terça-feira, 5 de junho de 2012

Histórias de Iron (IMBR 2012)

Por Fernando Rocha, em 31/05/2012

Bom dia Triathléticos!

A prova foi boa.
Começou tranqüila, mas se tornou dura.

Natação
Ficou um pouco abaixo do esperado.
A primeira metade me dava uma parcial de 1h5m, e fechei em 01h12m.
Mas ok, saí inteiro pra pedalar.

Ciclismo
No pedal, comecei encaixando o ritmo de leve e tomando cuidado pra não quebrar nos paralelepípedos do inicio.

Quando peguei a estrada e passei a primeira subida, parece que o universo começou a conspirar a favor de um sub-11.
Andando fácil a 38 e 39 km/h...
Mesmo nos túneis, o vento não atrapalhou.
Neste ano, mudaram o percurso do pedal: tiraram o segundo túnel e aumentaram a parte até Canavieiras (foi neste ponto que entrou um vento mais forte).
Fiz o retorno com 2h33m de pedal.

A segunda parte do pedal foi um pouco mais leve, devido aos ventos que aumentaram nos túneis e em Canavieiras.
Fechei com 5h20m.
Nada mal, média 33,9 km/h.

Corrida
Esta seria a cereja do bolo.
Todos os treinos longos sem dores no pé direito, e rodando pra 5m15s o km.

Fiz uma transição tranqüila e fui encaixando o ritmo aos poucos, correndo leve e solto.
Passei as subidas caminhando, conforme o plano, e encaixava o ritmo na seqüência.
Resultado: volta longa de 21 km em 2h02m.
Continuava com a expectativa de sub-11, e maratona abaixo de 4h00.

O frio começou a me pegar e no special needs tive de tirar a roupa e vestir a camisa de frio, pois já estava congelando e sem cor.

Lembro que, com 26 km, alguém ao lado disse que eram 16h02.
Fiz as contas e vi que tinha 9 horas de prova acumuladas, e que faltavam 16 km planos!

Pelas médias que tinha feito e ritmo em que estava, daria entre 10h30m e 10h40m. Show!

Aí ferrou!!!
Comecei a ter as dores no pé direito e a perder ritmo e parar para fazer massagem no pé.
Em dois pontos, tirei o tênis pra ver se resolvia.
Enchi o pé de Gelol, que havia levado.

Ainda cruzei com Romeu na corrida e com Luciano; corremos juntos até a Av. dos Búzios.
Comentei com ele que a dor era insuportável, mas me sentia bem.
Se ele lembrar, ainda mostrei o relógio com os batimentos: incríveis 138 bpm, baixos para o momento.
Isto me mostrava que meu corpo estava bem condicionado, mas limitado pelas dores.

Chegada
Acabei forçando o ritmo nos últimos 2 km, e perdi uma oportunidade de ouro de correr com o amigo até o pórtico que separava quem ainda daria mais voltas de quem iria chegar.

Cheguei tão estressado com a situação, que acabei em um sprint contra um adversário imaginário, e terminei entrando sozinho, solitário, no pórtico de chegada.

Frustrei a mim mesmo e à minha esposa, que havia ficado me esperando o dia inteiro.

Acabei indo embora para o hotel, sem fazer massagens de recuperação, e nem me alimentei direito.

Embora tenha fechado em 11h08m, meu melhor tempo, me sinto frustrado pelos últimos km, onde não curti a prova.

Luciano, Marcão e Romeu, meus Brothers que correram este ano, quero me desculpar por não esperá-los na linha de chegada e curtir a festa que é o Iron.
Ainda estou triste com tudo e sem conseguir curtir.

Pensamentos em Ironman estão muito distantes.
Em 2013 não irei... e 2014, apenas se algo mudar.

Desculpem o desabafo final e parabéns a todos os Ironmans.

Abraços!
Fernando Rocha

domingo, 3 de junho de 2012

Orgulho de não desistir (IMBR 2012)

(Agradeço ao Mosquito, pelas fotos).

