quinta-feira, 21 de junho de 2012

Aniversário do 3AV

Primeiro ano
Em 21/06/2011, divulgamos nosso primeiro post publicado com o site já aberto ao público: Triathleta da Idade da Pedra.

Assim, completamos hoje nosso primeiro ano de atividades, procurando oferecer informações úteis aos Triathletas e Atletas em geral, sempre com o melhor possível em termos de clareza, objetividade, precisão e isenção.

Durante estes 12 meses
  • Publicamos 262 posts, organizados em mais de 40 itens de menu.
  • Publicamos páginas institucionais e informativas sobre o esporte.
  • Criamos os canais Fórum, Feirão e Publique.
  • Recebemos 365 comentários pertinentes aos temas abordados.
  • Recebemos mais de 24.000 visitas individuais.
Sentimo-nos recompensados
O trabalho investido nos permitiu aumentar a sintonia com os amigos, além de ampliar e diversificar nosso círculo de amizades, tendo o esporte como interesse comum.

Agradecemos sinceramente...
A todos os que nos acompanham, Leitores, Colaboradores, Observadores.

Aos Seguidores que nos prestigiam com sua presença constante.

Àqueles que enriqueceram o conteúdo do 3AV, compartilhando seus conhecimentos, opiniões, dúvidas, através de matérias, fotos, vídeos, perguntas, sugestões, comentários.

Obrigado pela oportunidade de estar com vocês.

Marco Cyrino

quinta-feira, 14 de junho de 2012

IronFamily – Apoio sem fim

Por Neuza Luciane

Pessoas perguntam:

- Como você consegue?
- Lembrar de tudo, arrumar todas as coisas, é maluquice!

Bem, respondo que a pergunta não deveria ser "como", mas "por que":

1º. Porque você ama a outra pessoa, neste caso, o Triathleta;
2º. Porque aceita a vontade dele, quanto a ter ou não a sua ajuda;
3º. Porque gosta do que faz. Nada se faz por obrigação...

Maluquice progressiva
Sabe o que é mais legal?
Não estou sozinha nisso, não sou a única "maluca".
Conheci pessoas "malucas" como eu.

Comecei estas maluquices indo aos Biathlons, depois aos Triathlons de várias distâncias: Short, Olímpico, Long Distance, até chegar ao Ironman, que é a melhor das maluquices.

Foram 04 até este ano, e foi a melhor, pois à medida que as distâncias aumentaram, tudo aumentou proporcionalmente: o tempo de preparação, a quantidade de alimentação, hidratação, roupas, acessórios, e também a dedicação. Por isto é a melhor.

IRONMAN é uma história à parte.

Elo mágico
Mas, como disse, não estou sozinha!
É incrível o que a gente vê, quando está participando desta verdadeira festa. 

Como "apoio" (pessoal de apoio do Triathleta), nestes 04 anos, encontrei muitas pessoas diferentes, na mesma sintonia, com um mesmo objetivo.

Pude ver famílias inteiras "acampando" no percurso da prova, bebês dormindo em caminhas improvisadas na grama, cachorros vestidos a caráter...

E sempre tem aquela mãe preocupada porque o filho ou a filha ainda não passou, a esposa ou o marido correndo para tentar pegar o melhor ângulo da foto, alguém perguntando ""tem um Advil pro meu colega?""
Há também os amigos que simplesmente foram fazer aquela bagunça pra apoiar alguém; tem torcida organizada, uniformizada.

Tem de tudo um pouco e, como disse, nunca estou sozinha nesta festa... mesmo se não conheço a pessoa, faço nova amizade. 

Pra completar, ainda tem os Staffs da organização do evento, que estão sempre prontos quando algum atleta precisa de algo, mesmo que seja uma simples palavra.

Todos ali formam um elo mágico.

Eu e muitas outras pessoas passamos o dia todo dentro desse "elo mágico".

Tempo, cansaço e recompensa
Alguém diz: - É cansativo!
Respondemos: - Não é!
Quem esteve lá, sabe que não cansa, as horas passam voando, há sempre algo a fazer, alguém para conversar.

