domingo, 20 de junho de 2021
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quinta-feira, 17 de junho de 2021
Finalmente, meu 8º Ironman
Fiz as minhas orações.Mal acabei, e já estava na hora de largar.No meio da "multidão", me acomodei como pude.Nem me lembro de traçar alguma estratégia para a natação, como sempre fiz.Foi largar de onde deu mesmo.
Lembro que fiz de boa a primeira perna de ida, conseguindo manter um ritmo legal, sem sentir muito a água fria.Usava a minha roupa de natação nova (que ainda não havia estreado) e ela estava bem confortável.A perna da natação de volta à praia, não me recordo muito.Deve ter sido boa, porque olhei o tempo no Garmin e estava um pouco abaixo do que imaginava.A segunda perna, ida e volta, foi no mesmo ritmo, ou seja, terminei a natação uns 5 minutos antes do previsto.
Deve ter sido rápida, ao contrário de todas as vezes anteriores, porque só me recordo de já estar montando na bike para o longo percurso de 180 km de pedal.
Pedalei como nunca, mas mantendo a estratégia de não passar do limite, para me preservar para a parte final, a corrida.Até mesmo nas subidas (muitas) e falsos planos, me sentia bem e conseguindo manter um ritmo bom.Procurei me manter focado nos tempos para me alimentar e hidratar.Consegui fazer tudo certinho, finalmente.Cheguei "quase" inteiro.Não há como chegar "inteiro" dessa etapa.Fui ver meu tempo e estava ligeiramente abaixo do meu melhor pedal até então.Somado com o ganho de tempo na natação e na T1, pensei que tinha tudo para conseguir meu tão almejado record pessoal.
Também pouco me recordo.Deve ter sido rápida como a T1, pois, quando dei por mim, já estava iniciando a corrida.
Nem sei como peguei meus suplementos, géis.... enfim.Só sei que já estava começando a maratona.Nunca tinha feito o circuito novo, sem a ida para Canasvieiras, com suas subidas íngremes.O circuito atual é de 4 voltas dentro de Jurerê.Pensei que deveria ser um pouco mais rápido.E assim foi...Andei poucas vezes, apenas para me alimentar e hidratar adequadamente.A 4ª volta foi naquele sofrimento, mas, pela 1ª vez, estava completando o Ironman do jeito que sempre pensei.Faltando 1 km, as lágrimas rolaram abundantemente, relembrando toda a jornada para chegar até ali.
Na reta final, consegui ainda correr batendo nas mãos de todos os que, com seu entusiasmo, nos empurram nessas provas, nos dando forças que não sabemos de onde tiramos. E isso é durante a prova inteira, desde o início.Como não poderia deixar de ser, Neuzita, Silvão e muitos outros amigos estavam na chegada comemorando comigo.Pena que, novamente, Neuzita não pôde entrar comigo no tapete da chegada.Regras são regras.Daí, ouço o locutor me dizendo:
- "Marco Cyrino... You are an Ironman!"
E ainda tive forças para gritar:
- "Wrong, man! I am eight times Ironman!".
3AV
Marco Cyrino
domingo, 6 de junho de 2021
Treinamento - Evitando ser atropelado
Alguém já foi atropelado na piscina, treinando?Acho que muitos.Eu já.... e muitas vezes.Como evitar?Vendo quem está na sua raia e o ritmo deles em comparação com o seu.Óbvio!Ainda assim, pode ocorrer de, numa série longa, digamos uns 400 m, você ser atropelado por quem saiu primeiro, sendo que você saiu por último.Então, nade como se estivesse em águas abertas, procurando sempre dar uma espiada ao seu redor e atrás, para saber se não está correndo o risco de ser atropelado, ou de atrapalhar a natação de quem vem querendo ultrapassar você.
Neste último caso, vá o máximo possível para a direita de sua raia para, dar espaço para a ultrapassagem.Cuidado com os atletas que vêm em sentido contrário, na raia ao lado, para não dar e nem levar uma porrada no braço, ou até mesmo se enroscar com um deles.Recomendo que, nessas situações, evite aquelas braçadas abertas. Nade com os braços o mais alto possível.
Em águas abertas não dá para fazer isso.Na largada, procure estar em posição que não atrapalhe ninguém que nade bem melhor que você e, com relação aos piores nadadores, largue pela borda do pelotão.Talvez você nade um pouco mais. Só que não vai ser atropelado e nem atropelar ninguém.Ainda, em águas abertas, recomendo o inverso do que recomendei na piscina. Nade com os braços um pouco mais abertos, para procurar manter uma distância dos nadadores ao seu lado.
