segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Internacional de Santos 2014 - Relato


Prova doida, sô!

Resultados
Não vou postar.
Vejam neste link:



Clima
Sábado, choveu o que deixou de chover nos 40 dias anteriores.
Por volta das 16:00h, saí para pegar meu kit no simpósio.
Da minha casa até lá, não são mais do que 2 km.
De carro, levei mais de 50 minutos.
Antes tivesse ido a nado.
Sim, a nado, porque estava tudo alagado.
De resto, tudo normal.

Domingo, com 1 hora a mais para descansar, amanheceu chuvoso. Ao menos estava bem fresco (o tempo).


Mar cascudo
Largada adiada por 40 minutos.
O mar estava cascudo.
Este é um dos motivos pelos quais não vou publicar os melhores resultados, ou sequer os resultados do pessoal da Baixada Santista, ou dos camaradas de outros locais.

Em frente ao local da largada, no Boqueirão, havia ondas de quase 1,5 m na série... com quebra-côcos de 1 metrão.

Para a maioria dos caiçaras e para o pessoal de outras regiões litorâneas com ondas, e até mesmo para aqueles de São Paulo, interior, ou de outras regiões com mar sem ondas, mas que tenham afinidade com este tipo de mar (seja porque praticam o surf ou outro esporte que exija tal conhecimento), o mar até que estava, digamos, "divertido".

ENTENDAM QUE FALO ISTO COM O MEU MAIOR RESPEITO PELO MAR.

Surfo desde moleque e nunca vou perder esse respeito.
Já passei por muitos perrengues e me coloco no lugar de quem passou desta vez.
Não é mole não.
Falo um pouco mais sobre isto, durante o post.


Com natação ou sem natação, eis a questão...
Durante o período de atraso da largada, houve de tudo.

Tentaram levar as bóias para o outside e não conseguiram.
Depois, tinha muita gente querendo que houvesse a natação de qualquer jeito.
Simultaneamente, muita gente queria que a prova se transformasse em Duathlon, aliás, como prevê o regulamento.
Esse pessoal era maioria.
E aqui, como no Brasil em geral, a maioria não vence.
Houve a natação (depois, soube que não para todos...)

Conversando com alguns atletas muito amigos, percebi que (como disse acima), para aqueles que não têm afinidade com esse tipo de mar, a situação estava crítica.

Outros, que têm essa afinidade, diziam que "se é Triathlon o atleta tem de estar apto a todas as condições".

De minha parte, não há crítica ou elogios nem a uns nem a outros.
Cada um quer fazer prevalecer o que tem de melhor.

Imagino o perrengue do Núbio, o organizador, para fazer essa avaliação:

- Se cancelasse a natação, os corredores iriam deitar e rolar.
- Se fizesse o contrário, os "nadadores" é que iriam.

O fato é que houve a largada.

Entrei no mar calmamente, porque para atravessar esse tipo de arrebentação temos que varar as ondas por baixo, o que exige apnéia, ou seja, qualquer ganho por entrar no mar correndo iria me prejudicar depois.

Logo após "furar" as primeiras ondas, comecei a ver um monte de atletas com cara de desespero, sem saber como encarar essa situação.

Fiz minha natação de boa, assim como muitos outros.

Quando saia para o pedal, comecei a ver um tumulto na saída da transição.
Só mulheres paradas. Não entendi nada.
Passei pela lateral e continuei a minha prova.


Cara no vento - versus - problemas de audição
Pedalei muito bem, para o meu condicionamento atual.

E DEIXEI PASSAR TODOS OS PELOTÕES QUE ME ULTRAPASSAVAM, SEM CAIR NA TENTAÇÃO DE ENTRAR EM UM DELES.

Falo (escrevo) isto com orgulho e com letras maiúsculas mesmo.
Foram 40 km (na verdade 38 km) literalmente com a cara no vento.
Eu pedalando a 40 km/h e um pelote me passando voando, com neguinho e branquinho também no clip e batendo papo como se estivessem tomando uma no boteco. Fácil assim.

Ah! Os fiscais estavam bravos.
Vinham de todos os lados gritando: - Desfaz... desfaz... desfaz.