E, com o final do dia vem a recompensa, A CHEGADA, quando cada Triathleta traz um sentimento diferente.

E nós, que estamos esperando, torcendo, apoiando, temos um único:

ORGULHO de poder passar pelo pórtico de chegada e abraçar o grande Triathleta Ironman.

E, nesse momento, o que menos importa é quanto tempo passou desde o começo do dia, ou que horas são no relógio do pórtico.
Chegamos!
Estamos cansados?
A resposta é NÃO.

IronWife - Neuza Luciane

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Correr descalço, ou quase...

Nesta sexta-feira, fiz um treininho de corrida.
45 min. na esteira.

Uma semana inteira de muita chuva, vento, e cada dia mais frio.

Estava esperando o tempo melhorar para dar mais uma (algumas) caídas no mar para surfar, mas estava difícil.

Hoje consegui surfar novamente... mar enorme... mas isso é outra conversa.

Segundona, estou voltando ao trampo, mas terei mais tempo para dedicar ao surf.
Então, no problem!

Correr natural...
Estreei meu tênis comprado na Expo Ironman.
É um tênis New Balance modelo Míninus (não... não estou recebendo coisa alguma pela propaganda... rsrsrs, até porque é provável que existam modelos de outras marcas famosas, com o mesmo apelo).

Resolvi comprá-lo porque já havia visto e participado de algumas discussões, estudos e pesquisas apregoando o "correr natural", ou seja, correr o mais próximo possível do descalço.

Pô! Fiz isso a minha vida inteira (Triathleta da Idade da Pedra), e sempre me aconselharam / criticaram / condenaram por isso.

Fatos
Sempre corri descalço por opção / necessidade / facilidade.
Opção porque só quem já correu e andou muito descalço pode definir o prazer disso.

Necessidade porque, para quem ia ao colégio usando um sapato Vulcabrás com a sola furada (tendo de colocar um recorte de papelão por dentro, para não furar a meia também), comprar um tênis seria um absurdo.

Facilidade pela sorte de morar em Santos e poder correr, jogar bola e tudo o mais nas areias da praia, inclusive ir a pé descalço até ela.

Não vou entrar aqui no mérito das vantagens e riscos de se correr descalço, mas isto (correr descalço) está no meu DNA.

Às vezes (hoje em dia muuuuito às vezes), depois de algum treino de bike, ou num dia sem treino, acabo dando um trote descalço à beira-mar.
Mas a sola do pé se ressente de alguns anos sem fazer isso.

Caminhos de ida e volta
Depois de fazer o caminho descalço à mal-calçado à calçado-descalço à bem calçado à muito bem calçado, resolvi fazer um caminho de retorno.

Entenda-se por "mal-calçado" comprar qualquer tênis para correr, sem nem saber que existiam calçados apropriados para corridas curtas, longas, treinos, etc.

Entenda-se por "calçado-descalço" fazer treinos, ou até mesmo provas, começando mal-calçado e terminando (depois de uma curta distância) descalço.

Entenda-se por "bem-calçado" ter aprendido algo sobre pisada neutra, pronada, supinada, levemente pronada, levemente supinada (a minha), amortecimentos, impulsos, etc.

Entenda-se por "muito bem calçado" achar que, depois de várias tentativas, erros, novas tentativas, novos erros, havia começado a encontrar o calçado adequado (pelo menos eu pensava), e acabar utilizando tênis caríssimos (Asics Nimbus, Nike Vomero) com alto grau de amortecimento e "performance" (?).

Iniciando um retorno...
Bom, depois de 7 anos me dedicando a correr assim, eis que decido fazer o caminho contrário.

Claro que não pretendo voltar a ser o "pé-de-pedra", "homem das cavernas", "cara que não tem tênis".

Pretendo apenas achar novamente meu jeito natural de correr.

Confesso que nunca, nunca mesmo, me senti totalmente à vontade com os tênis de alto amortecimento.
Até fazia de conta, mas no fundo não me sentia legal.

Pois hoje, depois desse treininho na esteira, minhas origens afloraram.
Comecei na manha... depois fui me soltando e, ao final do treino, estava com uma sensação que há muito não sentia.

