segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Duas histórias - 1

Em minha recente viagem a Florianópolis, para participar do TriDash, interagi com excelentes pessoas, como quase sempre acontece:  atletas, organizadores, profissionais de diversas áreas, pescadores, etc.

É sempre uma ótima experiência sair um pouco de nosso habitat.
Nisso, acabei tomando conhecimento de duas histórias que me marcaram.

Aqui vai a primeira

Na Pousada dos Chás, onde costumo me hospedar em Jurerê, conheci logo de cara dois Triathletas que estavam lá para participar também do TriDash: Diego Maciel e Cláudio Garbi, ambos do Nordeste, mas residentes em Brasília.

A história desse cara, Cláudio, é fantástica e me faz acreditar cada vez mais no poder do esporte.

Vejam um relato dele, neste link, e entenderão do que falo:


Ele já é uma pessoa super conhecida no meio esportivo, por seu esforço e dedicação.
Tenho certeza de que se tornará um Ironman em breve.

A forma como abraçou o esporte me faz concordar com um post do Ciro Violin, em que defendia com veemência que os atletas de Triathlon deveriam seguir uma escalada de provas, até chegar ao Ironman.

Na época, embora concordasse com esse raciocínio, defendi o direito (e continuo defendendo) de certos atletas partirem quase que direto para essa distância.

Hoje percebo que, muito provavelmente, os atletas que fazem isso não têm amor pelo esporte. Pelo menos não por esse.
A maioria faz isso por um desafio pessoal, ou para provar a si e aos outros que é capaz, sim, de se tornar Ironman.
Depois, acabam se afastando do Triathlon.

Por outro lado, quem vai passando por todo o longo caminho até chegar ao Ironman, via de regra, permanece no Triathlon, porque o faz com paixão.
Com certeza, esse será o caso do Cláudio.

Esse cara pesava perto de 180 kg e está atualmente com aproximadamente 120 kg.
Já perdeu um Triathleta de médio porte... rsrsrs

Vê-lo fazendo a prova em Jurerê, sempre com um sorriso na cara, é impagável.

Depois da prova, ainda ficamos conversando na Pousada, enquanto ele relaxava junto com seu filho, na hidro.

Ele fez seu primeiro Meio-Iron em 7h08m.
Fiz o meu primeiro em um tempo maior do que esse.
Grande Cláudio!

As imagens dizem tudo.

1- Chegando para a prova, com Cláudio e Diego

2- Grande Cláudio

3- Cláudio grande... e curtindo muito!

 4- Na Jacuzzi

A segunda história será contada no próximo post.

3AV
Marco Cyrino

8 comentários:

  1. Marcão creio muito que quem faz o Ironman direto, sem nenhum "step", só o faz para "aparecer", provar alguma coisa, para alguém. Podem existir exceções, para confirmar a regra. Direito todos tem, mas não sabem o que fazem e nunca irão entender. Aloha

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    1. Como eu disse, acho que esses não continuam no esporte (não no triathlon) por muito tempo.

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  2. Marcão estou com 25 anos de triathlon, e vou para meu primeiro meio iron agora em Pucon. Amo o esporte e sinceramente só agora achei que fosse o momento para isso. Um iron confesso que não tenho a menor ideia de quando farei, quem sabe quando tiver uns 60 anos, aposentado, e com tempo para treinar..kkk
    Belas histórias

    abraço

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    1. Por isso que está com 25 anos de triathlon, Renê.

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  3. Exemplo de autodeterminação e amor ao esporte, válido para todas as áreas de atividade do ser humano.

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    1. Verdade, Fredão. Não só no esporte. Disse tudo.

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