Mas, acho que a maioria dos Triathletas (podem ser chamados de Triathletas, já que não pedalam?) tem problemas de audição.
E aí, fica por isso mesmo.
Mas não quero falar sobre isso.


Voltando à prova
Cheguei bem do pedal e saí para correr, me policiando para evitar qualquer risco de lesão.
Fui só no sapatinho.
Sabia que minha chance de obter um bom resultado era zero. Inclusive, pelo meu condicionamento, achei que não completaria a prova.

Aos poucos fui ganhando confiança e me soltando.
Na virada do km 2,5, vi o Machado chegando "nimim".
O cara foi o campeão da categoria 65 anos mais.
O cara é uma lenda do Triathlon.

Gritei pra ele: - Porra... num vem não Machado.

Ele deu risada e fomos na mesma balada até o final.
Durante o percurso, fomos aumentando o ritmo e chegamos dando sprint um no outro.
Valeu muito.


Agradeço
Seria fácil, agora, ficar empurrando bêbado na ladeira.
Seria fácil ficar contando vantagem de que nadei de boa, enquanto muitos sequer largaram - só pedalaram e correram.

Quero dizer que agradeço a Deus pela oportunidade de ter feito a prova inteira, porque a fiz apenas para mim e não para os outros.
Quando digo "para mim", incluo também os poucos do meu círculo íntimo de convivência, mais especificamente, minha família e a Neuza.


Panorâmica: segurança, responsabilidade, resultados estranhos
O perfil do atleta de Triathlon mudou muito durante os últimos anos.
Tem de tudo.
Tem o "poser", o bão, o ruim, o rico, o pobre, o negro, o branco, o índio (tem), o amarelo, enfim... tem de tudo.

Quem sou eu para criticar quem o faz por amar o esporte, ou apenas para se perfazer (seja para quem for).

Mas, isto exige que os responsáveis pela organização tenham um discernimento maior em relação a quem está participando.

Quando o organizador abre as inscrições aos atletas indistintamente, sem nenhuma exigência de performance ou de conhecimento específico da prova (principalmente quanto às condições de mar que se apresentaram), ele passa a ter responsabilidade sobre a segurança dessas pessoas.

Por mais que existam documentos a serem assinados, ou concordâncias jurídicas no momento da inscrição, há que prevalecer o bom senso a respeito da segurança da maioria.

Existe um ditado que diz:

"Quem não tem c. não contrata p...".

Só que, nessas horas, não é por aí que chegaremos a um resultado satisfatório.

Nessas situações, é comum rotularem (disto ou daquilo) todos os atletas que tiveram problemas com o mar.

Na minha primeira prova na USP, quase desisti por não estar ambientado com a água doce, pesada e gelada.
Saí da água bêbado, devido provavelmente à contração dos vasos cranianos.
Recebi muito incentivo dos atletas que estavam acostumados àquelas condições.

De qualquer forma, acho que vocês, meus 5 leitores, entendem aonde quero chegar.

Em tempo:
Não houve natação para todos.
Entretanto, os resultados mostram todos com tempos de natação. ESTRANHO.


Competindo com...
Fazer Triathlon está cada vez mais complicado, seja pela falta de segurança para treinar, seja pelas organizações, pelo controle do vácuo, pelo DNA (Data de Nascimento Antiga), e por outras coisas.

Por isto, cada vez mais, faço as provas competindo com apenas um atleta: eu mesmo.

Ainda, bati meu record pessoal, ontem.
Porém, as distâncias no mar e na corrida não estavam corretas.


Para pensar, dois comentários

1- Chorei - Depois da prova, peguei um pedaço de melancia, um copo de água e, quando notei, estava derramando algumas lágrimas de felicidade. Por haver completado mais uma prova com saúde. Por haver completado esta prova sem lesões. E por tudo mais.
Ano passado, fiquei em 3º nesta prova.
Neste ano, fiquei em 16º, porém tão ou mais feliz do que no ano passado, porque, depois dos perrengues que passei, já estava pensando em abortar o Ironman Floripa.
Ganhei ânimo.