De Santos a Floripa... 10 horas
Neuza e eu saímos de Santos na 4ª feira, quase 11h00 da manhã.

Fizemos uma excelente viagem, sem nenhum contratempo.
Chegamos a Jurerê por volta das 20h30.
Até descarregar o carro, arrumar as coisas no quarto etc., só deu tempo para jantar e nada mais.
Bom, depois de praticamente 10 horas de viagem, dirigindo...

Dias antecedentes, clima diferente, decisões
Na 5ª feira, acordamos cedo, tomamos “aquele” café da manhã na Pousada dos Chás, sempre excelente e totalmente voltada para o Ironman, e fomos ao tour pela feira.

À tarde, uma corridinha leve de uns 6 km, depois blá, blá, blá... e acabou o dia.

Da noite de 5ª feira até a noite de 6ª feira, desabou o maior toró.
Na 6ª feira pela manhã, fomos ao simpósio técnico, passando por ruas com trechos alagados de tanta chuva.

Sábado, parou a chuva e o tempo estava excelente.
Estava sentindo falta do frio característico da época, na região.
Nos 3 anos anteriores, era impossível sair à noite sem estar muito bem agasalhado.

Neste ano, ao ir jantar, na 4ª feira à noite, vesti uma camiseta de manga comprida e passei o maior calor.

Estava em dúvida quanto a nadar usando a roupa com mangas compridas ou a roupa sem mangas, com a qual me sinto muito melhor, nadando mais solto.

No sábado à tarde entrei no mar só de sunga e nadei um pouco, para sentir a temperatura.
Resolvi fazer a prova com a roupa sem manga.
Foi a melhor decisão.

Chegando a hora, procedimentos prévios
Sábado 20h00... indo deitar e rezando para dormir logo e bem. Como diria o Padre Quevedo: - “Esto no existe!”.

Dormir bem, em véspera de prova, já é difícil.
Em véspera de Ironman, diria que é impossível.

Domingo, 04h00 da madruga, hora de levantar.
Vamos que vamos!

Café da manhã (manhã?), banheiro, pegar sacolas, banheiro, sair da Pousada, voltar pra Pousada, banheiro...
Fomos!

Chegar à cidade Ironman, entregar sacolas de special needs, entrar na fila da marcação de atletas, receber as marcas, entrar na transição, tirar a capa da bike, colocar garrafas e alimentação na bike, checar pneus, caminhar para a tenda, voltar e checar de novo a bike, ir definitivamente para a tenda, pegar sacola de natação, vestir a roupa de borracha, tremer de frio ou de “nelvoso”...

Conversa com Alceu, Alejandro e outros trocentos amigos (graças a Deus, por tantos amigos), colocar a sacola no lugar, olhar o relógio: 06h00...
Caracas! Fiz meu melhor tempo... kkk

Saio da transição com sensação de ter feito tudo tão rápido, que é provável haver esquecido algo (o que não aconteceu).

Largada, escolhas, pensamentos
Vamos todos caminhando para a área de largada... puta frio...
Estava me arrependendo de não ter vestido a roupa de borracha com mangas compridas, mas, sabia que iria esquentar um pouco depois.
Mas não precisava tanto.

Chegando a hora da largada... fiz minhas orações meio afastado, pedindo apenas proteção para mim e para todos os que participariam, e voltei ao bololô...

Encontrei o Rubão, bombeiro, grande nadador e brother, e fiquei atrás dele até a largada, bem perto da faixa.

Não sou o melhor nadador, mas também não sou dos piores.
Então, prefiro ficar mais à frente, para fazer o meu trajeto.

Fiquei pensando em expectativa de tempo de prova, se iria diminuir meu tempo, aumentar, etc.

Daí, recuperei minha “sanidade”:

Não teria mais essa “nóia” de expectativa, uma vez que cada Iron é diferente do outro. São tantas as variáveis, que a possibilidade de minha intenção dar errada é muito alta. Não vale a pena ficar nessa.


FUÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓÓ!!!!!!!!!!
Chegou a hora! 07h00 em ponto, largada!
Todos para a água.

Natação  
Respeito e gosto de entender o mar, e aprendi que em Jurerê as correntezas sempre existem e são traiçoeiras.
Algumas vezes ajudam (poucas), outras atrapalham (muitas).
Desta vez atrapalhou, e muito.

Fiz minha natação bem limpa (sem muito trânsito), mas percebi que a correnteza, principalmente mais para as bóias, estava bem forte para a direita, sentido contrário ao trajeto do percurso.

Completei a primeira perna (que é maior, cerca de 2.000m) em 38 minutos.

Já na segunda perna, a correnteza estava ainda mais forte perto das bóias, e acabei inclusive literalmente encontrando atletas voltando dessa perna, vindo em minha direção, sendo que eu ainda estava indo para a bóia.

Depois de contornar a última bóia, fui jogado, junto com uma multidão de atletas, bem para longe do trajeto correto para a praia, o que nos obrigou a nadar bem mais, e em diagonal.

Ciclismo
Bem, primeira etapa cumprida e vamos nós para o ciclismo.
Desta vez sem nenhum problema na T1 (ano passado, tive alguns problemas).

Saí para pedalar e mantive uma cadência boa, constante e tranqüila.
Senti que o vento deu uma aliviada neste ano.
Terminei bem os primeiros 90 km, me hidratando e alimentando conforme programado e treinado.

Nos últimos 90 km, aumentei um pouco o ritmo e me senti super bem.
Estava simplesmente 30 minutos abaixo do meu tempo de prova do ano passado.
Cheguei ao final dos 180 km bem disposto e, pela primeira vez, larguei a bike nas mãos dos staffs e corri para a tenda.
Corri mesmo.

Transição (T2) - Percebendo o calor
Passei a mão na sacola de corrida e fui para a ala de troca de roupa.

Sentei em uma cadeira e... hããã?
Sabia que estava muito fácil para ser verdade.

Eu parecia uma cachoeira humana (pelamordeDeus, não confundam com “o Cachoeira”).

Creio que em 5 minutos devo ter perdido quase um litro de suor.
Formou-se uma poça enorme de suor em volta da cadeira.
Abaixava a cabeça para colocar o tênis, e descia um rio de líquido de minha nuca, testa, cabelo.
Parecia haver saído da natação e não do ciclismo.

Então, me dei conta de que estava calor. Muito calor.
Pensei que não existisse Ironman com calor... rsrsrs (imaginem em Kona).
Não estava preparado para isso.

Ocorre que na bike não percebemos tanto esse calor, devido à combinação velocidade + ventilação + refrigeração.
Quando essa refrigeração parou, meu radiador abriu o bico... rsrsrs

Corrida - Calor versus radiador
Ainda otimista, me hidratei o que pude, na tenda, e saí para correr.
Só que é impossível repor em pouco tempo uma perda grande e rápida de suor.

Resultado: Quebrei.
Corri os primeiros 3 km como foi possível, achando que em algum momento iria “encaixar” o ritmo.
Tentei todos os tipos imagináveis de corrida: leve, trote, firme, tiro, levíssima... nada deu certo.

Era incapaz de correr continuamente por mais de 500m.
Então vieram as “Cordilheiras” de Canavieiras.
Aquilo é um crime! hahaha.

Eu e Maneco (Manoel Roberto Jesus Pires), subindo e descendo as "cordilheiras"



Parênteses - Animação e teletransporte
Na subida mais íngreme, vejo Mosquito (autor das fotos), Verônica, Wilsinho, Cleomar e outros que vieram da Baixada, dar força para a gente.

Esse pessoal parecia onipresente.
Acho que descobriram algum meio de teletransporte.
Em todos os lugares em que eu passava, quaisquer horas, lá estavam eles, fazendo a maior zona.
E bota zona nisso!