Muito importante, porque um atropelamento aí vai causar muitos danos materiais e físicos.Em uma prova de Triathlon, ou mesmo em treinos, pedale sempre pela direita e, se possível, sinalize a respeito dos obstáculos à frente.Existe um "código" de sinais para isso.Depois escrevo a respeito.Em treinos, até vale pegar o vácuo do colega ou do pelotão.Na maior parte das provas, isto é proibido.Portanto não se acostume a pedalar em pelotões.Se assim fizer, nunca fique "clipado".Esteja sempre atento e com as mãos no guidão e nos freios, para qualquer emergência.Também tome muito cuidado com as faixas de rolamento que estiver utilizando.Nunca use fones de ouvido. Poder ouvir o trânsito ao seu redor é muito útil.Ainda, não use celular ou qualquer outro aparelho que possa desviar a sua atenção.
Chegamos aos finalmentes.... kkkA corrida parece ser a modalidade de menor risco para atropelamentos.É verdade.Porém, como diria Paulinho da Viola, "ah, porém.... há um caso diferente..."
- Já fui atropelado por "multidões" caminhando em sentido contrário ao da minha corrida, sem poder sair para a rua, para o jardim, para a ciclovia. Simplesmente fui atropelado.
- Já fui atropelado por ciclistas que, do nada, saíram da ciclovia e vieram para cima de mim pela calçada.
- Já fui atropelado por um incauto que abriu a porta do carro quando eu estava passando correndo, pela calçada.
E, em meu último treino de corrida pelas calçadas da orla de Santos, fui literalmente atropelado por um cão.Adoro cães e detesto seus donos irresponsáveis.Pois bem, estava eu na fase de "tiros", quando, do nada, surgiu um dog bem pequeno, mas daqueles que latem bagarayo e querem pular em você.Pensei:- Se vier pra cima de mim, dou uma bica e ele vai parar no meio da rua.Só que não tenho coragem de fazer isso.E não é que ele veio com os dentinhos arreganhados querendo me atacar?Só porque eu estava correndo!A dona veio correndo atrás dele e o pegou.Desculpou-se e... vida que segue... só que com a adrenalina subindo.Mais 1 km à frente, me surge um urso... quer dizer, outro dog, só que com o tamanho de um urso.Deu tempo nem de pensar.Ele veio em minha direção e pulou em mim.... graças a Deus brincando.Mas fui literalmente atropelado.O dono (?) dele veio me ajudar (?), colocá-lo na coleira e dizer que ele só queria brincar.Tá! Mas, e daí?Não sei o que sugerir para evitar esse tipo de atropelamento.Alguém aí já passou por isso ?
segunda-feira, 24 de maio de 2021
Introspectivos.... até a página 2.
Eu, particularmente, fico raciocinando sobre tempos, distâncias, paces, etc.Milhares de contas a respeito do treino que estou fazendo, seja ele curto, médio ou longo.Seja ele de natação, pedal ou corrida.E me vejo, de vez em quando, confrontando minhas contas com os tempos do Garmin.Via de regra, acabo acertando.
Imaginem contar simultaneamente braçadas, meia volta, volta inteira, tempo de cada pequena etapa (meia volta ou volta inteira) e ir acumulando isso no HDD da cabeça.
Imaginem contar simultaneamente ritmo de pedaladas (cadência), meia volta, volta inteira, programando hidratação e alimentação a cada trecho, e ir comparando isso tudo com o Garmin ou outro medidor de performance.
Já me peguei fazendo minhas orações, resolvendo problemas de todos os tipos, imaginando como seria o meu Ironman.Resumindo, mesmo que não sejamos, ficamos introspectivos.
Continuo introspectivo.Só quero tomar um belo banho, me alimentar e dormir.
Quero contar tudo.... quero conversar muito.... quero traçar planos para os próximos treinos.... quero agradecer e continuar pedindo ajuda.... quero tudo.
Nem vou falar sobre os dias anteriores, de viagem, arrumação de tudo, de pegar o kit, preparar para a prova, de me alimentar, hidratar, tentar descansar, etc.A cada um desses passos, vou ficando mais introspectivo.Só quero conversar comigo mesmo.Acordar introspectivo, tomar café introspectivo, até mesmo ir ao banheiro introspectivo.Pegar as coisas, ir para o local da prova, arrumar o que ainda falta ser arrumado na transição, vestir para a natação.... tudo introspectivo.Daí, ir para o local da largada.... mais e mais introspectivo...Afastar-me de tudo e de todos e fazer uma bela oração, introspectivamente, pedindo apenas proteção para mim e para todos que irão fazer a prova.