2- Taiú - Para quem não sabe, Otaviano Bueno, o Taiú, foi um dos maiores Big Riders que conheci. Surfava fácil ondas de mais de 10 metros, numa época em que não existiam as condições tecnológicas de hoje. Era no braço mesmo.
Ficou tetraplégico em uma "ondinha" de 1 metro, em Paúba (Côco-Louco), litoral norte paulista.
Alguma dúvida sobre o respeito que tenho e que devemos ter pelo mar?


Agregando... 
Vídeo com as opiniões do Prof. Silvio Luiz Marques




3AV
Marco Cyrino

27 comentários:

  1. Prezado Marco, é a primeira vez que comento seus posts. Ontem tambem estive em Santos no Internacional. Fui toca vermelha (45-49anos) e ultima bateria a largar na natação. Seu relato foi absolutamente preciso do que aconteceu. Com todo o respeito ao Nubio, sei que não é facil estar ha mais de 25 anos organizando provas de triatlon etc, mas achei bem irresponsável aquela natação. Apesar de eu morar em SP, sou de São Sebastião e também estou acostumado ao mar, em todas as condições, e por ter velejado muito quando jovem (e alguns atrevimentos no surf), sempre respeitei muito o mar. Com o mar não se brinca. O Internacional é prova de entrada para muita gente, e a organização devia contar com isso. O pedal escorregadio por conta da chuva estava perigoso não por conta da chuva, mas por um bando de babacas (isso mesmo BABACAS e não triatletas) que em grupinhos se achavam os acima de tudo e de todos, passando raspando em que estava (como vc e eu) pedalando sozinhos e ainda os trouxas gritavam "esquerda, esquerda". De toda forma, a prova ontem valeu como um belo treino em condições adversas, onde o controle da mente se sobrepõe ao físico. Parabéns pela prova e pelo post. Abs, Guilherme Gardelin

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Feliz por alguém compartilhar das mesmas opiniões, Guilherme.
      Abraço

      Excluir
  2. Para ilustrar um pouco mais, vejam no FB, Grupo IRONBROTHERS uma "discussão" (no bom sentido) a respeito de um post da Kelly Cristina Stéfani ( http://www.institutokellystefani.com.br/neverquit/a-polemica-do-23-triathlon-internacional-de-santos/ ).
    Também existe um depoimento do Professor Silvão no FB (podem procurar na página dele ou no meu FB pois compartilhei.

    ResponderExcluir
  3. Marcão sou um dos seus 5 leitores e com certeza me emociono toda vez que leio um relato tão legal como o teu, ainda bem que nós, jurássicos existimos, caras que ainda pedalam pela direita enquanto os BABACAS passam em pelotes gritando esquerda-esquerda, mas o mais legal é ainda termos a capacidade de silenciosamente deixarmos rolar pelo menos uma singela lágrima no momento solitário em que comemos um pedaço de melancia, e depois disso abrirmos um sorrisão para todos, como se nada tivesse ocorrido, mas na realidade sabemos que tivemos o prazer de ter mais uma superação, muito lindo parabéns velho, agora só estava faltando a melancia aqui no quarto, pois acabou de rolar mais uma lágrima solitária. ALOHA

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Aloha, aloha e aloha !!! Para os "peloteiros" (e no caso deste Internacional para alguns irresponsáveis) poderíamos inverter a saudação hawaiiana e transformá-la em: ahola, ahola, ahola.
      Acho que a sonoridade ficaria boa.

      Excluir
  4. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  5. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Hahaha...Grande Joka. Ficou indignado e fez baixar o espírito "Fora Haoles".
      Quer saber ? Tá stressado ? Vai surfar.
      Valeu, Joka (também ficando velho ontem)...kkkk

      Excluir
  6. Parabens cara !!! Essa historia da prova foi demais, meio bagunçado eu achei, mas bola pra frente.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bagunçado, Xampa ?
      Não seja gentil...kkk !
      Obrigado.

