sexta-feira, 3 de junho de 2016

Relato do Coração


Esperei alguns dias após o Iron para não escrever sob as emoções decorrentes de sentimentos antagônicos e conflitantes.

Após passar o pórtico de chegada com o tempo de 13h55m e alguns segundos (pelo meu relógio, o que foi confirmado no resultado), eu, na realidade, não sabia o que sentia.

Mais uma vez não consegui sequer entrar na faixa das 12 horas de prova.
Nem que fosse 12h59m59s.
Estava, de certa forma, decepcionado por não ter atingido meu record pessoal.
Estava também com muitas dores musculares e de bolhas nos pés.
Estava também com bastante frio e..... fome.


Máperaí...!!!
Puxa... eu estava com fome. Bom sinal, pois normalmente chego enjoado.
Ótimo sinal. Me conheço bem. Tirando as dores e o frio, eu estava inteiro.
Freqüência cardíaca razoavelmente tranqüila. Disposto a conversar. A curtir tudo a minha volta.

Aí vieram as outras sensações... aquelas boas.

Meu sexto Ironman completado.
Com todos os percalços que uma prova tão longa pode trazer.

Rodeado de pessoas queridas, essas sim merecedoras de todos os cumprimentos.

A Neuza, meu irmão que mora em Jaraguá do Sul, Ana Paula, a sobrinha da Neuza (e minha), e até mesmo o Silvão, o grande responsável por eu conseguir terminar essa prova tão bem de saúde, o que, no fundo, é o mais importante.

Todos esses sentimentos vêm em cachoeiras... em frações de segundos.
A FC estava baixa, mas os neurônios estavam em ebulição.

Comecei pelo fim propositalmente.
Mais para frente, volto aonde parei.


Preparação ótima
Minha preparação para este Ironman foi excelente.
Tive o acompanhamento diário do Silvão, com as prescrições de treinos, feedbacks, reestruturações decorrentes das respostas do meu corpo e por aí vai.
Nunca treinei tanto e tão bem.

A respeito do Silvão (que como ele mesmo fala, nos tornamos mais do que treinador/atleta, nos tornamos amigos, irmãos) não vou me estender neste post.
No momento adequado, falarei mais a respeito.
Mas já gostaria de deixar registrado (porque pessoalmente não precisamos) meus mais sinceros agradecimentos por tudo. Tudo mesmo. Ele sabe do que estou falando.

Cheguei à semana da prova com a sensação que queria ter. De fazer a prova. De fazer força. De... enfim... era isso que queria sentir na hora. E senti.
Comprovação de que estava tudo certo.


Também já quero avisar que todas as coisas que deram erradas, todas as queixas que lerem aqui, as reclamações, em hipótese alguma foram responsáveis pela minha performance.
Se foram para mim, foram para todos.
E aquilo que foi para mim, foi por minha exclusiva responsabilidade.
Então, como sempre, espero que o relato sirva (se servir) para que os leitores possam tirar proveito de mais uma experiência que vivi.


A organização da prova mudou... mas não mudou.
Agora é feita por uma nova empresa dirigida pelo mesmo dirigente.
Reclamações? Nenhuma.

Algumas mudanças com relação à prova foram feitas.
Ajudaram uns, prejudicaram outros.
De umas gostei, de outras não.


Horários e filas...
O horário do Bike checkin, no meu caso, eu odiei.
Fui colocado, juntamente com todos os que estavam com numeração alta, para fazê-lo das 19:00h às 20:00h do sábado, véspera da prova.
Além disso, foi um processo extremamente demorado.
Cheguei com antecipação, às 18:30h, acreditando na hipótese de poder entrar antes.
Lêdo engano.
Fiquei na fila, que já tinha uns 100 atletas na frente (que provavelmente pensaram como eu) até que foi aberto o bike checkin nosso.
E nós lá... parados... na friaca...
Ah... mas é a regra. Sim é a regra.
Daí veio a fila para entrar. A fila para checar a bike. A fila para fotografar a bike. Fila para checar as sacolas.
Ufa... entramos. Colocamos as bikes em seus respectivos boxes e as cobrimos com a capa. Daí para a tenda. Pendurar as sacolas e....
Fila para tatuar. Fila para chipar. Filasdaputa.