Como imaginei, no dia seguinte alguns músculos (aqueles que há muito não eram usados) estavam reclamando, mas também ficaram agradecidos por voltarem à ativa.

Em hipótese alguma quero induzir alguém a fazer o mesmo.
Isso é somente um depoimento de quem correu descalço boa parte de seus 55 anos.

E também não pretendo voltar a ser o "Homem das cavernas". Apenas voltar a correr mais naturalmente.

Tem outra vantagem: o fator preço. 
Este tipo de tênis é consideravelmente mais barato que os de grande amortecimento.
Se bem que a durabilidade também deve ser menor. Ou não. Não sei. Vou saber com o tempo.

Era isto!

Marco Cyrino

Ação Social - Vagas Extras Ironman Brasil 2013 - (Inscrições em 12/06/2012)

É agora, ou só em 2014!

Conforme informamos neste post, esta é a última chance para se inscrever no maior evento de Triathlon da América Latina.

As inscrições para o Ironman Brasil 2013 acabaram em 15 minutos!

Agora serão abertas as 100 vagas de caridade.
Além de garantir sua inscrição, você colabora com instituições de caridade.

Data de abertura: 12 de junho, às 11h00 (horário de Brasília), pelo site www.ironmanbrasil.com.br.


Mais informações aqui.

Marco Cyrino

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Iron Poker (video)

Em estilo vintage…


Marco Cyrino

Ação Social - Vagas Extras Ironman Brasil 2013

Esta é a última chance para se inscrever no maior evento de Triathlon da América Latina.

As inscrições para o Ironman Brasil 2013 acabaram em 15 minutos!

Agora serão abertas as 100 vagas de caridade.
Além de garantir sua inscrição, você colabora com instituições de caridade.

Data de abertura: 12 de junho, às 11h00 (horário de Brasília), pelo site www.ironmanbrasil.com.br.


Mais informações aqui.

Marco Cyrino


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Texto excelente

Através do Facebook, tive acesso ao perfil de um atleta chamado Otavio Calvet.

Não o conhecia e não o conheço, mas, pelo texto escrito por ele, deve ser uma pessoa muito bacana.

Tomei a liberdade de pedir para publicar em meu blog, com o que ele concordou.

Aqui vai, conforme foi publicado originalmente:

Ser Ironman é um estado de espírito. Nada tem a ver com tempo ou performance, nem com competição ou ultrapassagem, muito menos com cronômetros ou resultados. Ser Ironman é ter gosto pela vida. É enfrentar cada etapa da prova como uma metáfora dos ciclos que enfrentamos ao longo da existência.
A natação como a infância. Do rompimento do cordão umbilical da largada, quando imbuídos da vontade de viver deixamos a segurança das areias da praia para nos jogarmos num mar de dúvidas, mas felizes por estarmos começando nossa jornada, aproveitando o lúdico das águas com a sensação de estarmos todos num mesmo movimento. Onde rapidamente aprendemos que mesmo sem querer seus companheiros podem te machucar e ali você começa a endurecer, a buscar o seu lugar, não como antagônico dos demais, mas para criar sua própria narrativa. E tal como a infância essa etapa parece longa enquanto por ela passamos, curta quando dela relembramos, mas vital para a construção de todo o futuro.
O pedal soa como a juventude, começando pela adolescência da primeira volta onde há o entusiasmo pela velocidade, o gosto pelo rápido e passageiro, a vontade de estar num grupo mas dele se destacar, desenfreadamente indo para algum lugar que não se sabe bem qual, gastando-se uma energia para algo muitas vezes em vão, mas que parece importante para o restante da jornada. Nesse afã muitos se perdem, ignoram as regras de segurança, são penalizados pela tentativa de atalhos torpes, esquecem de coisas básicas como apenas dar alimento para o corpo a fim de permitir a longevidade da jornada.
E eis que essa forma de viver é substituída na segunda volta onde começa a fase adulta, quando abandonamos falsas expectativas, percebemos que a estrada deve ser percorrida sozinha, que as pessoas muitas vezes embora próximas precisam cada uma construir suas próprias histórias, que é errado seguir na roda de outrem como que a roubar a própria oportunidade de se transformar num verdadeiro caminhante, quando enfim refazemos nossos planos e olhamos para a frente para planejar da melhor forma possível a corrida da maturidade que se avizinha e que nos resta como última esperança de realizar uma bela jornada...
O imaginável então acontece! E justo na maratona da fase madura do viver! O prazer de simplesmente estar ali, naquele momento, sozinho, passando pelos altos e baixos do trajeto para relembrar que nada pode ser simples e que quanto maiores as dificuldades maior a sensação de conquista, sentindo as dores de toda a jornada. Dores que fazem abandonar qualquer orgulho ou vaidade, dores que fazem perceber que nada se compara aos simples aceitar dos seus limites, limites que foram criados pela coerência da conduta da forma de viver e treinar prévios, dores que atestam que tudo que se passou é verdade e que você ali se encontra, num mundo em que nada se consegue por acaso, em que sorte é apenas poder ser exatamente aquilo a que você se propõe, na intensidade que você construiu durante os períodos de preparação, assumindo a responsabilidade pelo resultado possível dentro da sua realidade.
Depois da primeira grande volta, metade da fase concluída, vem o perigo da estagnação, a sensação de que as dores da corrida significam apenas dar voltas sobre si mesmo, que não há sentido em continuar pois é bem mais fácil simplesmente abandonar e fingir que a frustração não incomodará, é quando começa a reflexão profunda do real significado de toda a prova da vida. Há os que desistem, os que sucumbem contra a vontade, os que se machucam, os fracos de espírito que buscam desculpas para encobrir o fracasso, os determinados que simplesmente planejaram ou executaram mal suas estratégias, e há os que conseguem renovar as forças olhando não para os lados, não para os outros, mas para dentro de si mesmos a buscar a essência que permite continuar, com a humildade de aceitar as novas condicionantes dos músculos pesados e retesados, cansados de terem que ultrapassar tantos desafios, negociando no tênue limite do aceitável e propondo que o ciclo final seja da forma como se pretende, sem ilusões ou utopias, mas com a felicidade do poder se reinventar já nessa fase avançada da jornada, certos de que a liberdade vem aos que para ela trabalham, liberdade essa que uma vez conquistada não mais tem volta.
Quando, de repente, tudo converge para a visão do grande final que acontece para todos que não desistem ou que não sofreram revezes alheios as suas vontades: atravessar o pórtico da linha de chegada como que um portal para outro mundo, rompendo o segundo cordão que faz retornar ao nível de existência original, onde toda a jornada faz sentido como simples aprendizado para a alma, numa explosão de felicidade, emoção, choro, enfim, tudo que jorra daquele lugar íntimo e secreto, que só você conhece e sabe que existe, que não pretende aparecer nem precisa de reconhecimento alheio, mas que faz você entender todo o significado de fechar um grande ciclo para poder começar o próximo...sim...o próximo...pois ser Ironman não é ganhar provas e exibir medalhas, não é buscar uma prova para justificar um vazio, não é ser mais dos que os outros, não é nem ser diferente dos demais.
Ser Ironman é saber viver, ser Ironman é um modo de viver e, antes de tudo, um estado de espírito!

Otavio Calvet

Bela análise, ótimas analogias.

Marco Cyrino

IMBR 2012 - Vídeo-compilação

Vídeo muito bom do Ironman BR 2012



Marco Cyrino

terça-feira, 5 de junho de 2012

22º Troféu Brasil de Triathlon - Resultados 3ª Etapa - São Paulo - USP - 03/06/2012

E lá se foi a terceira etapa do Troféu Brasil 2012, em São Paulo – USP.
As próximas (4ª, 5ª e última) serão em Santos.
É provável que eu as faça.

Abaixo, mais uma vez os melhores resultados da Galera da Baixada Santista (1º ao 10º Pro, e 1º ao 5º Amadores)

Incluí o Fábio Carvalho, mesmo ele não sendo natural de Santos e não morando mais aqui, pois é como se ele fizesse parte da comunidade caiçara.