      Excluir
  7. Grande Marcão, como o Vilela, também sou um dos 5 que comenta aqui no blog.kk Velhinho(mas bom pra carai), Acho que posso dar meu pitaco nesta bagaça, já fiz esta prova com todos os tipos de clima possíveis, já no 1° ano de prova, eu estava lá e já houve problema, a largada estava 40°, um triatleta morreu de hemorragia pulmonar(acho que foi isso), largaram 400 chegaram só 180.Falaram um monte, que era irresponsabilidade da organização de fazer a prova com aquela temperatura. já fiz esta prova com apenas uma boia, pois a arrebentação tava grande, imagina o que foi de nego e branco batendo cabeça, um indo e outro voltando. Já vi de tudo.
    Infelizmente não fui gritar em vossas orelhas porque ainda sofro de um sério problema de não conseguir assistir. bate o arrependimento "porque não fiz".
    Você tem toda a razão em seu post. Eu vi as fotos que o trisport colocou no site, e para nós Santistas dava condições, mas para grande maioria tava broca mesmo. Os dois pontos que na minha opinião foram decisivos para o furdunço, foi a liberação de somente 3 baterias e a não transformação da prova em Duathlon. Não dá pra crucificar o Núbio, mas mudanças precisam ser feitas para que não aconteça novamente. Grande abraço e parabéns pela prova!

    ResponderExcluir
  8. Ueba...contigo já são 6 os leitores...rsrsrs.
    Tu tens história também, heim, véio ?
    Quanto ao Núbio, ele simplesmente precisa dar mais atenção a quem de fato sustenta os eventos. E não são os patrocinadores.
    Acho que não é necessário elaborar mais.
    Valeu, Renê.

    ResponderExcluir
  9. O vídeo com os comentários do Professor Silvão (Silvio Marques) já está disponível no YouTube.
    Siga o link: http://www.youtube.com/watch?v=PjDJ4wZykjI&feature=c4-overview&list=UUxT_aNIptsuKrzE46QhCF_g


    ResponderExcluir
  10. Então somos 7, faltou dizer no perfil dos novos "triatletas" os gordinhos kkkkkkkk grande abraço e compartilho da sua opinião!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Ôpa, Cláudião. O número vai aumentando...rsrsrs.
      Incluso no perfil dos triathletas os gordinhos que vão afinando.
      Abração

      Excluir
  11. Perfeitas as considerações do Professor Silvio Marques!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado, Guilherme ... que bom que alguém entendeu o meu manifesto como apenas o relato que foi a intenção do mesmo, e não como ataque pessoal a ninguém e nenhuma empresa ou instituição.
      Há muito já deixei o triathlon de lado na minha vida e optei por outros esportes, justamente por não haver até hoje ninguém preocupado em dar "ouvidos" às reclamações e anseios da COMUNIDADE, e sempre agindo em causa própria, principalmente.
      As coisas mudaram demais e me parece que a cabeça do organizador não acompanhou a evolução do esporte.
      E eu, como sou um questionador nato e busco sempre o melhor para mim, principalmente, sou às vezes interpretado erroneamente como rabugento, talvez porque eu seja uma lombada , muitas vezes, no caminho dos outros.
      Vou continuar a ser assim sempre.
      Só não vou querer aparecer mais do que os outros, que não é o meu perfil>
      Grande abraço e obrigado pela consideração

      Excluir
  12. MEU AMIGO MARCÃO , TENHO MUITO PRAZER DE SER SEU AMIGO , PARABÉNS PELO SEU RELATO, PALAVRAS SABIAS ...........NÃO INTERESSA SE É O PRIMEIRO OU O ULTIMO O QUE INTERESSA É ESTAR BEM CONSIGO MESMO , ABRAÇOS AMIGO .