Vem a natação.Vem o ciclismo.Já converso com muita gente...E vem a corrida...Daí, já confraternizo com tudo e com todos, principalmente com os staffs. Agradeço a atenção de todos.Lógico que, principalmente durante a natação e o ciclismo, acabo ficando às vezes introspectivo. Mas nada comparado aos treinos.
Uns 3 km antes dela, já sou o cara menos introspectivo que se possa imaginar.Interajo com todos os atletas que ultrapasso, com todos os que me ultrapassam, com todas as pessoas que estão ao redor aplaudindo e dando muita força a mim e aos demais.
Ah! Ela, a chegada!Não há nada mais maravilhoso do que ela, para nos tirar da introspectividade.Quero e consigo falar pelos cotovelos, mesmo com dores até no cabelo.Entro nas tendas de alimentação, de hidratação, de massagens, de atendimento médico.... e quero e falo com todos.
Aí é que a coisa fica boa.Não consigo mais parar de falar...Falo pelos cotovelos, pelos calcanhares, pelos joelhos.Falo muito e não quero parar de falar.
E tomo um banho falando, como algo falando, deito e durmo falando.
sábado, 1 de maio de 2021
O retorno não é fácil
Faço 1 hora de corre, caminha, trota, pára, senta, espera baixar a FC, volta a trotar...E deu 7km em 1 hora.Pace de mais ou menos 8:20 min/km.
Deu 8:10 min/km de pace.Depois 8:00 min/km...Depois 7:40 min/km...Depois 7:30 min/km.Depois 7:20 min/km...Depois 7:10 min/km...Ontem 7:14 min/km...
terça-feira, 20 de abril de 2021
O caminho é o caminho
Muitos já falaram a respeito, sobre outros aspectos, principalmente sobre a VIDA.
Ainda assim me arrisco.
Por que sou extremamente feliz praticando Triathlon?
Porque aprendi, desde que decidi praticar esse esporte, que o caminho é longo, muito longo, para que possamos ser felizes....
• Desde pequenas provas de Biathlon (500m + 3km) e de Short Triathlon (750m + 20km + 5km).
• Depois de um certo tempo, desde as provas na distância Olímpica (1.500m + 40km + 10km).
• Depois de muito tempo, desde as provas de Long Distance, 70.3, Meio-Ironman... Enfim, independente da nomenclatura, a distância é a mesma (1.900m + 90km + 21km).
• Até finalmente chegar às provas de Ironman (3.800m + 180km + 42km).
(Em Triathlon, as distâncias mencionadas se referem sempre a natação + ciclismo + corrida, respectivamente.)
Quando penso em cada trecho dessa longa caminhada, vejo que a felicidade realmente está relacionada muito mais ao percurso para chegar lá, do que a cada chegada.
A chegada é só a “cereja do bolo”.
(Fico imaginando essa expressão para quem não gosta de cereja.... kkk)
Penso eu, alguns Triathletas, que iniciam logo de cara pelo Ironman, não conseguirão ficar tão felizes quanto poderiam caso houvessem trilhado todo o caminho.
Para eles, terá sido um caminho curto, dolorido, sofrido (aliás, como todos são), porém sem a curtição de todo o percurso.
No caminho sempre haverá treinos que nos deixarão muito exaustos, pensando em desistir, etc. E outros em que nos sentiremos fortes, competentes para vencer uma guerra sozinhos.
Os mais difíceis sempre serão em maior quantidade do que aqueles ótimos.
Fazendo uma comparação bem forte:
Vamos passar por muito mais perrengues do que por situações fáceis, tranqüilas, felizes.
Ainda assim não abrimos mão dela.
Fazemos questão de cumpri-la como bebês, crianças, adolescentes, jovens, maduros, velhos, anciões... E levaremos daqui aquilo que vivermos.
Em relação ao Triathlon, sair do nada e ir direto para um Ironman (ou coisa pior... kkk), é o mesmo que sair das fraldas e ir direto para a fase de “velhos” ou “anciões”.
Cadê o prazer de fazer toda caminhada?
Que fique claro, estou falando apenas e tão somente sobre Triathlon.
A comparação não significa que a pessoa (atleta) estaria fazendo isso com a sua vida. Estaria fazendo apenas com relação ao Triathlon.