Aliás, devo ser muito burro. A fila mais demorada era para fazer a porra da tatuagem. Nos braços.
Sendo que 95% dos atletas, pelo menos, nadou com roupa com mangas, pedalou com roupa com mangas e correu com roupa com mangas.
???

Resultado. Saí(mos) do bike checkin às 20:30h.


Todos falam (inclusive a organização) que, na véspera da prova, o atleta deve deitar (porque dormir é circunstancial) por volta das 20:00h.
Fui deitar às 22:00h.
Vai ver que foi proposital, porque eles acham que os mais velhos dormem menos.... kkk

Bom... dormi, pelo menos.


Largada, tempo chuvoso, água gelada
Domingão... Ueba!

Levantei, tomei café, fui ver o tempo e o clima... excelente.
Mas, algo me dizia que iria mudar. Esse algo eram todas as previsões de todos os sites que consultei nos dias anteriores.
Estava bem disposto. No clima de prova mesmo.

A entrada foi bem rápida e tranqüila.
Enquanto tirava a capa da bike e arrumava as coisas para a prova, não conseguia me desligar do clima e do tempo. Estava muito agradável para ser verdade.

Encontrei o Alejandro, Alceu, Romeu, Adão e muitos outros atletas conhecidos.
Fiquei junto com o Alceu e o Romeu boa parte do tempo, até a largada.

Fomos para a transição e desta vez não dei moleza para o frio.
Fiquei de meias e chinelos até bem próximo do horário de largada, que foi em ondas.

Nesse aspecto também foi ruim para nós.
Acho que o intuito de evitar pelotões não deu muito certo.
Existem vários registros das categorias que largaram antes.
No nosso caso, por largarmos às 07:25h, já pegamos o mar mais mexido, mais vento na bike e mais frio na corrida.

Que tal inverter e fazer a largada e o bike chekin da molecada por último?
Respeitar o Estatuto do Idoso???  kkkkkkk

Fatos: os profissionais largaram 06:45h. Porra... pra esses caras não tem tempo ruim. Basta dizer que com todas as intempéries, foi batido o record da prova e quase o mundial.

Voltemos aos simples mortais.

Uns 15 minutos antes de nossa largada, começou a ventar e chover. Aquela chuva que você pensa:
- Deu ruim.
E deu mesmo.

Na quinta-feira entrei no mar para fazer um treininho e a água estava muito fria. Gelada.
No sábado, ouvi alguém falar que a água havia esfriado da quinta para o sábado.
"Como assim???", pensei.

Quando entramos constatei. O cara viajou. Tinha "esfriado mais" porra nenhuma. Tinha congelado.
Confesso... tenho seríssimos problemas com água muito fria. Imagina congelada.


Natação
Com a chuva, que parecia neblina, nem enxergava as bóias de navegação.
Não tenho problemas de navegação na natação.
Desta vez eu tive, simplesmente porque não enxergava.

E o mar foi ficando, além de gelado, encrespado e com as famosas correntezas.
Teve atleta que nadou com GPS, relatando que registrou mais de 4.300m.
Não posso atestar isso. Mas parecia interminável.

Em determinado momento, notei que nadava com os dedos abertos.
Tentei fechá-los e não conseguia. Eles mandavam em mim e não eu neles.
Foda-se. Vai assim mesmo.
Até que saí bem com 01h21m.


Minha transição (T1) é sempre demorada. Não tem jeito.
Por mais que me programe para não perder tempo, o corpo não ajuda.
Nem sei quanto tempo levei. Podem ter sido 10 ou 15 minutos. Ainda não chequei.
Você pensa que está fazendo as coisas rapidamente, mas está em câmera lenta.


Ciclismo com dilúvio
Saí feliz da vida pra pedalar e....