    ResponderExcluir
  13. Marcão sem criar polêmica e já pronto para enfrentá-la, só vi o vídeo do Silvão por aqui e infelizmente ele deve ter me bloqueado no facebook pois não consigo ler nem 1 dos seus comentários ou posts, não que isso me faça falta, mas só fico triste em estarmos uma democracia e não se poder ao menos discutir opiniões, e depois dizem que os militares é que são os autoritários e ditadores, mas voltando para a discussão em curso, quando ele diz que os atletas não se unem, espero que ele se inclua nessa relação, pois como você mesmo sabe, tentei levar a bandeira da UTBS durante muitos anos, e até hoje espero o apoio de todos, quando olhava para trás, era um general sem tropa. Falar de sangue nos olhos é bem coisa do passado, como ele mesmo disse o perfil do triatleta hoje é outro, completamente diferente daqueles que "iniciamos" essa geração, o meu primeiro ironman, em 2000, eu fiz toda a prova de sunga e camiseta, hoje não faço um biathlon sem nadar com a roupa de neoprene. Eu mudei ??? não tudo mudou e se eu não aceitar essas mudanças, tenho mais é que ficar na arquibancada e aplaudir (ou criticar, depende da minha rabugice). Como eu já disse para você, também agradeço e oro todas as vezes que cruzo mais uma linha de chegada com saúde e disposição. Os promotores de provas tem o dever de me proporcionar e a qualquer um que se inscreva, segurança física e psicológica, para eu retornar e continuar consumindo o seu produto, já que não existe "nível técnico" como pré requisito, o dever de proporcionar segurança é preferencial ao pior atleta. O que ninguém comentou até agora que o "charme" dessa prova é não exigir nível técnico anterior, o que era exigido nos TBs, quando só se podia fazer a distâcia olímpica, caso tivesse nível técnico apresentado no short distance do TB, então a única oportunidade que se tinha em fazer uma distância olímpica era no Internacional, então era e é obrigação do promotor dar igualdade de segurança a TODOS,chega, já comecei a escrever outro romance no seu post, desculpe amigo, desse jeito estou espantando seus leitores kkk ALOHA

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Vilela,
      De minha parte penso que é uma pena 2 pessoas que prezo, que são muito inteligentes, capazes, honestas, com bom caráter e com muitas outras qualidades estarem "bloqueadas" entre si seja no FB, ou qualquer outro local físico ou virtual.
      Penso que em um conflito nunca há um vencedor. Os 2 lados perdem.
      Mas essa é minha opinião e é assim que procuro levar minha vida.
      Mas como você disse, o assunto aqui é outro.
      Acho que o que aconteceu neste Internacional pode ser apagado caso nos próximos eventos haja uma mudança grande, enorme, na postura da organização em todos os sentidos.
      Caso contrário, o atestado de óbito já está sendo lavrado.

      Excluir
  14. Bloqueei e já desbloqueei há muito tempo, mas por pura solicitação do senhor, que foi ofensivo em uma publicação do Marcos Lula que, seguindo o seu raciocínio, eu tentei expor a minha opinião democraticamente e o senhor mesmo me ofendeu me solicitando, inclusive, que eu não utilizasse o seu nome em meus comentários, o que prontamente lhe atendi, embora o senhor agora esteja utilizando o meu nos seus.
    Mas fique tranquilo que eu não contra-argumentei absolutamente nenhuma de suas palavras, muito pelo contrário.
    Apenas reproduzi o link de um blog onde o senhor tece as suas considerações e eu apenas reforcei concordando.
    Mas não faço mais parte de absolutamente nada e deixei de seguir a UTBS há muito justamente por não ter voz ativa nunca, por mais idiotas que pudessem parecer os meus pensamentos.
    Mas, da mesma forma como o senhor me solicitou e eu educadamente o respeitei, preferi seguir com meu perfil de rede social sem lhe incomodar.
    Até porque, como o senhor mesmo afirma aí em cima, e eu sou obrigado democraticamente a aceitar as suas considerações, o que eu penso ou o que eu escrevo não lhe fazem a menor falta.
    Grande abraço.
    Eu sou da paz.
    Mas paz sem voz, na minha opinião e do Rappa, não é paz , é medo.
    E eu sou um burro , mas continuarei berrando sempre.
    Sucesso !!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Só acho que a experiencia dos dois juntos, faria um Triathlon melhor, pois hj só vejo pessoas falando e postando algo em boicotar, uma minoria sim tenta ajudar...Quando tudo acabar ai quero ver o chororo, tipo assim: Era bom, era legal, tinha umas falhas mas não precisa acabar,,,,Lógico q não vai acabar, fabrica de dim dim...rs

      Excluir
  15. Vão surfar, Joka e Marcão ... quando der onda aqui no pico, o SSWOR ( Silvão Surf & Weather Oline Report ), diretamente do Quebra-Mar, informará as condições do mar.
    hauahuahauahuaa ....
    Se descer, Joka, avisa, pra combinarmos aquela "gelada", eu , vc e esse Marcão velho lobo do mar pequeno ... hauhauahauahauahuahau

    ResponderExcluir