Entendo muito que, provavelmente, essas pessoas têm um desafio e querem realizá-lo. E, via de regra, conseguem.
Só que a maioria não vai curtir continuar nesse caminho.
Bom... era isso... por enquanto....
3AV
Marco Cyrino
domingo, 11 de abril de 2021
Pequena análise sobre provas
M E M
Ó R I A S
Hoje, conversando em um grupo de
Triathletas, numa rede social, terminei revivendo algumas das muitas provas que
já fiz, falando sobre alguns percursos, dificuldades e facilidades.
Daí, resolvi escrever sobre
isso.
Provas de Triathlon Short, daquelas que
são só pancadaria.
Santa
Cecília, do meu amigo Paulinho, da YPS:
Daquelas em que
participei, lembro muito bem, realizadas ao pé da Ilha Porchat, aqui
pertinho, em São Vicente.
Natação
saindo e voltando da Praia dos Milionários.
Ciclismo em
várias voltas, com vácuo, entre a Ilha Porchat e a Divisa com
Santos. Eram 6 voltas.
Corrida, caso eu
não esteja enganado, eram 2 voltas, até o Posto do
Petrobrás.
Também
lembro que, na minha categoria, havia um "atleta" que trapaceava.
Fazia uma volta a
menos de ciclismo.
E, ainda assim,
só me passava na chegada da corrida.
Esse #^$$%* pegou
alguns pódios na minha frente, inclusive no TB, até que foi
desmascarado pelo Cabral.....kkkkkkk.
Nunca mais o vi
em nenhuma prova.
Nunca vou dizer o
nome dele, até porque, não merece.
Nessas provas, a
natação era ótima.
O pedal,
perigoso, devido à pista estreita e à permissão para
vácuo.
A corrida,
normal.
Não posso
falar sobre as que ocorreram e ainda irão ocorrer no Guarujá,
porque não participei. Mas, estão na mira.
Provas de Triathlon Short, no Troféu
Brasil. Pancadaria também.
Foi quando tudo
começou, depois de eu não poder mais jogar futebol por conta
de... Ah! Isso é papo pra outra postagem, além daquelas que
já fiz a respeito.
Então,
comecei fazendo o Short, com bike sem marchas, daquelas de rua mesmo... E
depois... Ah! O depois também é papo pra outra hora...
O assunto aqui
não sou eu. São as provas.
Esses shorts no
TB eram (e, se Deus quiser, continuarão sendo) maravilhosos.
Antes, as
largadas e chegadas eram no Gonzaga, aqui em Santos.
E ainda havia as
provas em MG, RJ, São Paulo (Capital)...
Só vou
falar das provas de que participei.
Santos
Excelente,
sempre.
Além de
ser aqui, na porta de casa, os percursos de natação, ciclismo e
corrida sempre foram ótimos.
Sem nenhuma
ressalva.
Rio de Janeiro
Adorei fazer essa
prova lá.
Copacabana,
Aterro do Flamengo, Ipanema.
Pourra! Tirando os vândalos que
tentaram assaltar a gente, o resto foi de boa. kkk
Sampa - USP
Êita prova dura, viu?
Mas não
vou mencionar agora, porque só participei delas na distância
Olímpica.
Provas de Triathlon Olímpico, no
Troféu Brasil.
Provas
duríssimas. E também na base da pancadaria.
Participei da
1ª prova Olímpica que não fosse para atletas com
índice, tipo quase profissionais
("tipo" é phoda.... tô falando
quase como os aborrecentes....... kkk).
Mas havia
índices para completar cada etapa, tipo (kkk) natação
até "x" minutos, pedal para "y" minutos, e a corrida
que se dane.
Bom, não
vou falar que ganhei, mas ganhei na minha categoria.
Menos por
mérito e mais por ter caído no meu colo.
Acho que esse foi
o start para eu levar o Triathlon a sério mesmo.
Santos
O percurso e a
estrutura da prova são sempre TOP.
Antigamente, com
largada e chegada no Gonzaga, a natação era um pouco mais
difícil, porque ali existe uma arrebentação maior,
dependendo das condições do mar.
Hoje em dia, na
Ponta da Praia, em frente ao Escolástica Rosa,
a natação é, digamos, mais light.
O ciclismo
é de boa. Meio travado, mas de boa, tirando a Avenida Portuária,
que antes era ótima para pedalar e hoje está arruinada.
E a corrida pelas
praias de Santos. Ah! Show de bola.
USP – Sampa
Ô prova
dura, viu?
Clima frio!
Natação...
água pesada e gelada.