Na última volta da bike, já voltando, na subida da serra maior, comecei a escutar ao longe algo como: tóim, tóim, tóitóitóim, bem ritmado.
Esse som foi aumentando, aumentando, até que, ao começar a descer a serra, avisto todos eles batendo com pedras no guardrail central da pista, todos os atletas fazendo festa para eles, e eles para os atletas.

Depois, encontrei-os na subida de Canavieiras, no retão de Canavieiras, nas voltas de 10,5 km, enfim, em todos os lugares.

E era muito engraçado. Eu ia passando e, de repente, aparecia a Verônica...AÊ MARCÃO... Aí, do nada apareciam os outros.
Muito bom.
BANDO DE DOIDOS!

Voltando...
No retão de Canavieiras, com uns 11 km de corrida, descobri que seria impossível fazer uma corrida boa, ou mesmo mediana.
Não conseguia me hidratar nem comer nada direito.
E suava em bicas mesmo caminhando, sendo que nos outros anos tinha de correr para me manter meio aquecido.

Plano B, numa corrida interminável  
Então só me restava colocar em prática o plano B: Terminar o Iron.
Mas que po..! E isso não é o que todos queremos?

Mas é uma luta interminável com o lado psicológico.
É a famosa briga do anjinho com o diabinho.

O anjinho diz para ir em frente e terminar.
O diabinho diz: - Para que, se você já fez 3 Irons?

Comecei a traçar estratégias que me permitissem terminar a prova.
Andava 100 passos duplos e corria (corria??? hahaha) 200 passos duplos.
Depois, andava 100 e corria 210, depois 100/220, e assim sucessivamente, até chegar aos 100/300.
Depois voltava aos 100/200.
E assim foi a corrida mais interminável até hoje.
Nunca, aquela reta de chegada foi tão longa.

Mesmo perto das 21h00, quando já deveria estar bem frio, e mesmo quase apenas caminhando, eu ainda perdia muito suor.


Chegada
Alguém chegou ao meu lado (infelizmente não consigo lembrar quem foi) e me falou: “VAI CARA, IRONMAN É ISSO, PARABÉNS”.

Só me lembro de ter respondido: “Isso é uma das coisas que fazem tudo valer a pena”.

Já na reta de chegada, ao avistar a Neuza me aguardando para entrar no pórtico, senti raiva, dor, cansaço e, sobretudo...

orgulho de não ter desistido.

Marco Cyrino

sábado, 2 de junho de 2012

Resistindo à tentação!!!

Abertura das inscrições para o Ironman Brasil 2013: sexta-feira, 01 de junho de 2012, 11h00.

Já havia decidido que, após 4 anos consecutivos de Ironman Brasil, iria deixar de fazê-lo em 2013, para voltar com força total em 2014.

Com sinceridade, fiquei um tanto "empapuçado" de toda a programação / dedicação / stress / logística / preparação / envolvimento / abdicação familiar e profissional... e tudo o mais necessário.

Quero muito recarregar as baterias e voltar a curtir eventos como Long Distance, 70.3, Olímpico, Short Triathlon, Biathlon, Travessias, Corridas de Rua, Surf, Bolinha de gude, Pipa (ou pandorga, no Sul), e tudo o mais que me vier à cabeça.

Menos Shopping e Cinema que não curto... rsrsrs

Assim, preparei-me para não cair em tentação neste exato momento, sexta-feira, 01 de junho de 2012, 10h30...

Passando parafina na prancha

... e me retirando de casa...


E não é, que por volta das 12h30, voltando de minha primeira sessão de surf, depois de sei lá quanto tempo, encontro o Charles?

Ele que, estreando no Iron, simplesmente venceu na categoria e abdicou da vaga em Kona.

Dei os parabéns novamente a ele, que me perguntou:

- E aê ? Parabéns procê também! Fez a inscrição?
- Não, e você?
- Fiz. Acabaram em poucos minutos.