No Olímpico 25/29 anos, Charles ainda fez uma boa prova (4º lugar), mesmo voltando do Ironman Brasil, onde venceu na sua categoria.

Já, no Short, a molecada da Baixada dominou.

Parabéns a todos!

Listagem dos resultados

Histórias de Iron (IMBR 2012)

Por Fernando Rocha, em 31/05/2012

Bom dia Triathléticos!

A prova foi boa.
Começou tranqüila, mas se tornou dura.

Natação
Ficou um pouco abaixo do esperado.
A primeira metade me dava uma parcial de 1h5m, e fechei em 01h12m.
Mas ok, saí inteiro pra pedalar.

Ciclismo
No pedal, comecei encaixando o ritmo de leve e tomando cuidado pra não quebrar nos paralelepípedos do inicio.

Quando peguei a estrada e passei a primeira subida, parece que o universo começou a conspirar a favor de um sub-11.
Andando fácil a 38 e 39 km/h...
Mesmo nos túneis, o vento não atrapalhou.
Neste ano, mudaram o percurso do pedal: tiraram o segundo túnel e aumentaram a parte até Canavieiras (foi neste ponto que entrou um vento mais forte).
Fiz o retorno com 2h33m de pedal.

A segunda parte do pedal foi um pouco mais leve, devido aos ventos que aumentaram nos túneis e em Canavieiras.
Fechei com 5h20m.
Nada mal, média 33,9 km/h.

Corrida
Esta seria a cereja do bolo.
Todos os treinos longos sem dores no pé direito, e rodando pra 5m15s o km.

Fiz uma transição tranqüila e fui encaixando o ritmo aos poucos, correndo leve e solto.
Passei as subidas caminhando, conforme o plano, e encaixava o ritmo na seqüência.
Resultado: volta longa de 21 km em 2h02m.
Continuava com a expectativa de sub-11, e maratona abaixo de 4h00.

O frio começou a me pegar e no special needs tive de tirar a roupa e vestir a camisa de frio, pois já estava congelando e sem cor.

Lembro que, com 26 km, alguém ao lado disse que eram 16h02.
Fiz as contas e vi que tinha 9 horas de prova acumuladas, e que faltavam 16 km planos!

Pelas médias que tinha feito e ritmo em que estava, daria entre 10h30m e 10h40m. Show!

Aí ferrou!!!
Comecei a ter as dores no pé direito e a perder ritmo e parar para fazer massagem no pé.
Em dois pontos, tirei o tênis pra ver se resolvia.
Enchi o pé de Gelol, que havia levado.

Ainda cruzei com Romeu na corrida e com Luciano; corremos juntos até a Av. dos Búzios.
Comentei com ele que a dor era insuportável, mas me sentia bem.
Se ele lembrar, ainda mostrei o relógio com os batimentos: incríveis 138 bpm, baixos para o momento.
Isto me mostrava que meu corpo estava bem condicionado, mas limitado pelas dores.

Chegada
Acabei forçando o ritmo nos últimos 2 km, e perdi uma oportunidade de ouro de correr com o amigo até o pórtico que separava quem ainda daria mais voltas de quem iria chegar.

Cheguei tão estressado com a situação, que acabei em um sprint contra um adversário imaginário, e terminei entrando sozinho, solitário, no pórtico de chegada.

Frustrei a mim mesmo e à minha esposa, que havia ficado me esperando o dia inteiro.

Acabei indo embora para o hotel, sem fazer massagens de recuperação, e nem me alimentei direito.

Embora tenha fechado em 11h08m, meu melhor tempo, me sinto frustrado pelos últimos km, onde não curti a prova.

Luciano, Marcão e Romeu, meus Brothers que correram este ano, quero me desculpar por não esperá-los na linha de chegada e curtir a festa que é o Iron.
Ainda estou triste com tudo e sem conseguir curtir.

Pensamentos em Ironman estão muito distantes.
Em 2013 não irei... e 2014, apenas se algo mudar.

Desculpem o desabafo final e parabéns a todos os Ironmans.

Abraços!
Fernando Rocha