Pedal... circuito travado, com subidas e asfalto muitas vezes ruim.
Corrida.... também com algumas subidas.
Mas é duro
pra todos.
Internacional de Santos
Ótimo em
todos os sentidos e detalhes.
Transição
ótima.
Natação
ótima, uma volta de 1.500m, normalmente em mar calmo. Houve apenas uma
vez em que o mar estava terrível.
Ciclismo... Esse
é o ponto principal.
Pedalar na Via
Anchieta... tudo de bom.
Percurso
excelente, rápido e seguro.
Saía da Av.
Conselheiro Nébias, indo até a R. João Pessoa; virava à direita até o
cais de Santos, voltava e ia até a saída da cidade. Depois,
só alegria... rodovia ida e volta.
Corrida... ótima. Simples assim.
Toda em apenas uma
volta por toda a orla de Santos, saindo do Boqueirão, indo até a
Divisa com São Vicente, voltando até a Ponta da Praia e
finalizando com o retorno até o Boqueirão
novamente.
Desconheço
outra prova tão legal.
Provas de Triathlon Long Distance
Aí o bicho
pega.
Primeiro, em Pira
Também
não vou falar sobre os meus perrengues.
O circuito
é ótimo.
Quer dizer, a
natação é phoda.
A bike
também.
E a corrida
é para os fortes... kkk
Natação...
água pesada na lagoa.
Pedal com
várias subidas pequenas (ou não).
Corrida sempre
acima de 40ºC, e sem sombra nenhuma.
Reze pra chover. rsrsrs
Floripa - Jurerê... TriDash como antecipação do
Challenge
Acho que foi uma prova-teste para o Challenge.
Muito boa. No
mesmo percurso do Iron (do qual falarei a seguir).
Depois, vieram os
Challenge.
Percursos
ótimos.
Mas, dependendo
das condições climáticas, podemos passar por perrengues.
A
natação é em Jurerê Internacional. Tranqüilo
(até a página 2).
O pedal é
pelas estradas locais.
E a corrida
também.
Tivemos
"poucos" perrengues.
Como no dia da
diminuição da natação, porque ventos de 60 km/h
estavam rolando por ali.
Depois, em outra
prova, tivemos um cancelamento de prova, porque um ciclone derrubou tudo e
todos.
Mas, normal..... kkkk
Bratislava, Eslováquia - Mundial de
Challenge
Obtive a vaga por
ter vencido o Challenge de 2017, na minha categoria, em Floripa.
Pourra, falar o que sobre essa prova?
Nadar no Rio
Danúbio.
Pedalar com
asfalto ótimo por 90 km, sendo 45 km com vento a favor e os outros 45 km
com vento contra, nessa ordem.
Correr dentro do Centro
Olímpico de natação da República Eslovaca.
Conseguir ser o
12º colocado em minha categoria, em que havia 36 atletas classificados, a
maioria de europeus.
Ali é que
a gente vê o quanto precisamos evoluir.
Não
só em nossa preparação, até porque o cara que
venceu na minha categoria botou quase 1 hora a menos que eu.
Mas, sobre a
infraestrutura. Simplesmente excelente, como realmente deveria ser num
campeonato mundial.
Bom, já
falei demais.
Provas de Ironman
Meus 7 Irons
completados foram todos lá, em Floripa.
Natação...
boa, ruim, péssima, ótima. Passei por
todas elas.
Ciclismo... bom ruim, péssimo, ótimo. Passei por todos
eles.
Corrida... boa, ruim, péssima, ótima. Passei por todas
elas.
Atualmente, a
corrida sofreu muitas modificações.
As 7 provas que
fiz, ainda eram com as subidas de Canavieiras.
A 1ª volta
era a longa, de 21 km.
Hoje, pelo que
vejo, são 4 voltas de 10 km, e pouco dentro de Jurerê.
Não sei
dizer se ficou melhor ou pior.
Talvez tenha
ficado mais rápida, porque já não existem as grandes
subidas.
A
natação depende muito das condições do mar.
O ciclismo
depende muito das condições do asfalto e das
demarcações e segurança no trânsito.
Já vi de
tudo lá. Inclusive, "baladeiros"
invadirem a pista e colocarem obstáculos, como galhos, para derrubarem
os atletas.
E, na corrida,
é muito bom a gente receber o apoio dos moradores, ou mesmo de quem
está lá temporariamente, torcendo para que possamos ao menos
completar a prova.
Falei muito e não disse
metade do que queria dizer.
3AV
Marco Cyrino