Um verdadeiro dilúvio caindo.
Não sei se fiquei com mais pena de mim ou do meu "povo", que estava lá me acompanhando.

Tinha convicção que iria pedalar bem, mas como???
A pista parecia um rio, em determinados trechos.
Logo nas serrinhas, eu subia com velocidade de uns 18 km/h e descia a 30 km/h, quando normalmente descemos a uns 60 km/h.
As descidas pareciam cachoeiras.
(Dramático eu, não???)

A verdade é que nessas condições eu não arrisco.
Descia freando mesmo.


Aquaplanagem
Vi um atleta passar por mim, na descida do Cacupé, imagino que a uns 60 km/h e, na curva aberta à esquerda, ao final da serra, ele fez a curva.
Só que a bike não fez.
Havia um colchão de água alí.
Foi bonito de ver. Parecia um jet ski.
O cara passou batido pela curva, aquaplanando, passou pela pista da direita, pelo acostamento e pelo matagal.
Ainda tive tempo, tão lerdo estava, de vê-lo levantar, aparentemente totalmente íntegro e de banho tomado.
Caso ele leia este post (impossível...kkk), gostaria que se identificasse, para que eu saiba se ficou tudo bem.
Iria parar, mas não parei porque o vi levantar e já subir na bike...


Ajuda recíproca
Um tempo depois, já na Beira-Mar Sul, vi uma enorme poça d'água e instintivamente saí do clip e direcionei a bike para a parte com menos água.
Em cima dela percebi uma mancha negra e só tive tempo de erguer o guidão.
Acho que se tivesse entrado clipado nesse buraco, teria capotado.
Não capotei, mas entrei com o peso todo na roda traseira.
Não deu outra.... pppfffuuuuuuu
Furou.

Ôpa... já sei (há um bom tempo) trocar rapidamente (???) câmeras.

Tiro a roda traseira, pego espátulas, tiro o pneu, retiro a câmera, tiro o prolongador do bico da câmera................. putaquepariu!!!!

Aqui faço um aparte (sim, costumo fazer apartes comigo mesmo).

Antes da viagem, havia decidido fazer a prova com as "Rígidas", fechada atrás e 4stroke na frente.

Olhando as previsões do tempo, desisti, porque além dos ventos fortes previstos, elas estão equipadas com pneus lisos, de pista.
Não iria arriscar fazer prova com chuva, com esses pneus.
Coloquei as rodas Zipp, de perfil bem alto atrás.

Fiz revisão delas na feira do Ironman na 5ª feira, porque fazia um bom tempo que não as usava.
Câmera nova, etc.
Tudo ok.
Ainda troquei uma câmera nova na roda da frente, durante a revisão, porque ela provavelmente ressecou e estourou.

No sábado, lá pelas 15:00h, quando já estávamos arrumando tudo para a prova, a Neuza vem e me fala:
"Amor, tenho uma má notícia... a roda traseira murchou".

Falei que era uma boa notícia. Antes furar agora do que na prova.
Fui trocar a câmera rapidinho, e descobri que o prolongador estava trincado.
Não havia como trocar  a câmera.

Coloquei a roda de treino e pedalei até a feira.
Lá, descobri que não havia prolongador como o meu para vender.
O Montanha, da Trubu Sport, conseguiu resolver o problema colocando uma câmera "bicuda" (acho que 808) e um prolongador menor.

Voltei feliz da vida.

Acabou-se o aparte.

Voltando...
Tiro a roda traseira, pego espátulas, tiro o pneu, retiro a câmera, tiro o prolongador do bico da câmera................. putaquepariu !!!!

Quem disse que o idiota aqui se lembrou de que minhas câmeras reservas não eram bicudas???

Fiquei ali que nem um trouxa... me perguntando:
- "Que porra tu veio fazer aqui ???"

Kkkkkkk

Do nada, me surge um atleta com a bike na mão e me perguntando se eu tinha uma bomba, porque a dele voou.
Disse que tinha CO2 e já joguei na mão dele.
Ele me agradeceu pra cara.... Já tinha trocado a câmera mas não tinha como encher.

