuma ressalva.

 

Rio de Janeiro

 

Adorei fazer essa prova lá.

Copacabana, Aterro do Flamengo, Ipanema. 

Pourra! Tirando os vândalos que tentaram assaltar a gente, o resto foi de boa. kkk

 

Sampa - USP

 

Êita prova dura, viu?

Mas não vou mencionar agora, porque só participei delas na distância Olímpica.

 

 

Provas de Triathlon Olímpico, no Troféu Brasil.

 

Provas duríssimas. E também na base da pancadaria.

 

Participei da 1ª prova Olímpica que não fosse para atletas com índice, tipo quase profissionais ("tipo" é phoda.... tô falando quase como os aborrecentes....... kkk).

 

Mas havia índices para completar cada etapa, tipo (kkk) natação até "x" minutos, pedal para "y" minutos, e a corrida que se dane.

 

Bom, não vou falar que ganhei, mas ganhei na minha categoria.

Menos por mérito e mais por ter caído no meu colo.

Acho que esse foi o start para eu levar o Triathlon a sério mesmo.

 

Santos

 

O percurso e a estrutura da prova são sempre TOP.

 

Antigamente, com largada e chegada no Gonzaga, a natação era um pouco mais difícil, porque ali existe uma arrebentação maior, dependendo das condições do mar.

 

Hoje em dia, na Ponta da Praia, em frente ao Escolástica Rosa, a natação é, digamos, mais light.

 

O ciclismo é de boa. Meio travado, mas de boa, tirando a Avenida Portuária, que antes era ótima para pedalar e hoje está arruinada.

 

E a corrida pelas praias de Santos. Ah! Show de bola.

 

USP – Sampa

 

Ô prova dura, viu?

Clima frio!

Natação... água pesada e gelada.

Pedal... circuito travado, com subidas e asfalto muitas vezes ruim. Corrida.... também com algumas subidas.

Mas é duro pra todos.

 

Internacional de Santos

 

Ótimo em todos os sentidos e detalhes.

 

Transição ótima.

 

Natação ótima, uma volta de 1.500m, normalmente em mar calmo. Houve apenas uma vez em que o mar estava terrível.

 

Ciclismo... Esse é o ponto principal.

Pedalar na Via Anchieta... tudo de bom.

Percurso excelente, rápido e seguro.

Saía da Av. Conselheiro Nébias, indo até a R. João Pessoa; virava à direita até o cais de Santos, voltava e ia até a saída da cidade. Depois, só alegria... rodovia ida e volta.

 

Corrida... ótima. Simples assim.

Toda em apenas uma volta por toda a orla de Santos, saindo do Boqueirão, indo até a Divisa com São Vicente, voltando até a Ponta da Praia e finalizando com o retorno até o Boqueirão novamente.

 

Desconheço outra prova tão legal.

 

 

Provas de Triathlon Long Distance

 

Aí o bicho pega.

 

Primeiro, em Pira

 

Também não vou falar sobre os meus perrengues.

O circuito é ótimo.

Quer dizer, a natação é phoda.

A bike também.

E a corrida é para os fortes... kkk

 

Natação... água pesada na lagoa.

Pedal com várias subidas pequenas (ou não).

Corrida sempre acima de 40ºC, e sem sombra nenhuma.

Reze pra chover. rsrsrs

 

Floripa - Jurerê... TriDash como antecipação do Challenge 

 

Acho que foi uma prova-teste para o Challenge.

Muito boa. No mesmo percurso do Iron (do qual falarei a seguir).

 

Depois, vieram os Challenge.

Percursos ótimos.

Mas, dependendo das condições climáticas, podemos passar por perrengues.

 

A natação é em Jurerê Internacional. Tranqüilo (até a página 2).

O pedal é pelas estradas locais.

E a corrida também.

 

Tivemos "poucos" perrengues.

Como no dia da diminuição da natação, porque ventos de 60 km/h estavam rolando por ali.

 

Depois, em outra prova, tivemos um cancelamento de prova, porque um ciclone derrubou tudo e todos.

Mas, normal..... kkkk

 

Bratislava, Eslováquia - Mundial de Challenge

 

Obtive a vaga por ter vencido o Challenge de 2017, na minha categoria, em Floripa.

 

Pourra, falar o que sobre essa prova?

 

Nadar no Rio Danúbio.

 

Pedalar com asfalto ótimo por 90 km, sendo 45 km com vento a favor e os outros 45 km com vento contra, nessa ordem.

 

Correr dentro do Centro Olímpico de natação da República Eslovaca.

 

Conseguir ser o 12º colocado em minha categoria, em que havia 36 atletas classificados, a maioria de europeus.

 

Ali é que a gente vê o quanto precisamos evoluir.

Não só em nossa preparação, até porque o cara que venceu na minha categoria botou quase 1 hora a menos que eu.

Mas, sobre a infraestrutura. Simplesmente excelente, como realmente deveria ser num campeonato mundial.

Bom, já falei demais.

 

 

Provas de Ironman

 

Meus 7 Irons completados foram todos lá, em Floripa.

 

Natação... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas elas.

 

Ciclismo... bom ruim, péssimo, ótimo. Passei por todos eles.

 

Corrida... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas elas.

 

Atualmente, a corrida sofreu muitas modificações.

As 7 provas que fiz, ainda eram com as subidas de Canavieiras.

A 1ª volta era a longa, de 21 km.

Hoje, pelo que vejo, são 4 voltas de 10 km, e pouco dentro de Jurerê.

 

Não sei dizer se ficou melhor ou pior.

Talvez tenha ficado mais rápida, porque já não existem as grandes subidas.

 

A natação depende muito das condições do mar.

 

O ciclismo depende muito das condições do asfalto e das demarcações e segurança no trânsito.

Já vi de tudo lá. Inclusive, "baladeiros" invadirem a pista e colocarem obstáculos, como galhos, para derrubarem os atletas.

 

E, na corrida, é muito bom a gente receber o apoio dos moradores, ou mesmo de quem está lá temporariamente, torcendo para que possamos ao menos completar a prova.

 

 

Falei muito e não disse metade do que queria dizer.

 

3AV

Marco Cyrino

 

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