Confesso que tive uma sensação de alívio e tristeza.
Cumpri o que havia "ME" prometido.
Em 2014 estarei de volta, se Deus quiser.

Se bem que existem provas de Ironman pelo mundo, durante o ano todo... hahahaHAHAHA!!! (RISADA TÉTRICA).

Marco Cyrino

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ironman BR 2012 - Resultados dos atletas da Baixada Santista


Parabéns Galera
Congratulations y'all
Felicitaciones a todos
Congratulazioni a tutti

Vocês são Ironmans!

Quero enfatizar resultados excepcionais de alguns atletas:

  • Charles, que em sua estréia venceu na categoria, com um tempo de profissional.
  • Chiquinho (Francisco Sartore), que garantiu sua vaga em Kona.
  • Dona Maria Lúcia e Thays  dos Santos, vice-campeãs.
  • Edney Batista, retornando ao Iron.
  • Fernando Rocha, com seu record pessoal,
  • Motorzinho, sempre um exemplo para todos.

Congratulações sinceras a todos os estreantes que atingiram a linha de chegada e aos demais atletas participantes.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Ironman BR 2012 - T E T R A ! - Vídeos e fotos, diretamente de Floripa


Cobertura do dia de prova - 27/05/2012
Vídeos e fotos - Neuza Luciane Cyrino
Edição 3AV


IMBR 2012 - 27/05/2012 - Marcação para identificar os atletas



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Largada da prova - 1ª Etapa - Natação



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Saída da natação - 1ª Etapa cumprida



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Saída para 2ª Etapa - Ciclismo



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Chegada Ciclismo - 2ª Etapa cumprida



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Saída para 3ª Etapa - Maratona



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Maratona 1ª Volta (23 km)  - restam 19 km



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Recebendo a medalha



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Acabou! Retirando a bike



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Saída da prova (foto)



IMBR 2012 - 27/05/2012 - Retornando à pousada, para um justo descanso



Marco Cyrino

sábado, 26 de maio de 2012

Ironman BR 2012 - Vídeos diretamente de Floripa (26/05/2012)


IMBR 2012 - 26/05/2012 - Testando a bike, antes da entrega na T1





IMBR 2012 - 26/05/2012 - Entrega das bikes na área de transição (T1)

Bike check-in por número de peito, e recebimento das sacolas dos equipamentos de Corrida e Ciclismo.





IMBR 2012 - 26/05/2012 - Deixando a bike para pernoite na área de transição (T1)





Neste momento (18h37m), faltando pouco mais de 12 horas para a LARGADA!

Marco Cyrino



Piscina sem fim (vídeo)

Essa piscina custa em torno de R$ 75 mil, montada como está no vídeo, inclusive com aquecimento.
No vídeo, o atleta está nadando à velocidade de 1m15s / 100m.
Custo benefício excelente para condomínios.





Marco Cyrino


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ironman BR 2012 - Vídeos diretamente de Floripa (25/05/2012)


IMBR 2012 - 25/05/2012 - Pousada - café da manhã



IMBR 2012 - 25/05/2012 - O tempo... e a previsão do tempo...



IMBR 2012 - 25/05/2012 - Simpósio técnico



IMBR 2012 - 25/05/2012 - Conversa com Max (Kona Bikes)



Marco Cyrino

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Fui!

Galera,

Estou em trânsito de Santos para Floripa, para participar do Ironman Brasil 2012.

Se tudo correr bem (se Deus quiser, correrá) na volta conto sobre tudo que vi, ouvi e vivi.

Talvez o site fique sem atualizações durante esse tempo.
Ou não.
Vai saber...rsrsrs

Obrigado a todos os poucos e importantes que acompanham.

Fui!

Marco Cyrino

Vídeo - 3ª participação no Ironman - BR (2011)



E lá vamos nós, tudo de novo!

Marco Cyrino