Daí, olhei para a roda traseira dele e era idêntica a minha.
- "Tu não teria uma câmera reserva bicuda né???"
- "Tenho duas"

Também quero muito que ele leia (e, de novo, sei que não vai ler) para agradecer a ele.

Em menos de 10 minutos meus problemas estavam resolvidos.

Bolhas surgindo
Eu me alimentei e me hidratei muito bem durante o ciclismo.
Mas o tempo.... ahhh, o tempo.

Na 2ª volta parou a chuva e veio o vento.

Comecei a sentir incômodos nas solas dos pés que não havia sentido em nenhum treino.
Queimações. Parecia que haviam bolhas.

Terminei o ciclismo muito bem de fôlego, mas num tempo bem aquém do desejado.


Corrida
Sabia que faria uma boa corrida.

Estava inteiro.

Ao correr para a tenda, notei algo estranho.
Parecia que as partes da frente dos pés, antes dos dedos, tinhas almofadas.

Na transição, constatei bolhas.
Muito tempo com os pés molhados. A pele fica fragilizada, fina.
E olha que tenho os pés cascudos.

Fui relapso em não passar um gel anti-atrito nos pés, antes da corrida, embora tivesse deixado na sacola de transição. Não queria perder mais tempo.

Fiz uma transição razoavelmente rápida.
Saí para correr bem disposto e mais disposto ainda a tirar o prejuízo.

Não sei se o fato de não ter passado o creme anti-atrito evitaria o que veio a seguir, mas, na transição, meus pés estavam meio adormecidos e joguei nessa conta os inconvenientes que senti nos últimos quilômetros do pedal.

Corri para um pace abaixo de 6 min/km (uns 5:50 min/km) até as subidas de Canasvieiras.
Subi, pela primeira vez, todas as serras correndo (modo de falar.... trotando... mas não andando), inclusive a da Igreja.
E querendo mais...
Sabe quando você quer porque quer aumentar o ritmo?
Então... eu estava assim.

Nas descidas, voltei a sentir os incômodos nas solas... e também nos vãos de alguns dedos.

Contornei no final de Canasvieiras e voltei mais forte, porque já tinha em mente uma parada alimentícia estratégica.

Parei... naquele posto de hidratação e alimentação que tem: Pepsi, Gatorade, Água, Sal, Laranja, Banana, Bolos, Bolachas.
Esse é o posto do lanchão da tarde.
Tomei e comi de tudo, brincando com tudo e com todos.

Saí renovado, com a certeza que iria fazer minha melhor corrida.

Fui ao encontro das serras novamente, já voltando, e.... caraio... tava muito bem.... subi correndo novamente, controlando a FC...

Nas descidas, apoiamos sempre os pés com a parte frontal, para amortecer a pisada, e seguramos o esforço nas panturrilhas.

Brasas de faquir
Quando começaram as descidas, a cada passada sentia como se as bolhas fossem estourando.
Daí pra frente, as almofadas viraram brasas de faquir.
Simplesmente não conseguia correr na pisada normal.

O "serumano" faz cada coisa que vou te contar, viu?
Comecei a correr pisando só com os calcanhares.
Claro que ia dar ruim. Deu. E deu muito ruim.

Até o km 17, havia feito um pace de 5:55 min/km.
Daí pra frente não houve corrida. Houve tentar chegar.

Estava me sentindo forte, com energia para correr e, mesmo na caminhada, pisando com os lados externos e/ou internos dos pés, além dos calcanhares, a cada passada um flash.


Êta Mundo Bão
Juro, agradeci muito por ter conseguido cruzar aquele pórtico.

Na tenda dos médicos, aos quais recorri para ver a gravidade das bolhas estouradas. Na tenda da massagem. Na tenda da alimentação.
Na retirada da medalha e camiseta de "Finisher".
Na tenda de retirada do material de prova.
Na retirada da bike.
Na volta para o apartamento em que ficamos... meu cérebro e, principalmente, meu coração, só tinham agradecimentos a tudo.

Ao meu coach (treinador, amigo, brother, irmão mesmo), aos meus irmãos Roberto (Zé), que juntamente com a Neuza e Ana Paula (sua sobrinha e minha) me acompanharam durante a madrugada, dia, tarde e noite inteiros, Alfredo (e minha cunhada Jussara), minha "pimpolha" Fátima, que com seus pensamentos positivos e orações me conduziram ao pórtico de chegada e todos os outros profissionais como o André (fortalecimento), Atef (Fisio e Quiropraxia), Lucas (meu médico), enfim... alguém sempre fica no esquecimento...me perdoem, pois.

Agradecimentos também ao Cesinha, amigo brother e companheirão de treinos, Com certeza, estaremos juntos em outros eventos.
Esse cara fez seu primeiro Ironman depois de 8 meses treinando para Triathlon.
Tem muita força de vontade. Também tem muito amor ao que faz.

Meus agradecimentos maiores ao nosso Pai Oxalá, meu São Miguel Arcanjo, meu Anjo da Guarda e toda minha banda protetora.

Oxalá, meu pai... Êpa Babá.

"Tudo que acontece de ruim na vida da gente é para melhorar" (Candinho... "Êta Mundo Bão"... novela)


3AV
Marco Cyrino


15 comentários:

  1. É Marcão. ....!!!! Esqueceu de comentar que nos cobraram 20$ pela capa de Bike. Uma Miserável Estréia Solo do Sr. Galvão da Unlimited Sports. No mais meus parabéns por mais uma prova concluída e treinos intermináveis. ...Romeu

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    1. É Romeu. Eu não paguei os 20 Temers porque de um bom tempo para cá comprei minha própria capa (daquelas que não voam...o atleta ao meu lado comprou e a bike estava "desencapada" pelo vento).
      Levo sempre nas provas com bike checkin. Mas já fiz Iron com distribuição gratuita e outros em que nem a organização oferecia.
      Parabéns pra ti também. Prova para os fortes.

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  2. Ae Marcão, esse foi mais que um Iron, uma verdadeira aventura esportiva, sofrida mas vitoriosa. Parabéns pela dedicação e esforço, não é pra qualquer um. Abs

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    1. Obrigado Paulão. Você, como esportista que foi (e é...só está meio adormecido) sabe como são essas coisas. Daí a relevância do teu comentário.
      Abraço

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  3. Marcão... Saudade ... hehe ... Agora que tem um iron a mais que eu, lhe digo " és meu ídolo"... Sempre com excelentes textos!! ...

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    1. Ídolo ? Quem se inspirou em quem ? kkkkkk
      Te passei ??? Vou esperar você empatar o jogo.....huahuahua.
      Obrigado Lobão.

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  5. Que loucura boa !!!! Ultra Parabéns !!!! Ahuuuuuuuuuuuuuuu

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    1. Ahuuuuuuuuuuuuuuuuu......parece que é sempre assim....kkkkk.
      Buenas olas, Jokinha.
      Nos encontramos nelas.

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  6. Mais uma vez, parabéns Marcolino, sua dedicação e esforço tiveram recompensas, pois como você mesmo disse, completar a prova, não importa se o tempo foi acima ou baixo do que você esperava, é o verdadeiro presente pelo empenho realizado. Como sempre, seu relato consegue traduzir as emoções vividas, mas os ganhos só você mesmo pode entender, no fundo de sua alma.Deus o abençoa em mais um desafio completado, valeu Marcoiron!!!!!!

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    1. Obrigado pelas sempre sinceras palavras, Analina. Deus me abençoou mais uma vez. Beijos meus e da Neuza.

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  7. Marco, foi um prazer estar contigo nessa jornada! Você é nosso Ironman! Parabéns! Sucesso sempre! Deus te abençoe!

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    1. Obrigado, Ana. E obrigado pela companhia também. Bj

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